Bactrim Forte

Indicação

Bactrim Forte é indicado para o tratamento de infecções respiratórias, urinárias, gastrintestinais e outros tipos de infecções.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Contraindicações

Bactrim Forte não deve ser utilizado em:

  • Pacientes com doença grave no fígado e no rim quando não se puder determinar regularmente a concentração da droga no sangue. ​
  • Pacientes com alergia a sulfonamida ou a trimetoprima. ​
  • Pacientes prematuros e recém-nascidos durante as primeiras 6 semanas de vida.
  • Pacientes com sérias alterações no sangue.
  • Pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose 6 fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas. ​
  • Bactrim não deve ser administrado em combinação com dofetilida.

Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de 0 a 6 semanas.

Farmacocinética

O Bactrim Forte é capaz de matar a bactéria.

A ação medicamentosa de Bactrim Forte começa logo após a primeira tomada, no entanto, os germes não são eliminados de imediato. Por isso, mesmo que alguns sintomas como febre e dor, desapareçam, é necessário continuar a tomar o remédio pelo período que o médico estabeleceu.

Posologia

Adultos e crianças acima de 12 anos:

Dose habitual: 1 comprimido de Bactrim Forte ou 10 mL da suspensão Forte a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias): 1/2 comprimido de Bactrim F ou ou 5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves): 1 e 1/2 comprimido de Bactrim F ou 15 mL da suspensão F a cada 12 horas.

Crianças abaixo de 12 anos

6 meses a 5 anos: 2,5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

6 a 12 anos: 5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

A posologia acima indicada corresponde aproximadamente a dose diária média de 6 mg de trimetoprima e 30 mg de sulfametoxazol por kg de peso. Nas infecções graves a dosagem recomendada pode ser aumentada em 50%.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactrim Forte deve ser administrado por pelo menos 5 dias ou, até que o paciente esteja assintomático por pelo menos 2 dias. Se a melhora clínica não for evidente após 7 dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Efeitos Colaterais

Nas doses recomendadas, Bactrim Forte é geralmente bem tolerado.

Os efeitos colaterais mais comuns são os rashes cutâneos e os distúrbios gastrintestinais.

Entretanto, efeitos colaterais adicionais já foram descritos em frequência variável nos pacientes expostos a medicação.

As categorias utilizadas como padrões de frequência (número de efeitos relatados /número de pacientes expostos a medicação) são as seguintes:

  • Infecções e infestações:

Muito raro: Infecções fúngicas, como candidíase, têm sido relatadas.

  • Desordens hematológicas e do sistema linfático

Raro: A maioria das alterações hematológicas observadas têm sido discretas, assintomáticas e reversíveis com a suspensão da medicação. As alterações mais comumente observadas foram leucopenia, neutropenia e trombocitopenia.

Muito raro: Agranulocitose, anemia (megaloblástica, hemolítica/autoimune, aplástica), meta hemoglobinemia, pancitopenia ou púrpura.

  • Desordens do sistema imune

Muito raro: Assim como qualquer outra droga, reações alérgicas podem ocorrer em pacientes que são hipersensíveis aos componentes da medicação: p. ex. febre, edema angioneurótico, reações anafilactoides, reações de hipersensibilidade, e doença do soro. Infiltrados pulmonares, tais como ocorrem em alveolite alérgica ou eosinofílica, têm sido relatados. Elas podem se manifestar através de sintomas tais como tosse ou respiração ofegante. Se tais sintomas aparecerem ou, inexplicavelmente, piorarem, o paciente deve ser reavaliado e a descontinuação da terapia com Bactrim Forte ser considerada. Casos de periarterite nodosa e miocardite alérgica têm sido relatados.

  • Desordens metabólicas e nutricionais

Muito raro: Altas doses de TMP, como as usadas em pacientes com pneumonia por Pneumocystis carinii, induzem um progressivo mas reversível aumento de concentração de potássio sérico em um número substancial de pacientes. Mesmo doses recomendadas de TMP podem causar hipercalemia quando administradas a pacientes com doenças subjacentes de metabolismo do potássio, insuficiência renal ou que estão recebendo drogas que induzem hipercalemia. Monitorização rigorosa do potássio sérico é requerida nestes pacientes. Casos de hiponatremia foram relatados. Casos de hipoglicemia em pacientes não diabéticos tratados com SMZ-TMP têm sido relatados, geralmente após poucos dias de tratamento. Pacientes com decréscimo da função renal, doença hepática, desnutrição ou recebendo altas doses de SMZ-TMP, estão sob risco particular.

  • Desordens psiquiátricas

Muito raro: Casos isolados de alucinações têm sido relatados.

  • Desordens do sistema nervoso

Muito raro: Neuropatia (incluindo neurite periférica e parestesia), uveíte. Meningite asséptica ou sintomas semelhantes à meningite, ataxia, convulsões, vertigem e tinido foram relatados.

  • Efeitos colaterais gastrintestinais

Comum: Náusea (com ou sem vômito).

Raro: Estomatite, glossite e diarreia.

Muito raro: Enterocolite pseudomembranosa. Casos de pancreatite aguda têm sido relatados, sendo que vários destes pacientes tinham doenças graves, incluindo pacientes portadores de AIDS (Síndrome da imunodeficiência adquirida).

  • Desordens hepato-biliares

Muito raro: Necrose hepática, hepatite, colestase, elevação de bilirrubinas e transaminases, e casos isolados de síndrome de desaparecimento do ducto biliar têm sido relatados.

  • Desordens cutâneas e subcutâneas

Comum: Múltiplas reações na pele têm sido relatadas, as quais são geralmente leves e rapidamente reversíveis após suspensão da medicação.

Muito raro: Como ocorre com muitas outras drogas contendo sulfonamidas, o uso de Bactrim Forte tem, em raros casos, sido relacionado a fotossensibilidade, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (síndrome de Lyell) e púrpura de Henoch-Schöenlein.

  • Desordens do sistema músculo-esquelético, do tecido conjuntivo e dos ossos

Muito raro: Raros casos de artralgia e mialgia e casos isolados de rabdomiólise foram relatados.

  • Desordens do sistema renal e urinário

Muito raro: Casos de comprometimento da função renal, nefrite intersticial, elevação do nitrogênio ureico sanguíneo, elevação da creatinina sérica e cristalúria foram reportados. Sulfonamidas, incluindo Bactrim Forte pode induzir a aumento da diurese, particularmente em pacientes com edema de origem cardíaca.

Segurança de sulfametoxazol + trimetoprima em pacientes infectados pelo HIV. Os pacientes portadores de HIV têm o espectro de possíveis efeitos colaterais similar ao espectro dos pacientes não infectados. Entretanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer com frequência maior e com quadros clínicos diferenciados.

Essas diferenças relacionam-se aos seguintes sistemas:

  • Desordens hematológicas e do sistema linfático

Muito comum: Leucopenia, granulocitopenia e trombocitopenia.

  • Desordens metabólicas e nutricionais

Muito comum: Hiperpotassemia.

Incomum: Hiponatremia, hipoglicemia.

  • Desordens gastrintestinais

Muito comum: Anorexia, náusea com ou sem vômito, diarreia.

  • Desordens hepato-biliares

Elevação de transaminases.

  • Desordens cutâneas e subcutâneas

Muito comum: Rash maculopapular, geralmente com prurido.

  • Desordens em geral e condições do local de administração

Muito comum: Febre, geralmente associada com erupção maculopapular.

Interferência em exames de laboratório

O Bactrim Forte especificamente o componente TMP, pode interferir com a dosagem do metotrexato. A presença de TMP e SMZ pode também interferir com a dosagem de creatinina.

Informe seu médico o aparecimento de efeitos colaterais. Em ordem de frequência encontramos efeitos gastrintestinais (náuseas, lesões na boca, diarreia), reações de pele e zumbidos nos ouvidos que desaparecem com a suspensão do tratamento.

Bactrim Forte pode aumentar a produção de urina em pacientes com edema de origem cardíaca.

Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.

Advertências e Precauções

As doses de Bactrim Forte deve ser administradas pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição e com suficiente quantidade de líquido. O frasco de suspensão deve ser agitado antes da administração.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico de acordo com a sua doença.

O tratamento deve ser descontinuado imediatamente ao primeiro sinal de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outro efeito colateral grave.

Bactrim Forte deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia e asma brônquica.

Nos pacientes idosos ou em pacientes com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas indicativas de deficiência de ácido fólico. Estas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico.

Como com todas as drogas contendo sulfonamidas, cuidado é desejável em pacientes com porfiria ou disfunção da tireoide.

Bactrim Forte na gravidez e lactação: Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se ocorrer gravidez ou se iniciar a amamentação durante o uso deste medicamento.

No caso de haver necessidade de uso, toda gestante deve receber concomitantemente 5 a 10 mg de ácido fólico diariamente. Deve-se evitar o uso no último trimestre de gestação, tanto quanto possível, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus).

Informar ao médico se está amamentando. Os dois compostos de Bactrim Forte são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima.

Interações Medicamentosas

Informe o seu médico se estiver utilizando algum dos medicamentos ou substâncias mencionados a seguir, pois podem ocorrer interações entre eles e as substâncias que fazem parte da fórmula do Bactrim Forte:

  • Medicamentos para a pressão ou coração: diuréticos, digoxina.
  • Medicamentos para doenças do sistema nervoso: depressores do sistema nervoso central, como, por exemplo, os antidepressivos, fenitoína.
  • Medicamentos que contêm em sua fórmula: amantadina, antidiabéticos orais, ciclosporina, indometacina, metotrexato, pirimetamina, varfarina.

Superdosagem

Em caso de ingestão aguda de doses excessivas, intencionalmente ou acidentalmente, podem ocorrer os seguintes sintomas: náuseas, vômito, diarreia, cefaleia, vertigens, tontura e distúrbios mentais e visuais.

Em superdosagem crônica, podem ocorrer alterações no sangue. Nesses casos, o médico deve ser procurado o mais rapidamente possível para que o tratamento adequado seja instituído. Na ingestão aguda de grandes quantidades deve-se provocar o vômito o mais rapidamente possível para eliminar a quantidade máxima possível do medicamento ingerido.

Composição

Cada comprimido contém:

trimetoprima……………………………………………………………….160 mg

sulfametoxazol……………………………………………………………..800 mg
Excipientes: dioctilssulfosuccinato de sódio, estearato de magnésio, povidona, amido carboximetilsódico.

Apresentação: Bactrim Comprimido F – caixas com 4 ou 10 comprimidos.

Armazenamento

Bactrim Forte deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C).

Aspecto físico: Bactrim F comprimidos apresentam formato oblongo, biconvexa cor branco a quase branco.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso você se esqueça de tomar uma das doses, tome-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.

Nunca tome duas doses de uma só vez.

Laboratório

Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.

SAC: 0800 7720 289

Dizeres Legais

MS-1.0100.0008
Farm. Resp.: Guilherme N. Ferreira – CRF-RJ nº 4288

Losartana Potássica

Indicação

Losartana potássica é indicado para tratar pressão alta ou insuficiência cardíaca que é o enfraquecimento do coração. Seu médico também pode ter receitado losartana potássica porque você tem diabetes tipo 2 e proteinúria; nesse caso, losartana potássica pode retardar a piora da doença renal.

Uso adulto – Uso oral

Farmacocinética

A losartana potássica age dilatando os vasos sanguíneos para ajudar o coração a bombear o sangue para todo o corpo com mais facilidade. Essa ação ajuda a reduzir a pressão alta. Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca, losartana potássica irá auxiliar no melhor funcionamento do coração.

Posologia

A losartana potássica pode ser tomada com ou sem alimentos. Para maior comodidade e para se lembrar com mais facilidade, tente tomar losartana potássica no mesmo horário todos os dias.

Tome losartana potássica diariamente, exatamente conforme a orientação de seu médico.

Seu médico irá decidir a dose adequada de losartana potássica, dependendo do seu estado de saúde e dos outros medicamentos que você estiver tomando. É importante que continue tomando losartana potássica pelo tempo que o médico lhe receitar, para manter a pressão arterial controlada.

Pressão Alta:

A dose usual de losartana potássica para a maioria dos pacientes com pressão alta é de 50 mg uma vez ao dia para controlar a pressão durante um período de 24 horas.

A dose usual de losartana potássica para pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo é de 50 mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia.

Insuficiência Cardíaca:

A dose inicial de losartana potássica para pacientes com insuficiência cardíaca é de 12,5 mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada gradualmente até que a dose ideal seja atingida. A dose usual de losartana potássica para tratamento prolongado é de 50 mg uma vez ao dia.

Diabetes Tipo 2 e Proteinúria:

A dose usual de losartana potássica para a maioria dos pacientes é de 50 mg uma vez ao dia.

Essa dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Efeitos Colaterais

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, denominados efeitos colaterais.

Alguns pacientes podem apresentar tontura, fadiga, atordoamento, erupções cutâneas, urticária, alteração de paladar, vômitos ou aumento da sensibilidade da pele ao sol. Seu médico tem uma lista mais completa dos efeitos adversos. Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar esses sintomas ou outros sintomas incomuns.

Alguns pacientes, especialmente pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria, também podem apresentar aumento dos níveis de potássio no sangue. Informe ao seu médico se você apresentar doença renal e diabetes tipo 2 e proteinúria e/ou estiver tomando suplementos de potássio, medicamentos poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contenham potássio.

Se você apresentar reação alérgica com inchaço da face, dos lábios, da garganta e/ou da língua que possa dificultar sua respiração ou capacidade de engolir, pare de tomar losartana potássica e procure seu médico imediatamente.

Contraindicações

Você não deve tomar losartana potássica se for alérgico a qualquer um de seus componentes.

Você não deve tomar losartana potássica se você tem diabetes e está tomando um medicamento chamado alisquireno para reduzir a pressão arterial.

Advertências e Precauções

Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que esteja apresentando ou tenha apresentado e sobre quaisquer tipos de alergia.

Informe ao seu médico se tiver apresentado recentemente episódios de vômito ou diarreia excessivos. É muito importante informar problemas dos rins ou do fígado.

Losartana Potássica na gravidez e amamentação: o uso de losartana potássica não é recomendado enquanto você estiver grávida ou amamentando. Se você estiver grávida ou engravidar enquanto toma losartana potássica, pare de tomar losartana potássica e procure o seu médico o mais rápido possível.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Não existe experiência com o uso de losartana potássica em crianças, portanto losartana potássica não deve ser administrado a crianças.

Losartana potássica age igualmente bem e também é bem tolerado pela maioria dos pacientes adultos mais jovens e mais idosos. A maioria dos pacientes mais idosos requer a mesma dose que os pacientes mais jovens.

Em um estudo que envolveu pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo, losartana potássica diminuiu o risco de derrame e ataque cardíaco e ajudou os pacientes a viverem mais. No entanto, esse estudo também mostrou que esses benefícios, quando comparados aos benefícios de outro medicamento para hipertensão denominado atenolol, não se aplicam aos pacientes de raça negra.

Quase todos os pacientes podem realizar essas atividades, porém você deve evitar atividades que exijam muita atenção (por exemplo, dirigir ou operar máquinas perigosas) até saber como você reage ao medicamento.

Interações Medicamentosas

Em geral, losartana potássica não interage com alimentos ou outros medicamentos que você possa estar tomando. Entretanto, seu médico deve ser informado sobre todos os medicamentos que você toma ou pretende tomar, incluindo os que são vendidos sem receita. É importante informar ao seu médico se estiver tomando suplementos de potássio, medicamentos poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contêm potássio. Também informe ao seu médico se você estiver tomando certos medicamentos para dor e artrite, outros medicamentos para pressão alta ou lítio (uma droga usada para o tratamento de certos tipos de depressão).

Superdosagem

Em caso de superdose, avise ao seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência. Os sintomas mais prováveis de superdose são pressão arterial baixa e ritmo cardíaco acelerado, mas também podem ocorrer batimentos cardíacos mais lentos.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento

Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora habitual e sem duplicar a dose.

Composição

Losartana potássica 50 mg

losartana potássica ……………………………………………………………………………..50 mg

excipientes q.s.p…………………………………………………………….1 comprimido revestido.
excipientes: lactose, celulose microcristalina, amido de milho pré-gelatinizado, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, água purificada, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol e talco.

Losartana potássica 100 mg

losartana potássica …………………………………………………………………………….100 mg

excipientes q.s.p………………………………………………………………1 comprimido revestido.
excipientes: lactose, celulose microcristalina, amido de milho pré-gelatinizado, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, água purificada, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol e talco.

Apresentação:

  • Losartana potássica 50 mg – Embalagens com 7, 10, 14, 15, 20, 21,28, 30, 60, 70 (embalagem fracionada), 90 (embalagem fracionada) e 500 (embalagem hospitalar) comprimidos revestidos.
  • Losartana potássica 100 mg – Embalagens com 7, 10, 14, 15, 20, 21,28, 30, 60, 70 (embalagem fracionada), 90 (embalagem fracionada) e 500 (embalagem hospitalar) comprimidos revestidos.

Armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Proteger da luz e manter em lugar seco.

Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico:

  • Losartana potássica 50 mg: comprimido revestido na cor branca, circular e biconvexo.
  • Losartana potássica 100 mg: comprimido revestido na cor branca, circular e biconvexo.

Laboratório

EMS, genéricos, Ltda.

Telefone: (19) 3887.9800

Dizeres Legais

MS – 1.0235.0810
Farm. Resp.: Dr. Ronoel Caza de Dio CRF-SP nº 19.710

Tygacil

Indicação

Tygacil é indicado para o tratamento de:

Infecções complicadas da pele e tecidos moles (tecidos próximos ou abaixo da pele) causadas por Escherichia coli, Enterococcus faecalis (apenas isolados sensíveis à vancomicina, um outro antibiótico), Staphylococcus aureus (isolados resistentes e sensíveis à meticilina, um outro antibiótico), incluindo casos de bacteremia (presença da bactéria no sangue) concomitante, Streptococcus agalactiae, Streptococcus anginosus (inclui S. anginosus, S. intermedius e S. constellatus), Streptococcus pyogenes, Enterobacter cloacae, Bacteroides fragilis e Klebisiella pneumoniae.

Infecções intra-abdominais complicadas causadas por Citrobacter freundii, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae, Enterococcus faecalis, Staphylococcus aureus incluindo casos de bacteremia concomitante, Streptococcus anginosus, Bacteroides fragilis, Bacteroides thetaiotaomicron, Bacteroides uniformis, Bacteroides vulgatus, Clostridium perfringens e Peptostreptococcus micros.

Pneumonia adquirida na comunidade causada por Chlamydia pneumoniae, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila, Mycoplasma pneumoniae, e Streptococcus pneumoniae (isolados sensíveis à penicilina, um outro antibiótico), incluindo casos de bacteremia concomitante.

Uso adulto – Uso injetável

Farmacocinética

Tygacil age inibindo o crescimento das bactérias. Seu inicio de ação é rápido, ocorrendo em minutos, após ser administrado endovenosamente.

Posologia

Tygacil deve ser usado por infusão intravenosa (IV). Deve ser utilizado em ambiente apropriado, manipulado por pessoal da área de saúde e sob recomendação do médico prescritor.

O esquema posológico recomendado é de 100 mg (dose inicial), seguida de 50 mg a cada 12 horas.

As infusões intravenosas do Tygacil devem ser administradas por um período de aproximadamente 30 a 60 minutos a cada 12 horas.

A duração recomendada do tratamento com Tygacil para infecções complicadas da pele e tecidos moles (tecidos próximos abaixo da pele) ou infecções intra-abdominais complicadas é de 5 a 14 dias.

A duração recomendada do tratamento com Tygacil para pneumonia adquirida na comunidade é de 7 a 14 dias.

A duração da terapia deve ser definida com base na gravidade e no local da infecção e de acordo com o progresso clínico e bacteriológico do paciente, a critério de seu médico.

Não há necessidade de ajuste de doses para pacientes idosos, pacientes com insuficiência renal (prejuízo na função dos rins) e hepática (prejuízo da função do fígado) considerada leve a moderada.

Em pacientes com insuficiência hepática grave (prejuízo grave da função do fígado) o médico deverá ser consultado.

Efeitos Colaterais

Nos pacientes que receberam Tygacil, os seguintes efeitos colaterais foram relatados:

Muito comum: náuseas (enjoo), vômitos, diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente).

Comum: alterações dos exames para avaliar a coagulação sanguínea, alterações dos exames para avaliar a função do fígado (aspartato aminotransferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT) sérica elevadas, aumento da bilirrubina no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), alterações dos exames para avaliar os rins (ureia sanguínea aumentada), hipoproteinemia (diminuição das proteínas no sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), amilase sérica aumentada, tontura, inflamação das veias (flebite), pneumonia (infecção no pulmão), falta de apetite, dor abdominal, má digestão, coceira, erupções na pele, dor de cabeça, reações no local da administração do medicamento e cicatrização anormal (defeito na cicatrização de feridas).

Incomum: alteração importante do exame para avaliar a coagulação sanguínea, tromboflebite (inflamação das veias com formação de coágulos), reações de inflamação, dor e inchaço no local da administração do medicamento, flebite (inflamação da veia) no local da administração, pancreatite aguda (inflamação do pâncreas), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares).

Frequência indeterminada: reação alérgica grave, hepatite colestática (inflamação do fígado com parada ou dificuldade de eliminação da bile) e reação alérgica de pele severa, incluindo uma conhecida como Síndrome de Stevens-Johnson.

A descontinuação do Tygacil foi mais frequentemente associada à náusea e vômito.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Contraindicações

Tygacil não deve ser usado em pacientes com alergia conhecida a tigeciclina.

Advertências e Precauções

A tigeciclina, substância presente no Tygacil, tem estrutura semelhante à das tetraciclinas, uma classe de antibiótico. Assim, Tygacil deve ser administrado com cuidado a pacientes com alergia conhecida aos antibióticos da classe das tetraciclinas.

Foram relatadas reação alérgica grave, que podem ser potencialmente fatais, com praticamente todos os agentes antibacterianos, incluindo o Tygacil.

Como ocorre com outros antibióticos, o uso desse medicamento pode resultar no crescimento exagerado de microrganismos resistentes, inclusive de fungos. Os pacientes devem ser atentamente acompanhados durante o tratamento. Se ocorrer superinfecção (crescimento exagerado de microrganismos resistentes), as medidas adequadas devem ser adotadas.

Foi relatada inflamação do intestino grosso (colite pseudomembranosa) em pessoas que usaram antibióticos e sua gravidade pode variar de leve a potencialmente fatal. Portanto, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente) após a administração de qualquer agente antibacteriano.

Converse com seu médico a respeito dessa doença.

Tygacil pode causar tontura, o que pode prejudicar a capacidade de dirigir e/ou operar máquinas.

Tygacil na gravidez e lactação: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

A segurança e a eficácia em pacientes com menos de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Portanto, não se recomenda o uso em pacientes com menos de 18 anos.

Interações Medicamentosas

Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.

Não é necessário ajustar a dose quando a Tygacil for administrado com digoxina ou medicamentos que contenham qualquer uma das 6 isoenzimas do citocromo CYP450 mencionadas a seguir: 1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4. Caso Tygacil seja administrado com a varfarina, o tempo de protrombina ou outro teste de anti coagulação adequado deve ser monitorado.

O uso concomitante de antibióticos e contraceptivos orais pode fazer com que os contraceptivos orais sejam menos eficazes.

Não há relato de interação do medicamento com exames laboratoriais.

Superdosagem

Não há informações disponíveis sobre o tratamento em caso de superdosagem.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Composição

Princípio ativo: cada frasco-ampola contém 50 mg de tigeciclina pó liófilo estéril para infusão.

Excipientes: lactose, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio, água para injeção e nitrogênio. Não contém conservante.

Apresentação: Cartucho contendo 10 frascos-ampolas de Tygacil dose única.

Armazenamento

Tygacil deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) antes da reconstituição.

Tygacil, após a reconstituição, pode ser armazenado em temperatura não superior a 25°C por até 24 horas (até 6 horas no frasco-ampola e o tempo restante na bolsa IV). Se a temperatura de armazenagem após reconstituição exceder 25ºC, Tygacil deverá ser utilizado imediatamente. Alternativamente, a solução reconstituída pode ser armazenada sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) por até 45 horas após transferência imediata da solução reconstituída para a bolsa IV. A solução reconstituída deve ser transferida e, depois, diluída para a infusão IV.

Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico: Tygacil se apresenta como um pó, compacto, liofilizado, alaranjado que deve ser reconstituído antes de sua aplicação. A solução reconstituída deve ter a coloração amarela a alaranjada.

Laboratório

Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.

SAC: 08000 175934

Dizeres Legais

Registro MS – 1.2110.0263
Farmacêutico Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF- SP nº 9258

Metri

Indicação

O ácido nicotínico está indicado em conjunto com o tratamento não medicamentoso visando: Redução do colesterol total (CT), LDL colesterol, triglicerídeos (TG) e elevação de HDL colesterol em pacientes com hipercolesterolemia primária e na dislipidemia mista. Redução dos níveis séricos de TG e elevação da HDL colesterol. Redução do risco de recorrência de infarto do miocárdio (IM) em pacientes com IM e hipercolesterolemia. Redução do CT, de LDL colesterol, dos TG e elevação da HDL colesterol na hipercolesterolemia primária e na dislipidemia mista, isoladamente ou em combinação com estatinas. Redução adicional do CT, LDL colesterol, dos TG e elevação da HDL colesterol em pacientes com história de doença arterial coronária e hipercolesterolemia, em conjunto com estatinas. Redução da progressão ou promoção da regressão da doença aterosclerótica em pacientes com história de doença arterial coronária e hipercolesterolemia, em conjunto com estatinas ou sequestradores de ácidos biliares. Redução do CT e de LDL colesterol na hipercolesterolemia primária, em combinação com estatina ou sequestradores de ácidos biliares quando a resposta ao tratamento dietético ou à dieta associada à monoterapia tiver sido inadequada. Redução do risco de pancreatite em pacientes com níveis muito elevados de TG. Esses pacientes, como regra, apresentam níveis de TG superiores a 2.000 e elevação de quilomícrons no plasma em jejum. Em pacientes com níveis de TG entre 1.000 mg/dL e 2.000 mg/dL com antecedente de pancreatite ou dor abdominal recorrente típica de pancreatite.

Uso adulto – Uso oral

Farmacocinética

Metri é um agente redutor do colesterol e de triglicerídios sanguíneos.

Posologia

O tratamento com Metri deve ser sempre iniciado com dosagens mais baixas.

A dosagem será aumentada conforme esquema de tratamento determinado pelo médico, baseado na resposta clínica e na necessidade de cada paciente.

O aumento de doses será feito respeitando-se o limite de 500 mg a cada quatro semanas até o máximo de 2.000 mg por dia.

A dose de manutenção recomendada é de 500 mg por dia a 2.000 mg por dia, de acordo com a resposta clínica e a capacidade de tolerância de cada paciente.

Não são recomendadas doses superiores a 2.000 mg.

Metri deve ser tomado preferencialmente ao deitar, após a ingestão de algum alimento leve, não gorduroso e não condimentado. A utilização com o estômago vazio aumenta o risco de efeitos colaterais.

O comprimido de Metri não deve ser dividido, esmagado ou mastigado, mas engolido inteiro.

Efeitos Colaterais

Informe ao seu médico se houver o aparecimento de efeitos colaterais, como pele avermelhada, sensação de calor e coceira, que podem ser acompanhadas de tontura, aumento dos batimentos cardíacos (taquicardia), palpitações, sudorese (transpiração excessiva), calafrios, inchaços (edema), náusea, vômito, perda de apetite, dor na parte superior do abdome (estômago), sangramento anormal, manchas roxas (hematomas), fraqueza, olhos ou pele amarelados, urina escura.

Contraindicações

Metri é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade ao ácido nicotínico ou a qualquer componente da fórmula.

Em caso de doença grave no fígado, sangramento arterial e úlcera péptica ativa.

Este medicamento é contraindicado para a faixa etária inferior a 16 anos.

Advertências e Precauções

Avise o seu médico se você for portador de diabetes, angina (dor no peito), gota, doenças renais, problemas na tireoide, pressão arterial baixa, história ou presença de úlceras, doença no fígado ou se apresentar olhos e pele amarelos.

Este medicamento pode causar tonturas. Evite dirigir, operar máquinas ou qualquer tipo de tarefa perigosa ou que exija atenção caso você não esteja se sentindo alerta.

Tome cuidado ao se levantar da cama durante a noite devido à possibilidade de queda repentina da pressão. Avise ao seu médico se você tiver tonturas fortes ou desmaios.

Sempre avise ao médico ou dentista que você faz uso deste medicamento.

Você poderá sentir calor, vermelhidão, coceira ou formigamento no rosto, pescoço, braços ou peito enquanto estiver usando Metri. Esses sinais são chamados de flushing e normalmente melhoram no decorrer do tratamento com Metri. Para ajudar a prevenir o aparecimento de flushing, evite a ingestão de bebidas alcoólicas ou bebidas quentes ao mesmo tempo em que estiver usando Metri. Consulte seu médico sobre a possibilidade de você utilizar ácido acetilsalicílico ou algum anti-inflamatório 30 minutos antes de Metri.

Se você parar de usar Metri por vários dias, converse com o seu médico antes de voltar ao tratamento, pois você necessitará recomeçar tomando doses menores.

Este medicamento deve ser administrado somente pela via recomendada. Não há estudos dos efeitos se administrado pelas vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser feita apenas por via oral.

Metri na gravidez e lactação: informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

A eficácia e segurança da terapia com ácido nicotínico em pacientes pediátricos com idade igual ou inferior a 16 anos) não foram estabelecidas. Não foram realizados estudos clínicos com o ácido nicotínico em pacientes com idade inferior a 21 anos.

Metri poderá ser usado em pacientes acima de 65 anos de idade desde que observadas as contraindicações, precauções, interações medicamentosas e efeitos colaterais do medicamento.

Pacientes com insuficiência renal ou hepática: o uso do ácido nicotínico em pacientes com insuficiência renal ou hepática não foi estudado. O ácido nicotínico é contraindicado nos pacientes com disfunção hepática significativa ou inexplicada. O ácido nicotínico deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência renal.

Interações Medicamentosas

Não tome bebidas alcoólicas durante o tratamento com Metri.

Para reduzir o desconforto gastrintestinal, evite tomar Metri juntamente com alimentos gordurosos ou condimentados ou bebidas quentes.

Informe ao seu médico se estiver utilizando suplemento vitamínico ou nutricional que contenha ácido nicotínico ou outras substâncias como nicotinamida.

Informe ao seu médico se você fizer uso de outros medicamentos para reduzir o colesterol ou para problemas no coração, controle da pressão arterial ou anticoagulantes, como varfarina.

Informe o seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento.

O ácido nicotínico presente em Metri pode alterar o resultado de alguns exames laboratoriais, converse com o seu médico a respeito antes de realizar seus exames.

Superdosagem

Caso alguém acidentalmente ingira uma grande quantidade do medicamento, o paciente deve ser levado imediatamente ao hospital mais próximo, de preferência com a bula de Metri, e seu médico deverá ser avisado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal.

Não tome duas doses ao mesmo tempo.

Composição

Metri 250

Cada comprimido revestido de liberação programada de Metri 250 contém:

ácido nicotínico…………………………………………………………………250,0 mg

excipientes q.s.p……………………………………………………………1 comprimido revestido
(hipromelose, lactose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, ácido poli 2- (dimetilamino) etilmetacrilatocobutilmetacrilatocometilmetacrílico, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico vermelho e talco).

Metri 500

Cada comprimido revestido de liberação programada de Metri 500 contém:

ácido nicotínico………………………………………………………………….500,0 mg

excipientes q.s.p…………………………………………………………….1 comprimido revestido
(hipromelose, lactose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, ácido poli 2-(dimetilamino) etilmetacrilatocobutilmetacrilatocometilmetacrílico, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico vermelho e talco).

Metri 750

Cada comprimido revestido de liberação programada de Metri 750 contém:

ácido nicotínico…………………………………………………………………..750,0 mg

excipientes q.s.p……………………………………………………………..1 comprimido revestido
(hipromelose, lactose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, ácido poli 2-(dimetilamino) etilmetacrilatocobutilmetacrilatocometilmetacrílico, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico vermelho e talco).

Metri 1000

Cada comprimido revestido de liberação programada de Metri 1000 contém:

ácido nicotínico…………………………………………………………………….1.000,0 mg

excipientes q.s.p……………………………………………………………….1 comprimido revestido
(hipromelose, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, ácido poli 2-(dimetilamino)etilmetacrilatocobutilmetacrilatocometilmetacrílico, dióxido de titânio, macrogol, óxido férrico vermelho e talco).

Apresentação: Comprimidos revestidos de liberação programada com 250 mg, 500 mg, 750 mg ou 1.000 mg de ácido nicotínico. Embalagens com 30 comprimidos revestidos de liberação programada.

Armazenamento

Metri deve ser conservado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, protegido da luz e umidade.

Aspecto físico:

  • Metri 250 mg: comprimidos revestidos circulares, rosa-claro, sem gravação e sem sulco.
  • Metri 500 mg, 750 mg ou 1.000 mg: comprimidos revestidos oblongos, rosa-claro, sem gravação e sem sulco.

Laboratório

Libbs farmacêutica Ltda.

Sac: 08000-135044

Dizeres Legais

MS nº 1.0033.0119
Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade – CRF-SP nº: 25.125

Acinic

Indicação

Acinic é indicado como adjuvante à dieta para reduzir os níveis plasmáticos elevados de colesterol total, LDL-colesterol, apolipoproteína B e triglicerídios, e para aumentar os níveis de HDL-colesterol, quando a resposta a uma dieta apropriada não foi adequada; Acinic é indicado para redução do risco de reincidência de infarto do miocárdio não fatal; Também é indicado como terapia adjunta ao tratamento de pacientes adultos com níveis de triglicerídios séricos muito altos que apresentam risco de pancreatites e que não responderam adequadamente a uma tentativa de dieta determinada de controle.

Uso adulto – Uso oral

Farmacocinética

Acinic é um agente redutor do colesterol e de triglicerídios sanguíneos.

Posologia

Acinic deve ser administrado à noite, antes de deitar-se, após a ingestão de um alimento com baixo teor de gordura como, por exemplo: Um iogurte desnatado, uma maçã ou uma bolacha água e sal com leite desnatado. As doses devem ser individualizadas de acordo com a resposta do paciente.

A terapia com Acinic deve ser iniciada com 500 mg, antes de deitar-se, para reduzir a incidência e a gravidade de efeitos colaterais que podem ocorrer no início da terapia. A tabela abaixo mostra o escalonamento de dose recomendado.

Semana(s) Dose diária Dose de Acinic
Esquema de dosagem inicial

1 a 4

5 a 8

500 mg

1000 mg

1 comprimido de Acinic 500 mg antes de deitar-se

2 comprimidos de Acinic 500 mg antes de deitar-se

A seguir 1500 mg 2 comprimidos de Acinic 750 mg
antes de deitar-se ou 3 comprimidos
de Acinic 500 mg antes de deitar-se
Dose máxima 2000 mg 4 comprimidos de Acinic 500 mg
antes de deitar-se

Após a oitava semana, titular até a resposta e tolerância do paciente. Se a resposta à dose diária de 1000 mg for inadequada, aumentar a dose para 1500 mg por dia, podendo aumentar a dose subsequentemente para 2000 mg por dia. A dose diária não deve ser aumentada mais que 500 mg em um período de 4 semanas e doses acima de 2000 mg por dia não são recomendadas. Mulheres podem responder a doses mais baixas que os homens.

Dose de manutenção:

A dose diária de Acinic não deve ser aumentada mais que 500 mg dentro de um período de 4 semanas. A dose de manutenção recomendada é de 1000 mg (2 comprimidos de 500 mg) a 2000 mg (4 comprimidos de 500 mg) uma vez ao dia, antes de deitar-se.

Doses maiores que 2000 mg por dia não são recomendadas. Mulheres podem responder a doses menores que os homens.

Efeitos Colaterais

Informe seu médico o aparecimento de efeitos colaterais, como:

Vermelhidão, tontura, taquicardia, palpitações, encurtamento da respiração, sudorese, calafrio e/ou edema.

Vermelhidão é um efeito colateral comum na terapia com ácido nicotínico que diminui após algumas semanas de uso consistente do medicamento. O efeito de rubor pode variar em gravidade, podendo durar várias horas após ingestão da dose, e devido à ingestão antes de deitar-se, poderá ocorrer durante o sono, entretanto, se você despertar com o rubor à noite, recomenda-se levantar lentamente, especialmente se estiver sentindo tontura, fraqueza ou se estiver tomando medicamentos para controle de pressão sanguínea.

A ingestão de ácido acetilsalicílico (aproximadamente 30 minutos antes de tomar Acinic) ou outro anti-inflamatório não esteroide (por exemplo: ibuprofeno) pode minimizar o rubor.

Contraindicações

Acinic não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, pacientes com doenças hepáticas inexplicadas ou significantes, em caso de úlcera péptica ativa ou sangramento arterial.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar a terapia com Acinic, deve-se dar atenção para o controle da hiperlipidemia com uma dieta apropriada, exercícios e redução de peso em pacientes obesos e para tratar outros problemas médicos subjacentes.

Pacientes com histórico de icterícia, doenças hepatobiliares ou úlcera péptica devem ser observados com atenção durante a terapia com Acinic. Monitorização frequente dos testes de função hepática e glicose sanguínea deve ser realizada para assegurar que a droga não está produzindo efeitos colaterais nesses órgãos.

Pacientes diabéticos podem experimentar um aumento de intolerância à glicose relacionado à dose. Pacientes diabéticos ou potencialmente diabéticos devem ser observados atentamente. O ajuste da dieta e/ou terapia pode ser necessária.

Deve ser usado com cautela em pacientes com angina instável ou na fase aguda do infarto do miocárdio, particularmente quando esses pacientes também recebem drogas vasoativas como nitratos, bloqueadores de canais de cálcio ou agentes bloqueadores adrenérgicos.

Níveis elevados de ácido úrico têm ocorrido em terapia com ácido nicotínico, embora seja usado com cautela em pacientes predispostos à gota.

Casos raros de rabdomiólise foram associados à administração concomitante de ácido nicotínico em doses reguladoras de lipídios e inibidores da HMG-CoA redutase. Em caso de terapia combinada de Acinic com inibidores da HMG-CoA redutase, o médico deverá avaliar cuidadosamente a relação risco/benefício e monitorizar os pacientes, observando os sinais e sintomas de dor muscular ou fraqueza, particularmente durante os meses iniciais de terapia e durante qualquer período de titulação para aumento de dose de ambos os medicamentos. Determinações periódicas de creatina fosfoquinase sérica (CPK) e potássio devem ser consideradas nessas situações, mas não é possível garantir que essa monitorização previna a ocorrência de miopatias graves.

Acinic na gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. O risco/ benefício do uso de Acinic durante a gravidez ou amamentação deve ser avaliado pelo seu médico.

A segurança e eficácia da terapia com ácido nicotínico não foi estabelecida em crianças menores de 16 anos.

Não há restrições específicas para pacientes idosos.

Interações Medicamentosas

  • Inibidores da HMG-CoA redutase: Casos raros de rabdomiólise foram associados à administração concomitante de ácido nicotínico, em doses reguladoras de lipídios, e inibidores da HMG-CoA redutase.
  • Terapia anti hipertensiva: o ácido nicotínico pode potencializar os efeitos dos agentes bloqueadores gangliônicos e drogas vasoativas resultando em hipotensão postural.
  • Sequestrantes de ácido biliar: Um estudo in vitro foi conduzido para investigar a capacidade de ligação do colestipol e da colestiramina ao ácido nicotínico. Cerca de 98% do ácido nicotínico disponível estava ligado ao colestipol e 10 a 30% ligado à colestiramina. Estes resultados sugerem que de 4 a 6 horas, ou o maior intervalo possível, deve decorrer entre a ingestão de resinas ligantes de ácidos biliares e a administração de ​Acinic.
  • Outros: A ingestão concomitante de álcool ou bebidas quentes pode aumentar os efeitos adversos de rubor e prurido e deve ser evitado próximo ao horário da administração de Acinic. Vitaminas ou outros suplementos nutricionais contendo altas doses de ácido nicotínico ou compostos semelhantes à nicotinamida podem potencializar os efeitos colaterais de ​Acinic.
  • Interferência em exames laboratoriais: O ácido nicotínico pode produzir falsas elevações em algumas determinações fluorométricas do plasma e catecolaminas urinárias. O ácido nicotínico pode também dar reações falso-positivas com soluções de sulfato de cobre (reagente de Benedict) nos testes de glicose na urina.

Superdosagem

Altas doses de ácido nicotínico podem produzir rubor temporário, prurido e distúrbios gastrintestinais.

Procedimentos como lavagem gástrica e tratamento geral de suporte devem ser utilizados para controlar a sintomatologia.

Composição

Acinic 500 mg

Cada comprimido de liberação prolongada de 500 mg contém:

ácido nicotínico ………………………………………………………………………………………….. 500 mg
Excipientes: hipromelose e estearato de magnésio.

Acinic 750 mg

Cada comprimido de liberação prolongada de 750 mg contém:

ácido nicotínico …………………………………………………………………………………………….750 mg
Excipientes: hipromelose e estearato de magnésio.

Apresentação:

  • Acinic Comprimido de liberação prolongada 500 mg. Caixa com 30 comprimidos.
  • Acinic Comprimido de liberação prolongada 750 mg. Caixa com 30 comprimidos.

Armazenamento

Mantenha Acinic em temperatura ambiente (15º a 30º C).

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Laboratório

Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800 724 6522

Dizeres Legais

MS – 1.0974.0191
Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Junior CRF-SP nº 5143

Niacina

Indicação

Niacina é indicada para diminuir o colesterol e o triglicerídeo presentes no sangue. Também é indicada para tratamento da pelagra.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Farmacocinética

O colesterol e o triglicerídeo são gorduras que podem formar placas nos vasos do coração, causando entupimento e aumentando o risco de infarto e morte.

A niacina inibe da a produção dessas gorduras pelo fígado, com isso diminui a formação dessas placas gordurosas.

Posologia

Adulto

  • Colesterol e o triglicerídeo:

1 g a 2 g por dia, divididos em 3 vezes ao dia, chegando a um máximo de 8 g por dia.

  • Pelagra:

10 mg a 20 mg por dia.

Crianças

Pelagra:

  • até 300 mg por dia.

Niacina deve ser engolido, sem mastigar, com um copo cheio de água.

Não corte o comprimido, pois além de não estar tomando a dose correta, a validade do medicamento pode ser comprometida ao ser partido.

A niacina deve ser tomada durante ou após as refeições.

Efeitos Colaterais

A seguir estão listados alguns efeitos colaterais relacionados com o uso de Niacina.

  • Cardiovasculares: arritmias cardíacas, inchaço, ondas de calor, queda da pressão, palpitação e sensação de desmaio.
  • Neurológicas: tontura, dor de cabeça, perda de sono, enxaqueca, nervosismo, câimbras, dor muscular, fraqueza muscular, formigamento.
  • Dermatológicas: escurecimento da pele, ressecamento da pele, coceira, alergia.
  • Endócrinas: gota, aumento do ácido úrico no sangue, aumento do fosfato no sangue.
  • Gastrintestinais: dor na barriga, diarreia, dor no estômago, gases, náuseas, vômitos e úlceras.
  • Musculares: dores musculares.
  • Hepáticas: aumento de enzimas hepáticas em exame de sangue, hepatite e icterícia (amarelamento da pele).
  • Outras: queda de plaquetas no sangue, visão borrada, falta de ar e suor em grande quantidade.

Contraindicações

Niacina é contraindicada em: pacientes com problemas nos rins e no fígado e pacientes com alergias ao medicamento.

Niacina na gravidez e lactação: não usar durante a gravidez e amamentação, pois expõe a criança ao risco de nascer com malformações.

Advertências e Precauções

Não ofereça esse medicamento a uma outra pessoa e nem aceite a indicação de medicamentos. Só o médico pode indicar um medicamento.

Sempre que for consultar com o médico, anote em um papel todos os medicamentos e chás que toma e mostre a ele, para que ele possa verificar se os medicamentos não interferem uns com os outros.

Faça uso do medicamento sempre no mesmo horário para evitar esquecimento.

Comunique ao médico o surgimento de qualquer efeito colateral ou mal estar causado pelo uso do medicamento.

Não consuma bebidas alcoólicas durante o uso da niacina.

Faça exames de sangue com frequência para avaliar o funcionamento do fígado e dos rins e para avaliar glicose sanguínea.

Mulheres em idade fértil devem usar um método contraceptivo seguro para evitar a gravidez.

Em caso de suspeita de gravidez, o medicamento deve ser imediatamente suspenso e o médico deve ser informado.

Interações Medicamentosas

Evite tomar o medicamento com refrigerantes, bebidas cítricas industrializadas (exemplo: Schwepes citrus, Fanta citrus,Tampico), café e com chás.

A niacina deve ser usada com cuidado (e com o conhecimento do seu médico) junto com os seguintes medicamentos:

Medicamentos que são usados no tratamento do aumento de colesterol e triglicerídeos (exemplos: sinvastatina, atorvastatina, lovastatina) podem causar dores musculares e problemas no fígado.

Medicamentos como o colestipol e a colestiramina diminuem os efeitos da niacina.

Superdosagem

Em caso de superdosagem: não deve provocar vômito e não deve tomar leite, nem chás.

Procure o mais rápido possível o pronto socorro para que sejam tomadas as medidas corretas.

Leve a bula ou o frasco do medicamento ao pronto socorro, para que o médico possa saber qual medicamento foi tomado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

O efeito Niacina se mantém o mesmo até 3 dias após o esquecimento. Mas, assim que se lembrar, espere até o horário do jantar e tome o medicamento normalmente.

Armazenamento

Niacina deve ser armazenado em lugar seco, fresco e protegido da luz.

Este medicamento não deve ser guardado no banheiro ou dentro do carro.

Sempre guarde o medicamento na embalagem original.

Seretide Diskus

Indicação

Seretide Diskus está indicado no tratamento da asma (doença obstrutiva reversível do trato respiratório), e no tratamento de manutenção da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), inclusive bronquite crônica e enfisema.

Uso adulto e pediátrico a partir de 4 anos de idade – Uso inalatório

Farmacocinética

Seretide Diskus atua, nas doenças dos brônquios, como dilatador de longa duração e como anti-inflamatório.

Seus efeitos duram aproximadamente 12 horas.

Posologia

  • Asma

Adultos e adolescentes a partir de 12 anos

Uma dose de Seretide Diskus 50 mcg/100 mcg, Seretide Diskus 50 mcg/250 mcg ou Seretide Diskus 50 mcg/500 mcg duas vezes ao dia.

Crianças a partir de 4 anos

Uma dose de Seretide Diskus 50 mcg/100 mcg duas vezes ao dia.

Não há dados disponíveis sobre o uso de Seretide em crianças menores de 4 anos.

  • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

Adultos

Para pacientes adultos, a dose máxima recomendada é de uma inalação de Seretide Diskus 50 mcg/250 mcg ou Seretide Diskus 50 mcg/500 mcg duas vezes ao dia.

Não há necessidade de ajuste de dose para pacientes idosos nem para aqueles que apresentam disfunção renal ou hepática.

Efeitos Colaterais

Estão listadas abaixo todas os efeitos colaterais associados aos componentes individuais, xinafoato de salmeterol e propionato de fluticasona.

Dados de estudos clínicos:

  • Efeito colateral muito comuns: dor de cabeça.
  • Efeitos colaterais comuns: candidíase na boca e na garganta (uma infecção causada por fungos); pneumonia (em pacientes com DPOC); disfonia (rouquidão); câimbras musculares; artralgia (dor nas articulações).
  • Efeitos colaterais incomuns: reações alérgicas na pele; dispneia (falta de ar); catarata (lesão ocular que torna opaco o cristalino); hiperglicemia (elevado nível de glicose no sangue); ansiedade; distúrbios do sono; tremores; palpitações; taquicardia (aumento dos batimentos do coração); fibrilação atrial (alteração no ritmo cardíaco); irritação na garganta; contusões.
  • Efeitos colaterais raros: reações anafiláticas (reação alérgica sistêmica); glaucoma (pressão intraocular elevada); mudanças de comportamento, incluindo hiperatividade e irritabilidade (predominantemente em crianças); arritmias cardíacas, incluindo taquicardia supraventricular e extra-sistólica;

Dados pós-comercialização

Efeitos colaterais raros: reações de hipersensibilidade que se manifestaram como angioedema (principalmente edema facial e orofaríngeo) e broncoespasmo (estreitamento da luz do brônquio pulmonar); possíveis efeitos sistêmicos incluindo síndrome de Cushing, e características desta supressão adrenal, retardo do crescimento em crianças e adolescentes, diminuição da densidade mineral óssea; broncoespasmo paradoxal.

Contraindicações

O uso de Seretide Diskus é contraindicado para pacientes com alergia conhecida a qualquer componente da fórmula.

Advertências e Precauções

Se você responder sim a qualquer uma das perguntas seguintes, converse com seu médico antes de usar Seretide Diskus.

  • Você está grávida ou há probabilidade de engravidar em breve?
  • Você está amamentando?
  • Já lhe disseram que você tem alergia a Seretide Diskus, ao xinafoato de salmeterol ou ao propionato de fluticasona?
  • Já lhe disseram que você tem alergia à lactose ou ao leite?
  • Você já teve aftas na boca?
  • Você recebe ou já recebeu tratamento para tuberculose?
  • Você está fazendo tratamento para alguma doença da tireoide?
  • Você está fazendo tratamento para pressão alta ou para algum problema cardíaco?
  • Você está tomando um medicamento chamado cetoconazol, usado para tratar infecções causadas por fungos?

Seretide Diskus na gravidez: este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Atualmente não há dados disponíveis que sugiram influência de Seretide Diskus sobre a capacidade de dirigir veículos ou de operar máquinas.

Seretide Diskus só deve ser administrado por via inalatória.

Não utilize este medicamento para tratar um ataque repentino de falta de ar, porque não vai ajudá-lo. Você vai precisar de um tipo diferente de medicamento, que não deve ser confundido com Seretide Diskus.

É recomendável que você tenha sempre à mão seu medicamento de resgate de ação rápida.

É muito importante usar Seretide Diskus regularmente. Não interrompa o tratamento mesmo que você esteja melhor, a menos que seu médico recomende.

Não mude a dose do medicamento, a menos que o médico recomende.

Se você sentir falta de ar, ficar ofegante ou sua respiração estiver mais agitada que o normal, avise seu médico.

Seretide Diskus contém xinafoato de salmeterol e propionato de fluticasona, incluídos na lista de substâncias proibidas na prática de esportes da Agência Mundial Antidoping.

Este medicamento pode causar doping.

Interações Medicamentosas

Em alguns casos, pode não ser indicado o uso de Seretide Diskus com outros medicamentos (como alguns utilizados para tratamento da AIDS).

Você não deve tomar Seretide Diskus se estiver usando um medicamento chamado ritonavirsem antes consultar seu médico.

Não deixe de avisar seu médico sobre os outros medicamentos que está tomando, inclusive aqueles que você comprou por conta própria.

Superdosagem

Se você tomar acidentalmente uma dose maior que a recomendada de Seretide Diskus, seu coração poderá bater mais rápido que o normal e você talvez sinta fraqueza.

Outros sintomas possíveis são dor de cabeça, fraqueza muscular e dores nas articulações.

Não há um tratamento específico para uma superdose de Seretide Diskus.

Informe seu médico, o mais depressa possível, se você tomar acidentalmente uma dose maior do que a indicada para seu caso.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso você esqueça alguma dose, basta tomar a dose seguinte no horário devido.

Composição

Seretide Diskus 50 mcg/100 mcg

xinafoato de salmeterol …………………….. 72,5 mcg (equivalente a 50 mcg de salmeterol)

propionato de fluticasona …………………… 100 mcg

excipiente: lactose q.s.p. ……………………. 1 dose

Seretide Diskus 50 mcg/250 mcg

xinafoato de salmeterol ……………………… 72,5 mcg (equivalente a 50 mcg de salmeterol)

propionato de fluticasona ……………………. 250 mcg

excipiente: lactose q.s.p. ……………………. 1 dose

Seretide Diskus 50 mcg/500 mcg

xinafoato de salmeterol ………………………. 72,5 mcg (equivalente a 50 mcg de salmeterol)

propionato de fluticasona ……………………. 500 mcg

excipiente: lactose q.s.p. ……………………. 1 dose

Apresentação: Seretide Diskus é apresentado na forma de pó para aspiração, acondicionado em um dispositivo plástico no formato de disco (Diskus) que contém um strip com 28 ou 60 doses. O dispositivo Diskus é embalado em invólucro laminado metálico.

  • Seretide Diskus 50 mcg/100 mcg com 28 ou 60 doses
  • Seretide Diskus 50 mcg/250 mcg com 28 ou 60 doses
  • Seretide Diskus 50 mcg/500 mcg com 28 ou 60 doses

Armazenamento

Mantenha Seretide Diskus na embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Proteja-o da umidade.

O dispositivo Diskus é lacrado em um invólucro laminado metálico que deve ser aberto apenas quando você usar o medicamento pela primeira vez. Uma vez aberto, o invólucro laminado deve ser descartado.

Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Aspecto físico: Dispositivo plástico redondo que apresenta dois tons de roxo, mede aproximadamente 8,5 cm de diâmetro por 3 cm de altura e dispõe de um contador que indica o número de doses restantes.

Laboratório

GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

SAC: 0800 701 2233

Dizeres Legais

MS: 1.0107.0230
Farm. Resp: Edinilson da Silva Oliveira CRF-RJ Nº 18875

Cáscara Sagrada

Indicação

Cáscara Sagrada é indicada para os casos de prisão de ventre ocasional.

Uso adulto acima de 12 anos – Uso oral

Farmacocinética

Cáscara Sagrada apresenta um efeito laxante por contato, age aumentando a movimentação intestinal e diminuindo a absorção de água e eletrólitos, o que facilita a eliminação das fezes.

O tempo estimado para o início da ação deste medicamento é de 6-8 horas após a sua administração.

Posologia

Cáscara Sagrada 75 mg

Ingerir duas cápsulas, uma vez ao dia, no meio da tarde ou antes de dormir.

Este medicamento não deve ser utilizado por mais de duas semanas.

A dose diária não deve ultrapassar duas cápsulas ao dia.

Cáscara Sagrada 380 mg

Ingerir 3 cápsulas ao deitar-se.

Cáscara Sagrada EC 500 mg

Ingerir 2 a 3 cápsulas, antes de dormir, ou a critério médico.

Não deve ser ultrapassado o limite máximo de 3 cápsulas ao dia.

O tratamento deve ser descontínuo e não deve ultrapassar 7 a 10 dias consecutivos sem acompanhamento médico.

Cáscara Sagrada não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Efeitos Colaterais

Podem ocorrer cólicas gastrointestinais. Em raros casos, pode levar a arritmias cardíacas, nefropatias, inchaço e diminuição óssea acelerada.

Contraindicações

Cáscara Sagrada é contraindicado nos casos de constipação crônica, abdômen agudo, dor abdominal, obstrução intestinal, processos ulcerosos do trato digestivo, doenças inflamatórias intestinais agudas, esofagite por refluxo, transtornos hidreletrolíticos, íleo paralítico, cólon irritável, diverticulite, doença diverticular, apendicite e nefrites.

Não podendo ser utilizado nos estados inflamatórios uterinos, menstruação, cistites e quando houver hemorroida.

Nos casos de insuficiência hepática renal e cardíaca, o seu uso é contraindicado.

Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto.

Cáscara Sagrada na gravidez e lactação: este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação médica.

Lactantes e gestantes devem fazer uso apenas com acompanhamento médico. As substâncias da Cáscara Sagrada podem passar para o leite materno e provocar cólicas no lactente.

Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

Este medicamento é contra-indicado para gestantes.

Advertências e Precauções

Cáscara Sagrada só deve ser utilizado se nenhum efeito tiver sido observado por meio de mudança de dieta.

O uso de laxantes por tempo maior que o recomendado pode causar lentidão intestinal, espasmos, cólicas, atonia e pode constituir-se um fator de risco de câncer intestinal.

Albuminúria, hematúria, inibição da movimentação intestinal e fraqueza muscular podem ocorrer.

Certos constituintes da Cáscara sagrada são excretados pelos rins, podendo tornar a urina alaranjada.

Pode haver alterações bioquímicas nos exames laboratoriais.

Informe seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Interações Medicamentosas

A perda de potássio, resultante do uso prolongado da Cáscara sagrada, pode potencializar a toxicidade dos digitálicos e as arritmias, quando a cáscara é administrada concomitantemente com as drogas antiarrítmicas.

Os diuréticos tiazídicos e os esteroides corticoadrenais podem potencializar a deficiência de potássio provocada pela Cáscara sagrada.

A indometacina e outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) podem ter seu efeito diminuído quando administrados com a Cáscara sagrada.

Superdosagem

O uso de produtos contendo Rhamnus purshiana em altas doses pode provocar cólicas e espasmos, irritação na mucosa digestiva, perda de eletrólitos e diminuição de mobilidade intestinal.

Em caso de superdosagem, suspender o uso, procurar orientação médica de imediato para que sejam adotadas as medidas habituais de apoio e controle das funções vitais.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retome a posologia prescrita sem a necessidade de suplementação.

Composição

Cáscara Sagrada 75 mg

Cada cápsula contém:
extrato seco de Rhamnus purshiana ………………………………. 75 mg*
*equivalente a 12 mg (16%) de derivados hidroxiantracênicos calculados como cascarosídeo A.

excipientes q.s.p……………………………………………………………1 cápsula
(amido de milho e dióxido de silício coloidal).

Cáscara Sagrada 380 mg

Cada cápsula contém:

Extrato seco de Rhamnus purshiana………………………………….380 mg
Padronizado em 7,6mg (2,0%) de cascarosídeos.

Cáscara Sagrada EC 500 mg

Cada cápsula gelatinosa dura contém:

500 mg de extrato seco da casca de Rhamnus purshiana.

Concentração dos princípios ativos: O extrato seco está padronizado em 2 % de cascarosídeos A. Cada cápsula contém 10 mg de cascarosídeos A.

Excipiente: Amido

Apresentação:

  • Cáscara Sagrada 75 mg: Cápsula dura – Extrato seco da casca de Rhamnus purshiana 75 mg – Embalagem com 3 blísters contendo 15 cápsulas cada.
  • Cáscara Sagrada 380 mg: Cápsulas gelatinosas duras com 380 mg de extrato seco de Rhamnus purshiana. Cartucho com 45 cápsulas
  • Cáscara Sagrada EC 500 mg: Cartucho contendo frasco plástico branco opaco apresentando 50 cápsulas de 500 mg.

Armazenamento

Cáscara Sagrada deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) em sua embalagem original.

Proteger da luz e da umidade.

Este medicamento tem validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Aspecto físico:

  • Cáscara Sagrada 75 mg: Cápsulas gelatinosas duras de cor creme.
  • Cáscara Sagrada 380 mg é constituído de cápsulas gelatinosas duras de coloração opaca contendo pó de coloração castanho.
  • As cápsulas de Cáscara Sagrada EC são de gelatina dura, transparentes, contendo pó de coloração bege escuro em seu interior.

Laboratório

Herbarium Laboratório Botâncio Ltda.

SAC: 0800 723 8383

Dizeres Legais

MS: 1.1860.0075 – Cáscara Sagrada 75 mg
Farmacêutica resp.:Dra. Anny M. Trentini CRF-PR nº 4081.
M.S.: 1.2009.0005 – Cáscara Sagrada 380 mg
Responsável técnica: Dra. Milena C. G. Zanini – CRF SP: 24.732
MS: 1.1678.0007- Cáscara Sagrada EC 500 mg
Farmacêutico Responsável: Aldo Cândido Dadalt CRF-PR: 4787

Eylia

Indicação

Eylia é indicado para o tratamento de degeneração macular relacionada à idade, neovascular (DMRI) (úmida).

Uso adulto – Uso intravítrea

Farmacocinética

Eylia é uma solução que é injetada no olho para tratar uma condição ocular chamada degeneração macular relacionada à idade (DMRI), do tipo neovascular ou úmida, comumente citada como DMRI úmida.

O aflibercepte, substância ativa de Eylia, bloqueia a atividade de um grupo de fatores conhecidos como Fator de Crescimento Endotelial Vascular A (VEGF-A) e o Fator de Crescimento Placentário (PlGF).

Em pacientes com DMRI úmida, estes fatores, em excesso, provocam a formação anormal de novos vasos sanguíneos no olho. Estes novos vasos sanguíneos podem causar extravasamento de componentes do sangue para dentro do olho e eventual lesão aos tecidos do olho responsáveis pela visão.

Eylia demonstrou interromper o crescimento de novos vasos sanguíneos anormais no olho e reduzir a quantidade de fluido e de sangue que vazaram para dentro da retina. Eylia pode ajudar a estabilizar, e em muitos casos, a melhorar a visão decorrente da DMRI úmida.

Efeitos Colaterais

Como todos os medicamentos, Eylia pode causar efeitos colaterais, embora nem todas as pessoas sejam afetadas.

Para pacientes com DMRI úmida Com a administração de Eylia, pode haver alguns efeitos colaterais devido ao procedimento de injeção. Alguns deles podem ser graves e incluem infecção ou inflamação dentro do olho (endoftalmite), opacidades lenticulares, devido a lesões (catarata traumática) e aumento temporário da pressão dentro do olho (aumento transitório da pressão intraocular). Estes efeitos colaterais graves ocorreram em menos de 1 a cada 1000 injeções em estudos clínicos.

Lista de efeitos colaterais relatados em pacientes com DMRI úmida Segue abaixo uma lista dos efeitos colaterais relatados possivelmente relacionados ao procedimento de injeção ou ao medicamento.

Não fique alarmado, pode ser que você não tenha nenhum destes efeitos. Sempre discuta qualquer suspeita de efeitos colaterais com o seu médico.

Efeitos colaterais muito frequentes:

  • olhos vermelhos causados pelo sangramento de pequenos vasos sanguíneos nas camadas mais externas do olho (hemorragia subconjuntival)
  • dor no olho

Efeitos colaterais frequentes:

  • diminuição da nitidez da visão (descolamento da retina, ruptura do epitélio pigmentar da retina, descolamento do epitélio pigmentar da retina)*
  • certas formas de opacificação do cristalino (catarata, catarata nuclear, catarata subcapsular)
  • lesão da camada da frente do globo ocular (abrasão da córnea)
  • aumento da pressão do olho (aumento da pressão intraocular)
  • visão turva
  • manchas se movendo na visão (moscas volantes)
  • inchaço da camada da frente do globo ocular (edema da córnea)
  • descolamento do vítreo (substância gelatinosa no interior do olho anterior à retina)
  • dor no local da injeção
  • sensação de cisco nos olhos (sensação de corpo estranho nos olhos)
  • aumento da produção de lágrimas (aumento do lacrimejamento)
  • inchaço da pálpebra (edema da pálpebra)
  • sangramento no local da injeção (hemorragia no local da injeção)
  • vermelhidão dos olhos (hiperemia conjuntival, hiperemia ocular)

Efeitos colaterais pouco frequentes:

  • infecção ou inflamação no interior do olho (endoftalmite)
  • visão turva / prejudicada (rasgo na retina)
  • reações alérgicas generalizadas (hipersensibilidade)
  • certas formas de opacificação do cristalino (catarata cortical, opacidade lenticular)
  • lesão da camada da frente do globo ocular (defeito do epitélio da córnea, erosão da córnea)
  • inflamação de certas partes do olho (vitreíte, uveíte, irite, iridociclite, opacidade na câmara anterior)

Efeitos colaterais raros:

  • pus nos olhos (hipópio)

O uso de inibidores de VEGF sistêmicos, substâncias similares às contidas em Eylia, é potencialmente relacionado ao risco de eventos tromboembólicos arteriais (de coágulos sanguíneos bloqueando vasos sanguíneos), que podem causar ataque cardíaco ou derrame cerebral.

Há um risco teórico de tais efeitos ao realizar injeções de Eylia dentro do olho.

Tal como acontece com todas as proteínas terapêuticas, há uma possibilidade de uma reação imunológica (formação de anticorpos) com Eylia.

Se algum dos efeitos colaterais se agravar ou se você detectar quaisquer efeitos colaterais não mencionados nesta bula, por favor informe o seu médico.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos.

Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

Contraindicações

Eylia não deve ser usado se você:

  • For alérgico ao aflibercepte ou a qualquer um dos outros componentes de Eylia.
  • Tiver inflamação no olho (indicada por dor ou vermelhidão).
  • Tiver uma infecção dentro ou em volta do olho (infecção ocular ou periocular).

Advertências e Precauções

Injeções de Eylia podem provocar um aumento na pressão do olho (pressão intraocular), em alguns pacientes, dentro de 60 minutos depois da injeção.

Seu médico vai monitorar isto após cada injeção.

Se você tem glaucoma, por favor informe seu médico.

Injeções dentro do olho, incluindo aquelas com Eylia, têm sido associadas com infecção ou inflamação do olho. Tais infecções ou inflamações podem estar associadas a dor nos olhos ou desconforto crescente, aumento da vermelhidão dos olhos, visão turva ou diminuição da visão, e aumento da sensibilidade à luz (fotofobia).

Informe imediatamente ao seu médico se você desenvolver qualquer um destes sinais ou sintomas, pois é importante ter qualquer sintoma diagnosticado e tratado o mais rápido possível.

Há um risco teórico de ocorrência de eventos tromboembólicos arteriais com a utilização de substâncias semelhantes ao Eylia.

Fale com seu médico para obter maiores informações.

Nenhum estudo específico em pacientes com problemas no fígado e/ou rins foi conduzido com Eylia.

Idosos: não são necessárias considerações especiais.

A segurança e eficácia do Eylia não foram estudadas em crianças e adolescentes.

Eylia na gravidez e lactação não há experimentos sobre a utilização de Eylia em mulheres grávidas. Portanto, Eylia não é recomendado durante a gravidez, a menos que os benefícios potenciais superem o risco potencial ao feto.

Se você estiver grávida ou planeja engravidar, fale com seu médico antes do tratamento com Eylia. Mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento.

Eylia não é recomendado durante a amamentação uma vez que não se sabe se o aflibercepte passa para o leite materno.

Pergunte ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Eylia.

Deve se tomar uma decisão quanto à descontinuidade da amamentação ou a suspensão da terapia com Eylia.

Pode haver distúrbios visuais temporários após a injeção de Eylia. Não se deve dirigir ou operar máquinas até que a visão tenha sido suficientemente recuperada.

Interações Medicamentosas

Informe seu médico se vocês está tomando ou recentemente tomou qualquer outro medicamento, incluindo medicamentos obtidos sem receita ou prescrição médica.

Superdosagem

Superdose com volume de injeção maior pode aumentar a pressão de dentro do olho.

Portanto, em caso de uma superdose, a pressão de dentro do olho deve ser monitorada e caso o médico responsável julgue necessário, deve-se iniciar tratamento adequado.

Composição

Cada frasco-ampola fornece quantidade suficiente para uma dose única de 0,050 mL contendo 2 mg de aflibercepte.

Excipientes: polissorbato 20, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio, sacarose e água para injetáveis.

Apresentação:

Eylia apresenta-se em forma de solução injetável, em frascos-ampola.

Cada frasco-ampola contém um volume de enchimento de 0,278 mL de solução para injeção intravítrea, que fornece aproximadamente 0,100 mL de volume extraível, acompanhado de uma agulha com filtro 18 G.

Cada mL de solução para injeção intravítrea contém 40 mg de aflibercepte.

Armazenamento

Conservar sob refrigeração (temperatura entre 2 e 8ºC).

Não congelar.

Antes do uso, o frasco-ampola pode ser armazenado em temperatura ambiente (25º C) por até 24 horas.

Manter o frasco-ampola em sua embalagem original até o momento do uso.

Proteger da luz.

Aspecto físico:

Eylia é uma solução para injeção límpida, de incolor a amarelo-claro, isosmótica (propriedades similares àquelas encontradas dentro do olho).

Laboratório

Bayer S.A.

SAC: 0800 702 1241

Dizeres Legais

MS-1.7056.0097
Farm. Resp.:Dra. Dirce Eiko Mimura CRF-SP nº 16532

Benlysta

Indicação

Benlysta 120 mg e Benlysta 400 mg é indicado como terapia adjuvante em pacientes adultos com lúpus eritematoso sistêmico (LES) ativo, que apresentam alto grau de atividade da doença (ex: anti-DNA positivo e baixo complemento) e que estejam em uso de tratamento padrão para LES, incluindo corticosteroides, antimaláricos, AINEs ou outros imunossupressores.

Uso adulto – Uso injetável

Farmacocinética

Benlysta 120 mg e Benlysta 400 mg contém belimumabe, que pertence a um grupo de medicamentos chamados anticorpos monoclonais.

O lúpus é uma doença autoimune, um grupo de doenças nas quais as células de defesa agridem as próprias células e orgãos do corpo humano. As pessoas que têm lúpus apresentam com frequência um grupo de glóbulos brancos, chamados células B, com uma atividade alterada. Essas células produzem anticorpos que podem danificar as células normais (auto anticorpos).

O Benlysta é uma proteína que estimula as células B a produzirem anticorpos.

Benlysta ajuda a regular as células B ligando-se à proteína BLyS. Havendo esta ligação, há uma redução na produção de anticorpos e no caso de pacientes com lúpus, redução na produção dos auto anticorpos que agridem as próprias células e orgãos.

Posologia

O médico decidirá sobre a dose correta de Benlysta 120 mg e Benlysta 400 mg conforme seu peso corporal.

A dose comum é 10 mg para cada quilograma (kg) de peso corporal.

Normalmente, você recebe Benlysta no primeiro dia de tratamento e 14 e 28 dias depois.

Em seguida, Benlysta é administrado, de modo geral, uma vez a cada 4 semanas.

Benlysta deve ser administrado por um profissional de saúde preparado para tratar reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia.

Os pacientes devem ser monitorados durante e por um período de tempo apropriado após a administração de Benlysta.

Efeitos Colaterais

Como ocorre com todos os medicamentos, Benlysta pode causar efeitos colaterais, embora nem todos os indivíduos apresentem esses efeitos .

Os efeitos colaterais observadas após a administração de Benlysta são descritas abaixo.

  • Efeitos colaterais muito comuns: infecções (não-oportunistas).
  • Efeitos colaterais comuns: reação de hipersensibilidade* (reações alérgicas), pirexia (febre), reação relacionada à infusão*.
  • Efeitos colaterais incomuns: reação anafilática (reações alérgicas graves, às vezes com inchaço da face, da boca, edema de glote que pode causar dificuldade de respirar e queda da pressão arterial), angioedema (inchaço da face, dos lábios e da língua), exantema (erupção na pele), urticária (coceira).

Reações de hipersensibilidade e reações à infusão Benlysta pode causar reação à infusão ou uma reação alérgica (hipersensibilidade). Estas reações podem afetar 1 a 10 em cada 100 pessoas e podem ocasionalmente serem graves, podendo levar à morte. É mais provável que estas reações ocorram no primeiro dia de tratamento, mas podem acontecer mais tarde. Se você apresentar algum dos sintomas a seguir de hipersensibilidade ou reação à infusão, procure seu médico imediatamente ou dirija-se ao hospital mais próximo:

  • Inchaço da face, lábios, boca ou língua.
  • Chiado, dificuldade de respirar ou falta de ar
  • Erupções na pele
  • Coceira

As reações alérgicas também podem ocorrer tardiamente com Benlysta, geralmente 5 a 10 dias após a dose do medicamento (podendo ocorrer antes ou após esse período) e incluem uma combinação de sintomas como erupções na pele, enjoo, cansaço, dores musculares, dores de cabeça e/ou inchaço da face. Se você sentir algum desses sintomas, especialmente se sentir uma combinação desses sintomas informe ao seu médico imediatamente.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer efeito colateral imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu médico.

Contraindicações

Benlysta não deve ser utilizado caso você tenha apresentado uma forte reação alérgica (anafilaxia) após o seu uso.

Advertências e Precauções

Benlysta na gravidez e lactação: comunique a seu médico caso esteja grávida, acredite estar grávida ou esteja planejando engravidar. Ele decidirá se você pode tomar Benlysta..

Use um método confiável de anticoncepção enquanto estiver sob tratamento com Benlysta e durante 4 meses após a última dose.

Se você ficar grávida durante o tratamento com Benlysta, informe seu médico.

Avise seu médico caso esteja amamentando.

É provável que Benlysta possa passar para o leite materno.

O seu médico irá avaliar se você deverá interromper o uso de Benlysta caso esteja amamentando ou se você deve parar de amamentar.

Este medicamento não deve ser usada por mulheres grávidas, ou que estejam amamentando, sem orientação médica.

Caso tenha uma infecção de longa duração ou se frequentemente apresenta infecções seu médico decidirá se você pode tomar Benlysta.

Caso você planeje se vacinar ou tenha sido vacinado (a) recentemente (nos últimos 30 dias) seu médico decidirá se você pode tomar Benlysta.

Certos tipos de vacinas não devem ser dadas antes ou durante o tratamento com Benlysta. O médico decidirá caso você precise tomar uma vacina.

Informe ao seu médico se você apresentar alguma infeção durante o tratamento com Benlysta.

Informe ao seu médico se você apresentar sintomas relacionados à depressão, pensamentos suicidas ou outras alterações de humor durante ou se já apresentou esses sintomas antes do uso de Benlysta.

Informe ao seu médico se você for alérgico a outros medicamentos.

Informe ao seu médico se você teve câncer.

Nào é conhecido o efeito de Benlysta na capacidade de dirigir ou operar máquinas.

Atenção diabéticos: este medicamento contém Sacarose.

Interações Medicamentosas

Avise seu médico caso esteja tomando outros medicamentos, tenha tomado algum recentemente ou começado a tomar alguma medicação nova.

Isso inclui medicamentos vendidos sem prescrição médica.

Superdosagem

Não há dados disponíveis sobre casos de superdosagem.

O que devo fazer quando eu me esquerecer de usar este medicamento?

Em casos de dúvidas, procure orientação do seu médico.

Composição

  • Benlysta 120 mg

Cada frasco ampola de 120 mg contém:

belimumabe……………………………………………………………………………….120 mg

excipientes*……………………………………………………………q.s.p para 1 frasco-ampola
*Excipientes: ácido cítrico monoidratado, citrato de sódio diidratado, sacarose, polissorbato 80.

  • Benlysta 400 mg

Cada frasco ampola de 400 mg contém:

belimumabe…………………………………………………………………………………400 mg

excipientes*………………………………………………………………..q.s.p para 1 frasco-ampola
*Excipientes: ácido cítrico monoidratado, citrato de sódio diidratado, sacarose, polissorbato 80.

Apresentação:

Pó liofilizado para solução para infusão intravenosa. Benlysta é apresentado em embalagem com 1 frasco-ampola com 120 mg ou 400 mg de belimumabe (80 mg/mL após a reconstituição).

Armazenamento

Armazenar Benlysta entre 2 °C e 8 °C.

Não congelar.

Proteger da luz.

Armazenar na embalagem original até o uso.

Depois da reconstituição com água para injeção e da diluição em solução salina normal 0.9%, o produto permanece estável por até 8 horas entre 2 °C e 8 °C. Proteger da luz direta do sol.

Aspectos físicos:

Benlysta se apresenta como um pó de tom branco a creme-claro.

Laboratório

GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

SAC: 0800 701 2233

Dizeres Legais

MS: 1.0107.0295
Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira CRF-RJ Nº 18875