Gardenal

Cataflam Sport Ice

Indicação

Cataflam Sport Ice é indicado para contusões, traumas, dores musculares, câimbras, torcicolos e processos dolorosos e inflamatórios em geral.

Cataflam Sport Ice não é um medicamento.

Uso adulto – Uso tópico

Posologia

Vaporizar o jato do aerossol a uma distância mínima de 20 cm, em uma toalha ou pedaço de tecido, por 2 a 3 segundos.

Colocar a toalha na área afetada, comprimindo levemente.

Caso necessário, repetir esta operação em curtos intervalos.

Farmacocinética

A ação gelada em spray provoca resfriamento do local, aliviando a dor e reduzindo o inchaço e a vermelhidão.

Advertências e Precauções

Evitar o contato com os olhos, pele ferida e mucosas.

Evitar a inalação deste produto.

Precaução ao utilizar diretamente na pele, vaporize o produto a uma distância mínima de 20 cm.

O produto pode causar queimadura quando mal aplicado.

Composição

Apresentação: Cataflam Sport Ice Aerossol está disponível em tubos de 60g (106ml) e 120g (212ml).

Outras formas de apresentação deste medicamento:

  • Cataflam Comprimido Dispersíveis
  • Cataflam Spray
  • Cataflam Gotas
  • Cataflam Gel (Emulgel)

Armazenamento

Conservar o produto em local fresco.

Laboratório

Novartis Biociências S.A.

SAC: 0800 775 8181

Dizeres Legais

Registro MS: 80153480066
Farm.Resp.: Bárbara Santos de Sousa – CRF-SP 24.844

Carbonato de Lítio

Indicação

No tratamento de episódios maníacos nos transtornos bipolares. Profilaxia da mania recorrente. Prevenção da fase depressiva. Tratamento da hiperatividade psicomotora.

Contraindicações

O produto é contraindicado a pacientes com má função renal e em indivíduos recebendo diuréticos ou com dieta baixa de sal, porque a depleção do cloreto de sódio aumenta a toxicidade do lítio. Não deve ser usado durante a gravidez e o período de aleitamento.

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade ao carbonato de lítio e/ou demais componentes da formulação.

Posologia

Variável conforme o caso sendo consideradas úteis doses terapêuticas variando de 2 a 6 comprimidos ao dia, devendo portanto, serem ajustadas a cada caso. O produto exige um controle da litemia, ou seja, o nível plasmático de lítio, pois é através dele que chegamos ao nível terapêutico, esse nível varia individualmente, mas em geral está entre 0,8 e 1,4 mEq/l, para a fase aguda e entre 0,6 e 1,0 mEq/l na prevenção da doença maníaco-depressiva.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico, somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

Se houver esquecimento, recomenda-se o seguinte esquema: até 3 horas ou menos, tomar a dose normal. Acima de 3 horas, reiniciar o tratamento no próximo horário programado. Seu nível sanguíneo adequado será alcançado novamente em pouco tempo. Nunca dobre uma dose do produto para alcançar a que havia sido esquecida.

Isto pode levar a elevação grave de lítio nos níveis sanguíneos.

Efeitos Colaterais

A medicação com lítio apresenta ausência de efeitos tóxicos sob “condições de controle”. Se por eventualidade, quaisquer dos sintomas abaixo ocorrerem durante a “litioterapia”, deverá ser interrompida a medicação e o médico deverá ser informado imediatamente. Diarréia persistente, vômitos ou náuseas severas e persistentes, visão prejudicada, fraqueza generalizada, dificuldade para andar, pulso irregular, tremores intensos, cãibras, grande desconforto, tontura acentuada, sudorese de pés e pernas.

Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável ou efeitos colaterais, tais como: aumento exagerado do volume urinário, ganho anormal de peso, insônia, cansaço, diminuição da velocidade de pensamento, sensação de frio, alterações menstruais, dor de cabeça e dores musculares.

Advertências e Precauções

Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Evite dirigir automóveis ou operar máquinas complexas até a comprovação de que o produto não compromete o desempenho funcional.

Para manter o nível de água no organismo durante o tratamento com o produto, recomenda-se beber pelo menos 1 a 1 ½ litro de líquido por dia e dieta normal de sal.

Pacientes Idosos: Devem ser observadas as mesmas restrições para pacientes adultos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Superdosagem

Como não há antídoto específico para a intoxicação por lítio (superdosagem), o tratamento é de apoio. Se a função renal for adequada, a excreção poderá ser discretamente acelerada através de diurese osmótica e solução de bicarbonato de sódio intravenoso. A diálise é provavelmente o meio mais eficaz de remover-se o íon do organismo e deverá ser levado em conta no caso de superdosagem.

Condutas gerais e específicas: Testes laboratoriais são necessários antes de iniciar a litioterapia, para certificar-se de um uso seguro e para determinar os sistemas funcionais basais do organismo. Os tipos e quantidade de testes dependem da condição clínica do paciente. A avaliação da função renal é essencial porque o lítio é eliminado do organismo na urina e, também porque o lítio pode, com o tempo, provocar alterações na função renal. A avaliação da função da tireóide também é importante, uma vez que, uma glândula hiper ou hipoativa pode causar sintomas que se assemelham à mania ou à depressão e também porque o lítio causa anormalidades de funcionamento dessa glândula.

Composição

Cada comprimido contém: carbonato de lítio (equivalente a 31,1 mg de lítio) 300 mg.

Excipientes: amido de milho, lactose, estearato de magnésio, crospovidona, celulose microcristalina, croscarmelose, dióxido de silício coloidal e lauril sulfato de sódio.

Armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade está impresso na embalagem externa do produto.

ATENÇÃO: não use medicamento com o prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Apresentação

Embalagens com 50, 200 ou 500 comprimidos de 300 mg.

USO ADULTO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Interações Medicamentosas

A semelhança de outros fármacos utilizados para esta especialidade, o produto pode sofrer interação adversa com outros medicamentos em alguns pacientes.

Podem ser outros grupos de substâncias, como por exemplo: antiinflamatórios não esteróides incluindo indometacina, fenilbutazona e alguns diuréticos como hidroclorotiazida, clortiazida, entre outros. Portanto, durante o tratamento com o produto, o médico assistente deverá ser sempre consultado.

Durante o tratamento com o produto o paciente deverá evitar quantidade exagerada de café, chá ou outras bebidas com cafeína, pois a cafeína provoca perda de água e pode agravar as reações secundárias provocadas pela litioterapia.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Informações Legais

Reg. MS nº 1.0492.0162
Farm. Resp.: Luis Carlos de Oliveira CRF-RJ nº 7796

Arrow Farmacêutica Ltda.

Rua Barão de Petrópolis, 311 – Rio de Janeiro – RJ
CEP 20251-061
CNPJ 33.150.764/0001-12
Indústria Brasileira

Benzagel 5 e 10%

Indicação

Tratamento cosmético da acne. Benzagel contém peróxido de benzoíla, que ajuda a reduzir o teor de lipídeos e ácidos graxos livres, promovendo uma descamação da pele e reduzindo simultaneamente os comedões e lesões acnéicas.

Contraindicações

Benzagel não deve ser usado em crianças, mulheres grávidas ou que estejam amamentando e nem por pessoas hipersensíveis a qualquer componente da fórmula.

Advertências e Precauções

Manter em local fresco (entre 15 e 30ºC) e ao abrigo da luz; manter fora do alcance das crianças. Este produto pode descolorir os cabelos e manchar a roupa. Evitar o contato com os olhos, lábios e mucosas.

Composição

Benzagel 5%: peróxido de benzoíla 50 mg/g.Benzagel 10%: peróxido de benzoíla 100 mg/g. Contém: alfa-bisabolol, extrato de Aloe vera, alantoína, silicone, propilenoglicol, polissorbato 20, trietanolamina, carbopol, metilparabeno e água desmineralizada.

Apresentação

Frasco plástico com 60 g.

Laboratório

Galderma Brasil Ltda.

SAC: 0800-0155552

Metiocolin B12

Indicação

Medicação hepatoprotetora.

Contraindicações

Pacientes portadores de patologias hepáticas graves.

Posologia

Adultos: 4 a 6 drágeas ao dia, a critério médico. Crianças: 2 a 3 drágeas ao dia, a critério médico.

Efeitos Colaterais

Metiocolin B12 apresenta um baixo índice de reações adversas; raros distúrbios gástricos como náusea e pirose têm sido relatados. Recomenda-se não ingerir o produto com o estômago vazio.

Advertências e Precauções

O uso prolongado da metionina em crianças pode resultar em ganho ponderal abaixo do normal. Adequado aporte de proteína deve ser mantido durante esse período. A segurança do uso de Metiocolin B12 durante a gravidez não foi estabelecida; por essa razão não é recomendada sua administração durante o primeiro trimestre de gestação.

Composição

Cada drágea: contém: DL-metionina 100 mg;cloreto de colina (5H2O) 25 mg; inositol 50 mg; cianocobalamina 2 mcg. Excipiente q.s.p. 1 drágea.

Apresentação

Embalagens contendo 40 drágeas.

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

Intal Nasal 4%

Indicação

Antialérgico nasal.

Composição

Cromoglicato dissódico.

Apresentação

Frasco com 13 ml de solução nasal a 4%.

Laboratório

Rhodia Farma Ltda.

SAC: 0800-112300

Pedialyte 45 Pó

Indicação

Exclusivamente para prevenção da desidratação ou para manutenção da hidratação (após a fase de reidratação), em quadros de doença diarréica aguda, de qualquer etiologia tanto em crianças quanto em adultos.

Contraindicações

As soluções para TRO estão contra-indicadas em íleo paralítico, em obstrução ou perfuração intestinal e nos vômitos incoercíveis.

Posologia

Prevenção da desidratação e fase de manutenção da hidratação a solução preparada com Pedialyte 45 Pó, de acordo com as instruções, deve ser oferecida com freqüência ao paciente, alternada com outros líquidos (leite, sucos, chás, água, sopas). Administrações de solução podem ser feitas adicionalmente a cada evacuação líquida. As soluções para TRO devem ser administradas exclusivamente por via oral, de preferência por colher ou copo, dependendo da idade do paciente. Em caso de vômitos ou falta de deglutição voluntária, as soluções podem ser administradas por sonda nasogástrica, pelo período necessário até que seja possível passar-se à administração por colher, copo ou mamadeira. Instruções para preparo e conservação da solução: diluir completamente o conteúdo do envelope em meio litro (500 ml) de água limpa, se possível previamente filtrada e/ou fervida. Depois de preparada, a solução deve ser mantida em vasilhame tampado e em lugar fresco, opcionalmente em refrigerador, podendo ser usada durante 24 horas. Passado esse prazo, o que restar de solução deve ser eliminada e, se necessário, deve-se preparar nova solução. Antes do preparo, armazenar os envelopes em local fresco e seco. – Superdosagem: havendo diurese adequada nas primeiras horas de reidratação, dificilmente ocorrerá superdosagem, pois os rins excretam excessos de eletrólitos. A situação em que existe maior risco de superdosagem é o preparo incorreto, com menos água do que o recomendado, de produtos concentrados ou em pó/grânulos para diluição. Nesse caso podem ocorrer, como conseqüências mais graves de superdosagem, hipernatremia e/ou hiperpotassemia. Hipernatremia e hiperpotassemia leves são geralmente assintomáticas. Hipernatremia severa pode manifestar-se por febre elevada, sede, oligúria acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia ao coma, irritabilidade, hiper-reflexia, rigidez de nuca e convulsões; não corrigida pode levar à lesão cerebral. Hiperpotassemia severa pode causar fraqueza e paralisia musculares, arritmias cardíacas, falência circulatória e parada cardíaca. Para tratamento de superdosagem recomenda-se acompanhamento com dosagens freqüentes de eletrólitos sangüíneos. Administração de água, alternadamente com a solução para TRO, ou substituição por hidratação I.V., orientada por dosagens de eletrólitos sangüíneos. Em hiperpotassemia, acompanhamento por ECG; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio, como injeção I.V. de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão de insulina e glicose (1U/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células. Nos casos mais graves, de hipernatremia /ou hiperpotassemia, diálise peritoneal.

Efeitos Colaterais

Até o momento não se observaram reações adversas com a posologia recomendada. Administração aguda de sais de sódio, em quantidade acima da capacidade renal de excreção, produz aumento de osmolaridade, principalmente extracelular. Não há toxicidade crônica com o uso de soluções para TRO.

Advertências e Precauções

Soluções orais contendo potássio devem ser usadas com cautela se a função renal estiver diminuída. Soluções para TRO podem ser usadas na gestação. – Advertências: deve-se seguir com atenção as instruções de preparo de produtos para TRO apresentados como soluções concentradas para diluição em água, ou como pó ou grânulos para diluição em água, usando as quantidades recomendadas de água. Após preparo da solução, o que não for consumido em 24 horas deve ser desprezado.

Composição

Por 500 ml de solução: cloreto de sódio: 1,02g; citrato de potássio monoidratado 1,08g; citrato de sódio diidratado 0,49 g; glicose 11,37 g. Excipientes q.s.p. 1 envelope. Após preparada, a solução terá a seguinte composição hidroeletrolítica: sódio 45 mEq/l; potássio 20 mEq/1, cloreto 35 mEq/l; citrato 30 mEq/l; glicose 126 mMol/l.

Apresentação

Sabor artificial de framboesa: cartucho com 1 envelope de 15,80 g (p/500 ml). Sabor natural de laranja: cartucho com 1 envelope de 15,10 g (p/500 ml).

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

One-a-day 50+

Indicação

Suplemento multivitamínico para homens e mulheres com mais de 50 anos.

Posologia

1 comprimido ao dia.

Advertências e Precauções

Portadores da doença de Parkinson e que estejam usando levodopa, não devem tomar este medicamento, pois a vit. B6 nele contida, interfere no tratamento.

Composição

Ácido fólico, vit. A, vit. B12, vit. B6, vit.B1, vit. D, vit. B2, vit. E, vit. K, niacina, vit. C, biotina, ácido pantotênico, iodo, zinco, selênio, magnésio, cálcio, cromo, molibdênio, manganês, cobre, potássio e cloro.

Apresentação

Caixas com 30 comprimidos.

Laboratório

Biosintética Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800-7016900 

Equilid 50 mg

Indicação

Esquizofrenia, estados neuróticos depressivos, síndromes vertiginosas.

Contraindicações

Pacientes com diagnóstico ou suspeita de feocromocitoma.

Posologia

Estados neurolépticos depressivos: 100 a 200 mg (2 a 4 cápsulas de 50 mg) ao dia, administrados em 2 tomadas diárias manhã e noite). Síndromes vertiginosas: 150 a 300 mg ao dia, em 2 tomadas. Esquizofrenia: 400 a 800 mg ao dia, em 2 tomadas. A posologia pode ser aumentada, se necessário, até o máximo de 1200 mg ao dia. Sintomas predominantemente excitatórios (delírios, alucinações) respondem melhor a doses maiores, iniciando-se o tratamento com 400 mg 2 vezes ao dia e aumentando-se até 1200 mg ao dia, se necessário. Sintomas predominantemente depressivos respondem melhor a doses iguais ou inferiores a 800 mg ao dia. Pacientes com sintomatologia mista respondem geralmente a uma posologia de 400-600 mg 2 vezes ao dia.

Efeitos Colaterais

Neurológicas: sedação ou sonolência, discinesia precoce (torcicolo espasmódico, crises oculogíricas, trismo e síndrome extrapiramidal), que diminuem com a administração de um antiparkinsoniano anticolinérgico; discinesia tardia, que pode ocorrer em todo tratamento prolongado com neurolépticos; não é controlável com anticolinérgicos, que podem exacerbar os sintomas. Endócrinas e metabólicas: hiperprolactinemia, que pode causar amenorréia, galactorréia, ginecomastia, impotência ou frigidez. Autonômicas: crises hipertensivas (em hipertensos ou portadores de feocromocitomas), hipotensão ortostática. – Superdosagem: as manifestações clínicas de superdosagem variam de acordo com a quantidade de droga ingerida. Abrangem desde agitação e obnubilação mental, sintomas extrapiramidais de variados graus, até hipotensão e coma. O tratamento inclui monitoração apropriada, diurese osmótica alcalina e, se necessário, drogas antiparkinsonianas. Tentativas de indução de êmese são ineficazes devido à ação antiemética central da sulpirida. Há registros de superdosagem com até 16 g, e sem morte do paciente.

Advertências e Precauções

Gravidez: deve-se evitar a administração de Equilid nas primeiras 16 semanas de gravidez. Síndrome neuroléptica maligna: como todo neuroléptico, a presença de hipertermia inexplicada pode indicar a ocorrência da síndrome neuroléptica maligna. Neste caso, deve-se suspender a medicação até que a origem da febre seja identificada. Deve-se administrar com precaução a pacientes com: epilepsia (a sulpirida reduz o limiar convulsivante e produz leve alteração do EEG); doença de Parkinson: (a sulpirida agrava os sintomas da doença e interfere na ação do levodopa); hipertensão arterial (a sulpirida pode produzir crises hipertensivas devido a potencial efeito dopaminérgico); distúrbios endócrinos (especialmente distúrbios hipofisários); insuficiência renal (devido à sua eliminação renal); em idosos (a sensibilidade ao produto está aumentada); em neoplasias mamárias (devido a potencial estimulação do tecido mamário por um aumento da prolactina). – Interações medicamentosas: Equilid pode potencializar os efeitos sedativos de álcool, hipnóticos, tranqüilizantes, anestésicos, anti-histamínicos e apresentar efeito aditivo ao dos anti-hipertensivos (produzindo ocasionalmente hipotensão ortostática). É desaconselhável sua associação à levodopa, por ser antagonista da mesma.

Composição

50 mg de sulpirida.

Apresentação

Caixa com 20 cápsulas.

Laboratório

Hoechst Marion Roussel

Tel: 55 (011) 5683-7847

Mirapex

Indicação

Tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson idiopática, podendo ser usado como monoterapia ou associado à levodopa.

Contraindicações

Em pacientes que demonstraram hipersensibilidade ao pramipexol ou a qualquer componente da fórmula.

Posologia

Em todos os estudos clínicos, a posologia foi iniciada em um nível subterapêutico, para evitar efeitos adversos intoleráveis e hipotensão ortostática. A dose de Mirapex deve ser ajustada gradualmente em todos os pacientes. Administração em pacientes com função renal normal – tratamento inicial: a posologia deve ser aumentada gradualmente de uma dose inicial de 0,375 mg/dia, administrada em três doses divididas, e não deve ser aumentada mais freqüentemente que a cada 5 a 7 dias. Tratamento de manutenção: Mirapex foi eficaz e bem tolerado dentro de um intervalo posológico de 1,5 a 4,5 mg/dia, administrados em doses iguais divididas, três vezes por dia, com ou sem levodopa concomitante (aproximadamente 800 mg/dia). Quando o pramipexol é usado em combinação com a levodopa, deve-se considerar uma redução da dose de levodopa. Pacientes com insuficiência renal: estado renal: normal a uma insuficiência leve (creatinina Cl > 60 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, três vezes por dia, dose máxima: 1,5 mg, três vezes por dia. Insuficiência moderada (creatinina Cl = 35 a 59 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, duas vezes por dia; dose máxima: 1,5 mg, duas vezes por dia. Insuficiência grave (creatinina Cl = 15 a 34 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, uma vez ao dia; dose máxima: 1,5 mg, uma vez ao dia. Insuficiência muito grave (creatinina Cl < 15 ml/min e pacientes em hemodiálise): o uso do Mirapex não foi estudado adequadamente nesse grupo de pacientes. Interrupção do tratamento: recomenda-se que a suspensão de uso de Mirapex ocorra no decorrer de uma semana. Em alguns estudos, entretanto, a suspensão abrupta não produziu intercorrências.

Efeitos Colaterais

Doença de Parkinson na fase inicial: os eventos adversos observados mais freqüentes foram náuseas, tontura, sonolência, insônia, obstipação, astenia e alucinações, infecção, lesão acidental, cefaléia, dor, tremor, dor lombar, síncope, hipotensão postural, hipertonia, depressão, dor abdominal, ansiedade, dispepsia, flatulência, diarréia, exantema, ataxia, boca seca, síndrome extrapiramidal, cãibras nas pernas, contração espasmódica, faringite, sinusite, sudorese, rinite, infecção do trato urinário, vasodilatação, síndrome da gripe, salivação aumentada, doença dentária, dispnéia, tosse aumentada, anormalidades da marcha, polaciúria, vômitos, reação alérgica, hipertensão, prurido, hipocinesia, creatinina-PK aumentada, nervosismo, anormalidades do sonho, dor torácica, dor no pescoço, parestesia, taquicardia, vertigem, alteração da voz, conjuntivite, paralisia, anormalidades da acomodação, zumbidos, diplopia e perversões do paladar. Doença de Parkinson avançada: os eventos adversos observados mais freqüentes foram hipotensão postural (ortostática), discinesia, síndrome extrapiramidal, insônia, tontura, alucinações, lesão acidental, anormalidades dos sonhos, confusão, obstipação, astenia, sonolência, distonia, anormalidade da marcha, hipertonia, boca seca, amnésia e polaciúria. Outros eventos relatados por pacientes com doença de Parkinson avançada e tratados com Mirapex, mas relatados igualmente ou mais freqüentemente no grupo que recebeu placebo, foram náuseas, dor, infecção, cefaléia, depressão, tremor, hipocinesia, anorexia, dor lombar, dispepsia, flatulência, ataxia, síndrome de gripe, sinusite, diarréia, mialgia, dor abdominal, ansiedade, exantema, parestesia, hipertensão, salivação aumentada, doenças dentárias, apatia, hipotensão, sudorese, vasodilatação, vômitos, tosse aumentada, nervosismo, prurido, hipoestesia, dor no pescoço, síncope, artralgia, disfagia, palpitações, faringite, vertigem, cãibras nas pernas, conjuntivite e distúrbios da lacrimação.

Advertências e Precauções

Como o pramipexol é eliminado através dos rins, deve-se ter cautela, quando da prescrição de Mirapex a pacientes com insuficiência renal. Pode potencializar os efeitos colaterais dopaminérgicos da levodopa e pode causar ou exacerbar uma discinesia preexistente. A redução da dose de levodopa pode melhorar esse efeito colateral. O pramipexol deve ser usado durante a gestação, apenas se o benefício potencial superar o risco potencial para o feto. Não se sabe se essa droga é excretada no leite humano. Deve-se tomar uma decisão sobre a interrupção do aleitamento ou a suspensão da droga, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe. Hipotensão sintomática: os agonistas da dopamina, em estudos clínicos e na experiência clínica, parecem comprometer a regulação sistêmica da pressão arterial, com hipotensão ortostática resultante, especialmente durante o aumento da dose. Além disso, os pacientes com doença de Parkinson parecem ter um comprometimento da capacidade de responder a uma provocação ortostática. Por essas razões, os pacientes com doença de Parkinson que estão sendo tratados com agonistas dopaminérgicos necessitam comumente de uma monitorização cuidadosa para detecção dos sinais e sintomas de hipotensão ortostática, especialmente durante o aumento posológico, e devem ser informados desse risco. Alucinações: em estudos duplos-cego e controlados com placebo na doença de Parkinson na fase inicial em pacientes tratados com pramipexol e na doença de Parkinson avançada, em que os pacientes receberam pramipexol e levodopa concomitantemente, foram observadas alucinações em pacientes tratados com pramipexol. As alucinações foram suficientemente graves, para causar a interrupção do tratamento em alguns dos pacientes com doença de Parkinson em fase inicial e em fase avançada. A idade parece aumentar o risco de alucinações atribuíveis ao pramipexol. – Interações medicamentosas: com levodopa, cimetidina, ranitidina, diltiazem, triantereno, verapamil, quinidina e quinina; pequeno efeito na depuração oral do pramipexol com cefalosporinas, penicilinas, indometacina, hidroclorotiazida e clorpropamida. Interações com CYP: não se espera que os inibidores das enzimas do citocromo P450 afetem a eliminação do pramipexol, porque o pramipexol não é metabolizado apreciavelmente por essas enzimas in vivo ou in vitro. O pramipexol não inibe as enzimas CYP CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2E1 e CYP3A4. Foi observada uma inibição do CYP2D6 com uma Kdn4 I aparente de 30 M, o que indica que o pramipexol não inibirá as enzimas de CYP nas concentrações plasmáticas observadas após a administração da dose clínica mais elevada recomendada (1,5 mg, três vezes por dia). Antagonistas da dopamina: como o pramipexol é um agonista da dopamina, é possível que os antagonistas da dopamina, como os neurolépticos (fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou metoclopramida, possam reduzir a eficácia do Mirapex.

Composição

Cada comprimido contém, respectivamente: 0,125mg, 0,25 mg e 1,0 mg de pramipexol (como dicloridrato monoidratado) e excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Apresentação

Embalagens contendo 30 comprimidos de 0,125 mg, 0,25 mg e 1,0 mg.

Laboratório

Pharmacia & Upjohn Ltda.

Pred Mild

Indicação

Inflamações da conjuntiva bulbar e palpebral, nas inflamações da córnea e segmento anterior do globo, suscetíveis a esteróides.

Contraindicações

Infecções oculares purulentas agudas, herpes simplex superficial aguda (ceratite dendítrica), vaccínia, varicela e muitas outras doenças virais da córnea e conjuntiva, tuberculose ocular, doenças fúngicas do olho e sensibilidade a qualquer dos componentes da formulação. Advertências: nas doenças que causam afinamento de córnea, podem ocorrer perfurações com o uso de esteróides tópicos. Devido à ausência de agente antimicrobiano, se ocorrer uma infecção, devem ser tomadas medidas para combater os organismos envolvidos. Em infecções oculares purulentas, o uso de esteróide tópico pode mascarar ou aumentar a infecção existente. O uso de medicação esteróide em presença de herpes simplex requer precaução e deve ser acompanhado de freqüentes exames com microscópio com lâmpada de fenda. Como tem sido reportado o aparecimento de infecções fúngicas com o uso prolongado de esteróides tópicos, deve-se suspeitar de invasões fúngicas em qualquer ulceração da córnea, quando o esteróide foi usado ou está em uso. O uso de corticosteróides tópicos pode provocar o aumento da pressão intra-ocular em certos pacientes, o que pode ocasionar dano ao nervo óptico e falhas no campo visual. É aconselhável a monitorização freqüente da pressão intra-ocular.

Posologia

Agitar o frasco antes de usar. Instilar 1 a 2 gotas no saco conjuntival, 2 a 4 vezes por dia. Durante as 24 a 48 horas iniciais, a dosagem pode ser aumentada em 2 gotas cada hora. Deve ser tomado cuidado a fim de não se descontinuar prematuramente o tratamento. – Superdosagem: a superdosagem normalmente não causa problemas agudos. Se, acidentalmente, for ingerido, beber bastante líquido para diluir.

Advertências e Precauções

Tem sido reportada a formação de catarata subcapsular posterior após o uso prolongado de corticosteróides oftálmicos tópicos. Os pacientes com história de ceratite por herpes simplex devem ser tratados com precaução.

Composição

Cada ml contém: acetato de prednisolona 1,2 mg.Excipientes q.s.p. 1 ml (cloreto de benzalcônio, polissorbato 80, ácido bórico, citrato de sódio hidratado, bissulfito de sódio, cloreto de sódio, edetato dissódico, hidroxipropilmetilcelulose).

Apresentação

Frascos plásticos conta-gotas contendo 5 ml e 10 ml de suspensão estéril.

Laboratório

Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.

SAC: 0800-144077