Torsilax

Cataflam Sport Ice

Indicação

Cataflam Sport Ice é indicado para contusões, traumas, dores musculares, câimbras, torcicolos e processos dolorosos e inflamatórios em geral.

Cataflam Sport Ice não é um medicamento.

Uso adulto – Uso tópico

Posologia

Vaporizar o jato do aerossol a uma distância mínima de 20 cm, em uma toalha ou pedaço de tecido, por 2 a 3 segundos.

Colocar a toalha na área afetada, comprimindo levemente.

Caso necessário, repetir esta operação em curtos intervalos.

Farmacocinética

A ação gelada em spray provoca resfriamento do local, aliviando a dor e reduzindo o inchaço e a vermelhidão.

Advertências e Precauções

Evitar o contato com os olhos, pele ferida e mucosas.

Evitar a inalação deste produto.

Precaução ao utilizar diretamente na pele, vaporize o produto a uma distância mínima de 20 cm.

O produto pode causar queimadura quando mal aplicado.

Composição

Apresentação: Cataflam Sport Ice Aerossol está disponível em tubos de 60g (106ml) e 120g (212ml).

Outras formas de apresentação deste medicamento:

  • Cataflam Comprimido Dispersíveis
  • Cataflam Spray
  • Cataflam Gotas
  • Cataflam Gel (Emulgel)

Armazenamento

Conservar o produto em local fresco.

Laboratório

Novartis Biociências S.A.

SAC: 0800 775 8181

Dizeres Legais

Registro MS: 80153480066
Farm.Resp.: Bárbara Santos de Sousa – CRF-SP 24.844

Diazen

Indicação

DIAZEN é indicado para o tratamento preventivo e curativo dos seguintes agentes etiológicos:
Bovinos – Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina
Equinos – Babesia equi e Babesia caballi
Caninos – Babesia canis
Diazen também é usado para controlar reações excessivas desencadeadas por vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma.

Contraindicações

Animais tratados com inseticidas à base de organofosforados, não devem ser tratados simultaneamente com Diazen; Este produto não deverá ser usado por via intravenosa.

Posologia

Bovinos: Nas infecções mistas por Babesia e Anaplasma (Tristeza Parasitária), a dose recomendada de Diazen para bovinos é de 1 mL/40 kg de peso corporal, por via subcutânea em dose única.

1 mL/40 kg
2 mL/80 kg
3 mL/120 kg
4 mL/160 kg
5 mL/200 kg
6 mL/240 kg
7 mL/280 kg
8 mL/320 kg
9 mL/360 kg
10 mL/400 kg
11 mL/440 kg
12 mL/480 kg
13 mL/520 kg
14 mL/560 kg
15 mL/600 kg
Em casos de vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma, devido ao curto período de incubação, os sintomas da babesiose aparecerão nos primeiros dias após o início da premunição e poderão ser controlados com administração de 1,0 mL de Diazen/100 kg de peso corporal em dose única. Esta aplicação retardará o período de incubação da anaplasmose, que poderá manifestar-se algumas semanas mais tarde. Se os sinais clínicos forem excessivos, a dose a ser administrada deverá ser 2,5 mL/100 kg de peso corporal. No caso de babesiose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/100 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação. No caso de anaplasmose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/40 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação.

Quimioprofilaxia: é recomendada quando animais susceptíveis são introduzidos em áreas com presença de carrapatos e de babesiose. Nestes casos, deve-se administrar Diazen na dosagem de 2,5 mL para cada 100 kg de peso corporal, imediatamente ou no período máximo de 7 dias após a entrada dos animais. Quando bovinos susceptíveis são introduzidos em áreas de incidência de anaplasmose deve-se administrar o produto tão logo apareçam os primeiros sinais da doença na dosagem de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. A aplicação do Diazen durante o período de incubação da anaplasmose inibe o desenvolvimento de resistência natural do hospedeiro. Para o desenvolvimento da resistência natural é necessário que os bovinos entrem em contato com os agentes causais dessas doenças que são transmitidas principalmente pelos carrapatos. Em casos de infecções mistas ou quando não se conhece o agente causador do quadro clínico, os bovinos devem receber o produto na dose de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por um período de 28 dias após a aplicação. A repetição do tratamento pode ser feita de acordo com o médico veterinário.

Equinos: A dose recomendada para equinos é de 1 mL/ 50 kg de peso corporal, por via intramuscular em dose única. Caso os sintomas da babesiose persistam, o tratamento pode ser repetido após 24 horas da última aplicação. Para fins profiláticos, pode-se utilizar a dose de 1 mL/50 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até um mês após a aplicação do produto. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Caninos: A dose recomendada para cães é de 0,5 mL/10 kg de peso corporal, por via subcutânea em uma única aplicação. Como tratamento preventivo, utilizar a dose única de 0,2 mL/10 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até 15 dias após a aplicação do produto. O tratamento não deve ser repetido antes de decorridos 7 dias da primeira aplicação. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Efeitos Colaterais

Bovinos, equinos e cães podem apresentar leves sintomas colinérgicos, como salivação, lacrimejamento e cólica passageira, após o tratamento com Diazen. Nestes casos, utilizar sulfato de atropina.

Após a aplicação do produto, observou-se uma pequena incidência de edemas teciduais no local da injeção. Tais reações não prejudicam a ação do produto, nem causam problemas aos animais desaparecendo sem nenhum tratamento.

Advertências e Precauções

ATENÇÃO – OBEDECER AOS SEGUINTES PERÍODOS DE CARÊNCIA
BOVINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
LEITE: ESTE PRODUTO NÃO DEVE SER APLICADO EM BOVINOS PRODUTORES DE LEITE PARA O CONSUMO HUMANO
EQUINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
A UTILIZAÇÃO DO PRODUTO EM CONDIÇÕES DIFERENTES DAS INDICADAS NESTA BULA PODE CAUSAR A PRESENÇA DE RESÍDUOS ACIMA DOS LIMITES APROVADOS, TORNANDO O ALIMENTO DE ORIGEM ANIMAL IMPRÓPRIO PARA O CONSUMO HUMANO.

Não exceder a dosagem recomendada; Bovinos tratados com Diazen não devem receber vacina sanguínea antes de decorridos 28 dias de aplicação; Não jogar embalagens vazias ou restos do produto em mananciais, lagos ou rios; Evitar contato do produto com a pele e mucosas. Caso isto ocorra, lavar o local afetado várias vezes com água e sabão; Não guardar ou aplicar junto de alimentos, bebidas, produtos de higiene e produtos domésticos.

Superdosagem

Não consta.

Composição

Cada 100 mL contém: Dipropionato de imidocarb 12,0 g
Veículo q. s. p. 100,0 mL

Armazenamento

CONSERVAR EM LOCAL SECO E FRESCO, AO ABRIGO DA LUZ, FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS.

Apresentação

Frascos de vidro contendo 15 mL.

USO VETERINÁRIO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO.

Interações Medicamentosas

Não consta.

Informações Legais

Licenciado no Ministério da Agricultura sob o nº 8.938 em 09/08/2004
Resp. Téc. Médica Veterinária: HELOIZA HELENA BALIZA PEREIRA CRMV – MG Nº 2211

Proprietário e Fabricante:
VALLÉE S/A PRODUTOS VETERINÁRIOS
Av. Comendador Antônio Loureiro Ramos, 1500
Distrito Industrial – Montes Claros-MG
CNPJ 20.557.161/0001-98
Indústria Brasileira

Cloridrato de Paroxetina

Indicação

Cloridrato de paroxetina é indicado para o tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade.

Cloridrato de paroxetina também é indicado para o tratamento dos sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas da doença do pânico, com ou sem agorafobia; e, ainda, para o tratamento da fobia social.

Contraindicações

Cloridrato de paroxetina é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Não é recomendado o uso de cloridrato de paroxetina em crianças.

Cloridrato de paroxetina não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO (ver Advertências).

Posologia

Adultos:
Depressão: A dose recomendada é de 20 mg ao dia. Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): A dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 20 mg e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg. Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até o máximo de 60 mg/dia.

Doença do pânico: A dose recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg, de acordo com a resposta do paciente. Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia. Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que, conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da doença do pânico.

Fobia social: A dose recomendada é de 20 mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem« em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/ dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana. Recomenda-se que cloridrato de paroxetina seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar. Da mesma forma que ocorre com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas, após o início do tratamento, e conforme considerado clinicamente apropriado.

Em geral, recomenda-se que os pacientes sejam tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão, podendo ser mais longo para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e da doença do pânico. Da mesma forma que com muitos medicamentos psicoativos, é recomendável que o tratamento seja descontinuado gradativamente.

Crianças: O uso de cloridrato de paroxetina não é recomendado em crianças porque a segurança e a eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.

Pacientes idosos: Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Insuficiências renal/hepática: Em pacientes com insuficiência renal grave (clearance de creatinina < 30 ml/min) ou insuficiência hepática grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.

Abuso e dependência — Até o momento, não existem relatos que evidenciem ser o cloridrato de paroxetina uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam no nível do sistema nervoso central, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência. O paciente com depressão, ou história de abuso ou dependência de alguma droga, deve estar sob observação médica contínua.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Efeitos Colaterais

Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como náusea, sonolência, secura na boca, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem, constipação, diarréia, vômito e apetite reduzido.

Em pesquisas clínicas controladas, as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de cloridrato de paroxetina, embora não observadas em uma incidência equivalente entre os pacientes tratados com placebo, foram: náusea, sonolência, sudorese, tremor, astenia, boca seca, insônia, disfunção sexual (incluindo impotência e distúrbios de ejaculação), vertigem, constipação, vômito, diarréia e apetite diminuído. A maioria dessas experiências adversas pode diminuir de intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e, em geral, não causam a interrupção do tratamento. Além disso, durante o uso clínico de cloridrato de paroxetina, houve relato do seguinte:
Sistema nervoso: Alucinações, hipomania e agitação foram relatadas, além da síndrome serotonérgica. Como para outros SSRIs, confusão também foi relatada. Reações extrapiramidais foram raramente relatadas, incluindo distonia orofacial. Algumas vezes, ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões. Síndrome maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente descontinuada) também foi raramente relatada.

Sistema digestivo: Houve relatos de vômito. Elevação das enzimas hepáticas foi relatada. Sérias anormalidades do fígado foram raramente relatadas. A descontinuação de cloridrato de paroxetina deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática.

Pele e anexos: Houve raros relatos de erupção cutânea (incluindo urticária acompanhada de prurido ou angioedema) e reações de fotossensibilidade.

Metabólicos/endócrinos: Hiponatremia foi raramente relatada, com predominância em idosos, e pode estar associada à síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético (SIADH). A hiponatremia geralmente reverte com a descontinuação de cloridrato de paroxetina. Houve raros relatos de sintomas sugestivos de hiperprolactinemia/galactorréia.

Cardiovasculares: Assim como outros SSRIs, alterações transitórias na pressão sangüínea foram relatadas, geralmente em pacientes com hipertensão preexistente ou ansiedade. Taquicardia foi raramente relatada. Sintomas
sugestivos de hipotensão postural foram relatados, freqüentemente em pacientes com outros fatores de risco.

Hematológicos: Houve relatos de sangramento anormal (principalmente equimose e púrpura). Trombocitopenia foi raramente relatada.

Outros: Houve raros relatos de glaucoma agudo, retenção urinária e edema periférico. É menos provável que o uso de cloridrato de paroxetina esteja associado à boca seca, constipação e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos. Sintomas incluindo vertigem, distúrbio sensorial (p. ex.: parestesia), ansiedade, distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), agitação, tremor, náusea, sudorese e confusão foram relatados após descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente autolimitados e o tratamento sintomático raramente é necessário. Nenhum grupo de pacientes em particular pareceu estar sob risco maior de apresentar estes sintomas; portanto, recomenda-se que, quando o tratamento antidepressivo não for mais necessário, seja considerada a descontinuação gradual por redução de dosagem ou administração em dias alternados.

Advertências e Precauções

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Caso ocorra gravidez durante ou logo após o tratamento com cloridrato de paroxetina, suspenda a medicação e comunique imediatamente ao seu médico.

Cloridrato de paroxetina não é recomendado a mulheres que estão amamentando e não deve ser usado durante a gravidez.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

NÃO TOME MEDICAMENTOS SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

História de mania: Da mesma forma que ocorre com todos os antidepressivos, o cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.

Anticoagulantes orais: Cloridrato de paroxetina deve ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes orais (ver Interações medicamentosas).

Problemas cardíacos: Da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.

Epilepsia: Da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, cloridrato de paroxetina deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia.

Convulsões: Em geral, a incidência de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com cloridrato de paroxetina. A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão.

Glaucoma: Assim como ocorre com outros SSRIs, cloridrato de paroxetina raramente causou midríase e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma de ângulo agudo.

ECT: Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de cloridrato de paroxetina em pacientes sob ECT. No entanto, houve raros relatos de convulsões induzidas por ECT prolongado e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com SSRIs.

Neurolépticos: Cloridrato de paroxetina deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos, porque sintomas sugestivos de síndrome maligna neuroléptica foram relatados com esta combinação. Agravamento da depressão, idéias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva. Conseqüentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.

Triptofano: Uma vez que experiências adversas foram relatadas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (SSRI), cloridrato de paroxetina não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (ver Interações medicamentosas).

Gravidez e lactação: Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênicos ou embriotóxicos seletivos, a segurança de cloridrato de paroxetina na gravidez humana ainda não foi estabelecida; portanto, cloridrato de paroxetina não deve ser usado durante a gravidez ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.

Cloridrato de paroxetina não deve ser usado em combinação com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou durante as 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância; portanto, o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida. Os inibidores da MAO não devem ser administrados durante as 2 semanas após o término do tratamento com cloridrato de paroxetina.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Superdosagem

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram relatados em pacientes que administraram até 2.000 mg de cloridrato de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas, incluindo álcool. As experiências de superdosagem com cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: náusea, vômito, tremor, pupila dilatada, boca seca, irritabilidade, sudorese e sonolência, mas não coma ou convulsão. Não se conhece um antídoto específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.

Composição

Cada comprimido revestido contém: cloridrato de paroxetina anidra 20,00 mg
Excipiente q.s.p. 1 comprimido: amido glicolato de sódio, hidrogênio fosfato de cálcio, estearato de magnésio, agente de revestimento Opadry 03H 58900 branco.

Armazenamento

Conservar o medicamento na embalagem original, guardar em temperatura abaixo de 25°C, protegido da umidade.

O prazo de validade deste produto é de 24 meses. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto. NÃO UTILIZE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO, pois pode ser ineficaz e prejudicial para a sua saúde.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Apresentação

Cloridrato de paroxetina – caixas com 20 e 30 comprimidos revestidos de 20 mg.

Uso Oral – USO ADULTO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Interações Medicamentosas

Não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com cloridrato de paroxetina.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Alimentos/antiácidos: A absorção e farmacocinética de cloridrato de paroxetina não são afetadas por alimentos ou antiácidos. IMAOs/triptofano/outros SSRIs: A co-administração de drogas serotonérgicas (ex.: IMAOs, triptofano, outros SSRIs) pode levar a uma alta incidência de efeitos associados a serotonina. Os sintomas incluíram agitação, confusão, diaforese, alucinações, hiper-reflexia, mioclonia, calafrios, taquicardia e tremor. Indutores/inibidores do metabolismo enzimático: O metabolismo e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo enzimático da droga. Quando cloridrato de paroxetina é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo, o uso da dose mínima deve ser considerado. Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é co-administrada com drogas indutoras do metabolismo enzimático. Qualquer ajuste subseqüente de dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).

Álcool: Embora o cloridrato de paroxetina não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e cloridrato de paroxetina não é aconselhado. Haloperidol/amilobarbitona/oxazepam: Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que cloridrato de paroxetina não aumenta a sedação e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam, quando administrados em combinação.

Lítio: Estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre cloridrato de paroxetina e lítio. No de cloridrato de paroxetina e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.

Fenitoína/anticonvulsivantes: A co-administração de cloridrato de paroxetina e fenitoína é associada à diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das experiências adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando estas drogas são co-administradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de cloridrato de paroxetina com outros anticonvulsivantes também pode ser associada ao aumento da incidência de experiências adversas.

Warfarina/anticoagulantes orais: Dados preliminares sugerem que pode haver uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e a warfarina, que pode resultar em alteração do tempo de protrombina e em aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina deve, portanto, ser administrado com grande cautela em pacientes recebendo anticoagulantes orais.

Antidepressivos tricíclicos: Os efeitos da administração concomitante de cloridrato de paroxetina com antidepressivos tricíclicos não foram estudados. O uso concomitante de cloridrato de paroxetina com estas drogas deve, portanto, ser considerado com cautela.

Prociclidina: Cloridrato de paroxetina pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados. Como outros antidepressivos, incluindo outros SSRIs, o cloridrato de paroxetina inibe a isoenzima hepática específica do citocromo P-450, responsável pelo metabolismo da debrisoquina e esparteína. Isto pode levar a uma elevação do nível plasmático das drogas co-administradas que são metabolizadas por essa enzima, embora a significância clínica desta observação não tenha sido estabelecida.

As drogas metabolizadas por esta enzima incluem certos antidepressivos tricíclicos (ex.: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos fenotiazínicos (ex.: perfenazina e tioridazina) e antiarrítmicos tipo 1c (ex.: propafenona e flecainida).

Informações Legais

MS N° 1.2675.0030
Farm. Resp.: Dra. Ana Paula C. Neumann – CRF-SP nº 33512

Fabricado por: Ranbaxy Laboratories Limited
Industrial Area – 3, n°455001 – Dewas – Madhya Pradesh, Índia
Importado por: Mepha Inv., Desenv. e Fab. Farm. Ltda.

Av. Ceci, 820 – Tamboré – Barueri – SP
CNPJ nº 72.593.791/0001-11 – Indústria Brasileira
Subsidiária de Mepha Ltd, Basiléia, Suíça.
ratiopharm é marca registrada de ratiopharm GmbH, Ulm, Alemanha

Fenilefrina 10%

Indicação

Como midriático. Para dilatação da pupila em uveítes (sinéquias posteriores), cirurgias, refração (midríase sem cicloplegia), oftalmoscopia (direta ou indireta) e procedimentos diagnósticos.

Contraindicações

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Glaucoma de ângulo estreito. Hipertensão, diabetes mellitus e alterações arterioscleróticas avançadas. – Interações medicamentosas: o uso concomitante ou até 21 dias após administração de inibidores da MAO requer ajuste da dose e supervisão médica cuidadosa, uma vez que os efeitos adrenérgicos podem ser intensificados. O efeito dos agentes adrenérgicos sobre a pressão arterial pode ser potencializado pelos agentes antidepressivos tricíclicos. Em pacientes sob tratamento com guanitidina ou agentes bloqueadores adrenérgicos sistêmicos, pode ocorrer reversão rápida do efeito midriático.

Posologia

Instilar no saco conjuntival, de acordo com o critério médico.

Efeitos Colaterais

Batimentos cardíacos rápidos, irregulares e palpitações, aumento da pressão arterial, aumento da sudorese, cefaléia frontal, sensibilidade dos olhos à luz e lacrimejamento.

Advertências e Precauções

Deve ser utilizado com cautela em pacientes com arteriosclerose avançada ou hipertensão severa. Não se recomenda o uso em pacientes com glaucoma, exceto quando uma dilatação temporária da pupila deve ser utilizada para libertar aderências, ou quando se deve empregar a constrição dos vasos intrínsecos para baixar a tensão intra-ocular. Estas vantagens compensam temporariamente o risco da dilatação da pupila.

Composição

Cloridrato de fenilefrina 100 mg, veículoq.s.p. 1 ml. Veículo basicamente constituído de citrato de sódio diidratado, metabissulfito de sódio, edetato dissódico e cloreto de benzalcônio.

Apresentação

Frasco plástico conta-gotas, hermeticamente fechado e estéril, com 5 ml.

Laboratório

Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.

SAC: 0800-144077

Keduril Gotas 2%

Indicação

Antiinflamatório, anti-reumático.

Composição

Cetoprofeno sódico.

Apresentação

Frasco com 20 ml de solução oral a 2%.

Laboratório

Rhodia Farma Ltda.

SAC: 0800-112300

Ferrotônico B12

Indicação

Profilaxia e tratamento de anemias ferroprivas desenvolvidas após grandes perdas sangüíneas, dieta inadequada, má absorção, durante a gravidez e lactação.

Contraindicações

Hemocromatose, hemossiderose, pancreatite crônica, cirrose hepática, tuberculose pulmonar ativa, hipervitaminoses do complexo B e hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da fórmula.

Posologia

Para evitar os riscos de altas doses, a posologia adequada deve ser determinada pelo médico de acordo com a necessidade de cada paciente. As dose usuais recomendadas são: adultos: 1 drágea ou 1 colher das de sobremesa (10 ml) 2 vezes ao dia ou a critério médico. Crianças acima de 12 anos: 1 colher das de chá (5 ml) 2 vezes ao dia, ou a critério médico. Crianças menores de 12 anos: 1 colher das de chá (5 ml) 1 vez ao dia, ou a critério médico. Superdosagem: a ingestão acidental de altas doses pode ser fatal especialmente em crianças ou se não houver socorro rápido. O tratamento deve ser imediato com indução de vômito através de administração de xarope de ipeca; se o indivíduo apresentar convulsões ou entrar em estado comatoso recomenda-se a lavagem intestinal usando bicarbonato de sódio.

Efeitos Colaterais

As mais comuns são náuseas, vômitos e dores epigástricas que aparecem em um pequeno número de pacientes. Reações mais graves podem incluir crises hemolíticas perigosas, porém estão diretamente relacionadas com altas doses.

Advertências e Precauções

Recomenda-se ingerir o medicamento com o estômago vazio, porém quando os pacientes apresentarem distúrbios gástricos intensos o médico pode ajustar a posologia e recomendar ingerir com o estômago cheio. É aconselhável ingerir o medicamento com água ou suco de frutas para evitar o aparecimento de manchas nos dentes. Durante o tratamento é normal o escurecimento das fezes, sendo este mais intenso nas gestantes. O uso em pacientes idosos (acima de 65 anos) requer prescrição e acompanhamento médico. Os pacientes devem ser orientados para evitar o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento. – Interações medicamentosas: o uso concomitante de álcool, café e antiácidos contendo carbonatos ou trissilicato de magnésio pode diminuir a absorção do ferro devido à formação de complexos menos solúveis ou até insolúveis. O medicamento pode diminuir a absorção e o efeito terapêutico das tetraciclinas orais.

Composição

Cada drágea contém: sulfato ferroso 400 mg;ácido ascórbico 100 mg; ácido fólico 2 mg; cianocobalamina (vit. B12) 25 mcg; mononitrato de tiamina (vit. B1) 4 mg; riboflavina (vit. B2) 1 mg; cloridrato de piridoxina (vit. B6) 1 mg; nicotinamida 10 mg; pantotenato de cálcio 2 mg; excipientes: amido de milho, manitol, povidona, estearato de magnésio, sílica precipitada amorfa, gomas laca e arábica, talco, carbonato de cálcio, açúcar, gelatina, polietilenoglicol, dióxido de titânio, corante rosa, ceras de abelha e carnaúba. Cada colher das de sobremesa (10 ml) contém: sulfato ferroso 260 mg; ascorbato de sódio 50 mg; cianocobalamina (vit. B12) 25 mcg; cloridrato de tiamina (vit. B1) 4 mg; riboflavina-5-fosfato (vit. B2) 1 mg; nicotinamida 10 mg; dexpantenol 1 mg; excipientes: metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, álcool etílico, sorbitol, essências de laranja e tangerina, corante caramelo e água purificada.

Apresentação

Caixa com 3 blisters de 10 drágeas. Caixa contendo frasco de vidro âmbar com 100, 250 e 500 ml de solução oral.

Laboratório

Neo Química

SAC: 0800 97 99 900

Secnidal 500 mg

Indicação

Amebicida; giardicida; tricomonicida.

Composição

Secnidazol.

Apresentação

Caixa com 4 ou 8 comprimidos de 500 mg.

Laboratório

Rhodia Farma Ltda.

SAC: 0800-112300

Lidocaína 1%

Indicação

Anestésico local e antiarrítmico do miocárdio.

Contraindicações

Pacientes com história de hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida.

Posologia

A critério do médico.

Composição

Cloridrato de lidocaína 200 mg, veículo q.s.p.1 frasco-ampola de 20 ml.

Apresentação

Solução injetável. Frasco-ampola de 20 ml.

Laboratório

Geyer Medicamentos S.A.

Telefone: +55 (51) 3092-7200

Ossopan 800

Indicação

1 a 2 comprimidos ao dia. Ossopan 800 deve ser ingerido antes das refeições com um pouco de água. As doses poderão ser alteradas a critério médico. – Superdosagem: não há relatos de intoxicação por superdosagem com Ossopan 800; em caso de ingestão excessiva, a indução da êmese e o tratamento sintomático são os procedimentos indicados.

Contraindicações

Hipersensibilidade comprovada aos componentes da fórmula. Hipercalcemia e hipercalciúria severas.

Posologia

As doses indicadas são: em casos de osteoporose: 2 a 4 comprimidos pela manhã e à noite. Outras

Efeitos Colaterais

O emprego de Ossopan 800 não costuma provocar reações adversas; entretanto, pacientes sensíveis podem apresentar reações do tipo alérgico.

Advertências e Precauções

O uso de Ossopan 800 durante a gravidez e lactação deve ser feito sob acompanhamento médico e deve-se levar em conta o estado nutricional da paciente. Pacientes com distúrbios renais ou propensão à formação de cálculos renais devem ser acompanhados pelo médico na terapia com Ossopan 800. Pacientes portadores da síndrome de Zollinger-Ellison podem apresentar aumento da secreção de gastrina e ácido gástrico durante o tratamento com Ossopan 800, devido ao alto teor de cálcio do produto. Deve-se evitar o abuso de álcool e nicotina. Ossopan 800 contém apenas traços de cloreto de sódio (sal de cozinha), podendo ser utilizado por tempo prolongado por pacientes hipertensos. – Interações medicamentosas: Ossopan 800 contém um alto teor de cálcio em sua composição; assim, deve-se levar em conta as interações do cálcio e evitar o uso do medicamento conjuntamente com: glicosídeos cardioativos, pois pode ocorrer potencialização do efeito digitálico e precipitar uma intoxicação digitálica; a administração simultânea com medicamentos que contenham ferro ou tetraciclinas deve ser evitada, pois a absorção dos mesmos é prejudicada. No caso de tratamento concomitante Ossopan 800 deve ser administrado 4 horas após tetraciclina ou ferro.

Composição

Cada comprimido revestido contém complexoosseína-hidroxiapatita 830 mg. Cada 830 mg do complexo osseína-hidroxiapatita é composto de 75 mg de peptídeos não colágenos/proteínas e 216 mg de colágenos, correspondentes a 291 mg de osseína; 178 mg de cálcio e 82 mg de fósforo, correspondentes a 444 mg de hidroxiapatita. Excipientes q.s.p. 1 comprimido revestido.

Apresentação

Caixa com 30 comprimidos revestidos.

Laboratório

Asta Médica Ltda.

Tel: (11) 3209-1660

Tralen 1%

Indicação

Tratamento tópico de infecções cutâneas causadas por fungos (dermatófitos e leveduras) e bactérias suscetíveis.

Contraindicações

Pacientes hipersensíveis a agentes antifúngicos imidazólicos ou a quaisquer componentes da fórmula.

Posologia

Tralen Creme Dermatológico 1% deve ser suavemente aplicado nas áreas cutâneas afetadas e adjacentes 1 ou 2 vezes ao dia, pela manhã e à noite. Em áreas intertriginosas o creme deve ser aplicado em camadas finas e bem espalhado a fim de evitar maceração da pele. Tralen Pó Dermatológico 1% deve ser aplicado diretamente sobre as áreas afetadas e adjacentes, 2 vezes ao dia. Recomenda-se não aplicar o pó em quantidade excessiva para se evitar maceração da pele. Tralen Loção Dermatológica 1% deve ser aplicado suavemente sobre as áreas afetadas e adjacentes, 1 ou 2 vezes ao dia, usando-se os dedos ou um cotonete. Tralen Solução Spray 1% deve ser aplicado 1 ou 2 vezes ao dia, sendo especialmente útil na aplicação em regiões pilosas do corpo. É eficaz no tratamento de dermatofitoses causadas por tineas e pitiríase versicolor. Para a aplicação, recomenda-se que o frasco spray seja posicionado a uma distância de aproximadamente 15 cm da área afetada. Embora uma quantidade excessiva de solução spray deva ser evitada, as áreas afetadas e adjacentes deverão ser completamente tratadas. Evitar o contato da solução com os olhos. A duração do tratamento varia de paciente para paciente, dependendo do patógeno causal e do local da infecção. O período de 10 dias é geralmente suficiente para obtenção da cura na maioria dos casos de pitiríase versicolor, mas até 6 semanas de tratamento podem se tornar necessárias nos casos graves de Tinea pedis, especialmente do tipo hiperqueratótica crônica. A duração do tratamento requerida para infecções por dermatófitos em outros locais, candidíase e eritrasma é em geral da ordem de 2 a 4 semanas.

Efeitos Colaterais

Tralen é bem tolerado após aplicações locais e reações adversas sistêmicas não têm sido observadas com aplicações dérmicas. Sintomas de irritação local têm sido relatados por alguns pacientes porém geralmente são observados logo no início do tratamento, sendo de natureza leve e transitória. Entretanto, se uma reação de sensibilidade desenvolver-se com o uso de Tralen o tratamento deve ser interrompido e terapêutica apropriada deve ser instituída.

Composição

Cada grama de Tralen, nas formas cremedermatológico 1%, loção dermatológica 1%, pó dermatológico 1%, solução spray 1% contém 10 mg de tioconazol. Excipientes da forma creme: vaselina, álcool estearílico, álcool benzílico, ácido esteárico, propilenoglicol, cremophor A-6, cremophor A-25 e água destilada. Excipientes da forma loção: cera emulsificante, cremophor A-6, cremophor A-25, óleo de coco, cutina MD-A, propilenoglicol, álcool benzílico e água destilada. Excipientes da forma pó: talco, miristato de magnésio, caulin e dióxido de silício. Excipientes da forma solução spray: apresentação em frasco plástico: álcool isopropílico e miristato de isopropila.

Apresentação

Creme, loção e pó dermatológico 1%: frasco plástico com 30 gramas. Solução spray dermatológica 1%: frasco plástico com 30 ml.

Laboratório

Pfizer Ltda.

SAC: 0800-16-7575