Dramin

Cataflam Sport Ice

Indicação

Cataflam Sport Ice é indicado para contusões, traumas, dores musculares, câimbras, torcicolos e processos dolorosos e inflamatórios em geral.

Cataflam Sport Ice não é um medicamento.

Uso adulto – Uso tópico

Posologia

Vaporizar o jato do aerossol a uma distância mínima de 20 cm, em uma toalha ou pedaço de tecido, por 2 a 3 segundos.

Colocar a toalha na área afetada, comprimindo levemente.

Caso necessário, repetir esta operação em curtos intervalos.

Farmacocinética

A ação gelada em spray provoca resfriamento do local, aliviando a dor e reduzindo o inchaço e a vermelhidão.

Advertências e Precauções

Evitar o contato com os olhos, pele ferida e mucosas.

Evitar a inalação deste produto.

Precaução ao utilizar diretamente na pele, vaporize o produto a uma distância mínima de 20 cm.

O produto pode causar queimadura quando mal aplicado.

Composição

Apresentação: Cataflam Sport Ice Aerossol está disponível em tubos de 60g (106ml) e 120g (212ml).

Outras formas de apresentação deste medicamento:

  • Cataflam Comprimido Dispersíveis
  • Cataflam Spray
  • Cataflam Gotas
  • Cataflam Gel (Emulgel)

Armazenamento

Conservar o produto em local fresco.

Laboratório

Novartis Biociências S.A.

SAC: 0800 775 8181

Dizeres Legais

Registro MS: 80153480066
Farm.Resp.: Bárbara Santos de Sousa – CRF-SP 24.844

Carbonato de Lítio

Indicação

No tratamento de episódios maníacos nos transtornos bipolares. Profilaxia da mania recorrente. Prevenção da fase depressiva. Tratamento da hiperatividade psicomotora.

Contraindicações

O produto é contraindicado a pacientes com má função renal e em indivíduos recebendo diuréticos ou com dieta baixa de sal, porque a depleção do cloreto de sódio aumenta a toxicidade do lítio. Não deve ser usado durante a gravidez e o período de aleitamento.

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade ao carbonato de lítio e/ou demais componentes da formulação.

Posologia

Variável conforme o caso sendo consideradas úteis doses terapêuticas variando de 2 a 6 comprimidos ao dia, devendo portanto, serem ajustadas a cada caso. O produto exige um controle da litemia, ou seja, o nível plasmático de lítio, pois é através dele que chegamos ao nível terapêutico, esse nível varia individualmente, mas em geral está entre 0,8 e 1,4 mEq/l, para a fase aguda e entre 0,6 e 1,0 mEq/l na prevenção da doença maníaco-depressiva.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico, somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

Se houver esquecimento, recomenda-se o seguinte esquema: até 3 horas ou menos, tomar a dose normal. Acima de 3 horas, reiniciar o tratamento no próximo horário programado. Seu nível sanguíneo adequado será alcançado novamente em pouco tempo. Nunca dobre uma dose do produto para alcançar a que havia sido esquecida.

Isto pode levar a elevação grave de lítio nos níveis sanguíneos.

Efeitos Colaterais

A medicação com lítio apresenta ausência de efeitos tóxicos sob “condições de controle”. Se por eventualidade, quaisquer dos sintomas abaixo ocorrerem durante a “litioterapia”, deverá ser interrompida a medicação e o médico deverá ser informado imediatamente. Diarréia persistente, vômitos ou náuseas severas e persistentes, visão prejudicada, fraqueza generalizada, dificuldade para andar, pulso irregular, tremores intensos, cãibras, grande desconforto, tontura acentuada, sudorese de pés e pernas.

Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável ou efeitos colaterais, tais como: aumento exagerado do volume urinário, ganho anormal de peso, insônia, cansaço, diminuição da velocidade de pensamento, sensação de frio, alterações menstruais, dor de cabeça e dores musculares.

Advertências e Precauções

Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Evite dirigir automóveis ou operar máquinas complexas até a comprovação de que o produto não compromete o desempenho funcional.

Para manter o nível de água no organismo durante o tratamento com o produto, recomenda-se beber pelo menos 1 a 1 ½ litro de líquido por dia e dieta normal de sal.

Pacientes Idosos: Devem ser observadas as mesmas restrições para pacientes adultos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Superdosagem

Como não há antídoto específico para a intoxicação por lítio (superdosagem), o tratamento é de apoio. Se a função renal for adequada, a excreção poderá ser discretamente acelerada através de diurese osmótica e solução de bicarbonato de sódio intravenoso. A diálise é provavelmente o meio mais eficaz de remover-se o íon do organismo e deverá ser levado em conta no caso de superdosagem.

Condutas gerais e específicas: Testes laboratoriais são necessários antes de iniciar a litioterapia, para certificar-se de um uso seguro e para determinar os sistemas funcionais basais do organismo. Os tipos e quantidade de testes dependem da condição clínica do paciente. A avaliação da função renal é essencial porque o lítio é eliminado do organismo na urina e, também porque o lítio pode, com o tempo, provocar alterações na função renal. A avaliação da função da tireóide também é importante, uma vez que, uma glândula hiper ou hipoativa pode causar sintomas que se assemelham à mania ou à depressão e também porque o lítio causa anormalidades de funcionamento dessa glândula.

Composição

Cada comprimido contém: carbonato de lítio (equivalente a 31,1 mg de lítio) 300 mg.

Excipientes: amido de milho, lactose, estearato de magnésio, crospovidona, celulose microcristalina, croscarmelose, dióxido de silício coloidal e lauril sulfato de sódio.

Armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

O prazo de validade está impresso na embalagem externa do produto.

ATENÇÃO: não use medicamento com o prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Apresentação

Embalagens com 50, 200 ou 500 comprimidos de 300 mg.

USO ADULTO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Interações Medicamentosas

A semelhança de outros fármacos utilizados para esta especialidade, o produto pode sofrer interação adversa com outros medicamentos em alguns pacientes.

Podem ser outros grupos de substâncias, como por exemplo: antiinflamatórios não esteróides incluindo indometacina, fenilbutazona e alguns diuréticos como hidroclorotiazida, clortiazida, entre outros. Portanto, durante o tratamento com o produto, o médico assistente deverá ser sempre consultado.

Durante o tratamento com o produto o paciente deverá evitar quantidade exagerada de café, chá ou outras bebidas com cafeína, pois a cafeína provoca perda de água e pode agravar as reações secundárias provocadas pela litioterapia.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Informações Legais

Reg. MS nº 1.0492.0162
Farm. Resp.: Luis Carlos de Oliveira CRF-RJ nº 7796

Arrow Farmacêutica Ltda.

Rua Barão de Petrópolis, 311 – Rio de Janeiro – RJ
CEP 20251-061
CNPJ 33.150.764/0001-12
Indústria Brasileira

Metiocolin B12

Indicação

Medicação hepatoprotetora.

Contraindicações

Pacientes portadores de patologias hepáticas graves.

Posologia

Adultos: 4 a 6 drágeas ao dia, a critério médico. Crianças: 2 a 3 drágeas ao dia, a critério médico.

Efeitos Colaterais

Metiocolin B12 apresenta um baixo índice de reações adversas; raros distúrbios gástricos como náusea e pirose têm sido relatados. Recomenda-se não ingerir o produto com o estômago vazio.

Advertências e Precauções

O uso prolongado da metionina em crianças pode resultar em ganho ponderal abaixo do normal. Adequado aporte de proteína deve ser mantido durante esse período. A segurança do uso de Metiocolin B12 durante a gravidez não foi estabelecida; por essa razão não é recomendada sua administração durante o primeiro trimestre de gestação.

Composição

Cada drágea: contém: DL-metionina 100 mg;cloreto de colina (5H2O) 25 mg; inositol 50 mg; cianocobalamina 2 mcg. Excipiente q.s.p. 1 drágea.

Apresentação

Embalagens contendo 40 drágeas.

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

Lidocaína 2%

Indicação

Anestésico local e antiarrítmico do miocárdio.

Contraindicações

Pacientes com história de hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida.

Posologia

A critério do médico.

Composição

Cloridrato de lidocaína 400 mg, veículo q.s.p.1 frasco-ampola de 20 ml. Cloridrato de lidocaína 100 mg, veículo q.s.p. 1 ampola de 5 ml.

Apresentação

Solução injetável. Frasco-ampola de 20 ml. Caixa com 100 ampolas de 5 ml.

Laboratório

Geyer Medicamentos S.A.

Telefone: +55 (51) 3092-7200

Pedialyte 45 Pó

Indicação

Exclusivamente para prevenção da desidratação ou para manutenção da hidratação (após a fase de reidratação), em quadros de doença diarréica aguda, de qualquer etiologia tanto em crianças quanto em adultos.

Contraindicações

As soluções para TRO estão contra-indicadas em íleo paralítico, em obstrução ou perfuração intestinal e nos vômitos incoercíveis.

Posologia

Prevenção da desidratação e fase de manutenção da hidratação a solução preparada com Pedialyte 45 Pó, de acordo com as instruções, deve ser oferecida com freqüência ao paciente, alternada com outros líquidos (leite, sucos, chás, água, sopas). Administrações de solução podem ser feitas adicionalmente a cada evacuação líquida. As soluções para TRO devem ser administradas exclusivamente por via oral, de preferência por colher ou copo, dependendo da idade do paciente. Em caso de vômitos ou falta de deglutição voluntária, as soluções podem ser administradas por sonda nasogástrica, pelo período necessário até que seja possível passar-se à administração por colher, copo ou mamadeira. Instruções para preparo e conservação da solução: diluir completamente o conteúdo do envelope em meio litro (500 ml) de água limpa, se possível previamente filtrada e/ou fervida. Depois de preparada, a solução deve ser mantida em vasilhame tampado e em lugar fresco, opcionalmente em refrigerador, podendo ser usada durante 24 horas. Passado esse prazo, o que restar de solução deve ser eliminada e, se necessário, deve-se preparar nova solução. Antes do preparo, armazenar os envelopes em local fresco e seco. – Superdosagem: havendo diurese adequada nas primeiras horas de reidratação, dificilmente ocorrerá superdosagem, pois os rins excretam excessos de eletrólitos. A situação em que existe maior risco de superdosagem é o preparo incorreto, com menos água do que o recomendado, de produtos concentrados ou em pó/grânulos para diluição. Nesse caso podem ocorrer, como conseqüências mais graves de superdosagem, hipernatremia e/ou hiperpotassemia. Hipernatremia e hiperpotassemia leves são geralmente assintomáticas. Hipernatremia severa pode manifestar-se por febre elevada, sede, oligúria acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia ao coma, irritabilidade, hiper-reflexia, rigidez de nuca e convulsões; não corrigida pode levar à lesão cerebral. Hiperpotassemia severa pode causar fraqueza e paralisia musculares, arritmias cardíacas, falência circulatória e parada cardíaca. Para tratamento de superdosagem recomenda-se acompanhamento com dosagens freqüentes de eletrólitos sangüíneos. Administração de água, alternadamente com a solução para TRO, ou substituição por hidratação I.V., orientada por dosagens de eletrólitos sangüíneos. Em hiperpotassemia, acompanhamento por ECG; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio, como injeção I.V. de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão de insulina e glicose (1U/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células. Nos casos mais graves, de hipernatremia /ou hiperpotassemia, diálise peritoneal.

Efeitos Colaterais

Até o momento não se observaram reações adversas com a posologia recomendada. Administração aguda de sais de sódio, em quantidade acima da capacidade renal de excreção, produz aumento de osmolaridade, principalmente extracelular. Não há toxicidade crônica com o uso de soluções para TRO.

Advertências e Precauções

Soluções orais contendo potássio devem ser usadas com cautela se a função renal estiver diminuída. Soluções para TRO podem ser usadas na gestação. – Advertências: deve-se seguir com atenção as instruções de preparo de produtos para TRO apresentados como soluções concentradas para diluição em água, ou como pó ou grânulos para diluição em água, usando as quantidades recomendadas de água. Após preparo da solução, o que não for consumido em 24 horas deve ser desprezado.

Composição

Por 500 ml de solução: cloreto de sódio: 1,02g; citrato de potássio monoidratado 1,08g; citrato de sódio diidratado 0,49 g; glicose 11,37 g. Excipientes q.s.p. 1 envelope. Após preparada, a solução terá a seguinte composição hidroeletrolítica: sódio 45 mEq/l; potássio 20 mEq/1, cloreto 35 mEq/l; citrato 30 mEq/l; glicose 126 mMol/l.

Apresentação

Sabor artificial de framboesa: cartucho com 1 envelope de 15,80 g (p/500 ml). Sabor natural de laranja: cartucho com 1 envelope de 15,10 g (p/500 ml).

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

Trinalgen 5000

Indicação

Neurites, polineurites, nevralgias (do trigêmeo, intercostal, cervicobraquial e ciática). Herpes-zóster. Dores reumáticas, artrites e artroses.

Contraindicações

Dipirona não deve ser administrada a pacientes com tolerância conhecida aos derivados pirazolônicos ou portadores de determinadas doenças metabólicas, como porfiria ou deficiência congênita da glicose-6-fosfatodesidrogenase. Como os demais analgésicos, dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por longo tempo sem controle médico. É absolutamente contra-indicado nos primeiros 3 meses da gravidez e, após este período, dipirona só deve ser administrada em casos de absoluta necessidade e sob controle médico.

Posologia

1 ampola, 1 a 2 vezes ao dia, em aplicação intramuscular profunda ou conforme prescrição médica. Não injetar no músculo deltóide do braço, nem por via subcutânea. Superdosagem: em caso de superdosagem, os cuidados deverão ser os classicamente utilizados: lavagem gástrica, monitorização das funções vitais com terapêutica de suporte, quando necessário; eventualmente diurese forçada e diálise (dipirona é dialisável).

Efeitos Colaterais

Em pacientes sensíveis, independente da dose, dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade, com manifestações cutâneas do tipo alérgico. Sob uso prolongado, podem surgir também discrasias sangüíneas: a literatura a respeito relata casos de trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e metemoglobinemia, já tendo sido relatados casos de aplasia medular. Caso, durante o uso de dipirona, surjam manifestações cutâneas ou mucosas, principalmente na boca ou garganta, o tratamento deve ser suspenso e um médico imediatamente consultado. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas adequadas: colocar o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres; diluir 1 ml de epinefrina 1:1000 em 10 ml e aplicar 1 ml por via endovenosa e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide. Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma, albumina ou soluções eletrolíticas.

Advertências e Precauções

Tendo em vista a possibilidade de dipirona provocar agranulocitose, nos tratamentos prolongados, o controle hematológico é obrigatório. A dipirona pode agravar uma tendência ao sangramento decorrente da deficiência da protrombina. O surgimento ocasional de uma coloração avermelhada na urina deve ser atribuído à presença de um metabólito inativo da dipirona e não tem significado clínico. – Interações medicamentosas: pacientes que recebem levodopa devem ser observados cuidadosamente para variações não desejadas no controle da doença de Parkinson, uma vez que doses de cloridrato de piridoxina de cerca de 5 mg/dia ou mais podem reduzir os efeitos benéficos da levodopa. Dipirona não deve ser utilizada simultaneamente com álcool, pois pode ocorrer interação entre o álcool e o produto. Associada à clorpromazina, pode provocar hipotermia grave.

Composição

Cada ampola contém: hidroxocobalamina 5000 mcg;cloridrato de tiamina 100 mg; cloridrato de piridoxina 200 mg; cloridrato de lidocaína 15 mg. Cada ampola diluente contém: dipirona sódica 500 mg; água para injeção q.s.p. 3 ml.

Apresentação

Caixa contendo 1 ampola com liofilizado acompanhada de 1 ampola com 3 ml de diluente.

Laboratório

Eurofarma Laboratórios Ltda.

SAC: 0800-704-3876

Ferrotônico B12

Indicação

Profilaxia e tratamento de anemias ferroprivas desenvolvidas após grandes perdas sangüíneas, dieta inadequada, má absorção, durante a gravidez e lactação.

Contraindicações

Hemocromatose, hemossiderose, pancreatite crônica, cirrose hepática, tuberculose pulmonar ativa, hipervitaminoses do complexo B e hipersensibilidade a quaisquer dos componentes da fórmula.

Posologia

Para evitar os riscos de altas doses, a posologia adequada deve ser determinada pelo médico de acordo com a necessidade de cada paciente. As dose usuais recomendadas são: adultos: 1 drágea ou 1 colher das de sobremesa (10 ml) 2 vezes ao dia ou a critério médico. Crianças acima de 12 anos: 1 colher das de chá (5 ml) 2 vezes ao dia, ou a critério médico. Crianças menores de 12 anos: 1 colher das de chá (5 ml) 1 vez ao dia, ou a critério médico. Superdosagem: a ingestão acidental de altas doses pode ser fatal especialmente em crianças ou se não houver socorro rápido. O tratamento deve ser imediato com indução de vômito através de administração de xarope de ipeca; se o indivíduo apresentar convulsões ou entrar em estado comatoso recomenda-se a lavagem intestinal usando bicarbonato de sódio.

Efeitos Colaterais

As mais comuns são náuseas, vômitos e dores epigástricas que aparecem em um pequeno número de pacientes. Reações mais graves podem incluir crises hemolíticas perigosas, porém estão diretamente relacionadas com altas doses.

Advertências e Precauções

Recomenda-se ingerir o medicamento com o estômago vazio, porém quando os pacientes apresentarem distúrbios gástricos intensos o médico pode ajustar a posologia e recomendar ingerir com o estômago cheio. É aconselhável ingerir o medicamento com água ou suco de frutas para evitar o aparecimento de manchas nos dentes. Durante o tratamento é normal o escurecimento das fezes, sendo este mais intenso nas gestantes. O uso em pacientes idosos (acima de 65 anos) requer prescrição e acompanhamento médico. Os pacientes devem ser orientados para evitar o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento. – Interações medicamentosas: o uso concomitante de álcool, café e antiácidos contendo carbonatos ou trissilicato de magnésio pode diminuir a absorção do ferro devido à formação de complexos menos solúveis ou até insolúveis. O medicamento pode diminuir a absorção e o efeito terapêutico das tetraciclinas orais.

Composição

Cada drágea contém: sulfato ferroso 400 mg;ácido ascórbico 100 mg; ácido fólico 2 mg; cianocobalamina (vit. B12) 25 mcg; mononitrato de tiamina (vit. B1) 4 mg; riboflavina (vit. B2) 1 mg; cloridrato de piridoxina (vit. B6) 1 mg; nicotinamida 10 mg; pantotenato de cálcio 2 mg; excipientes: amido de milho, manitol, povidona, estearato de magnésio, sílica precipitada amorfa, gomas laca e arábica, talco, carbonato de cálcio, açúcar, gelatina, polietilenoglicol, dióxido de titânio, corante rosa, ceras de abelha e carnaúba. Cada colher das de sobremesa (10 ml) contém: sulfato ferroso 260 mg; ascorbato de sódio 50 mg; cianocobalamina (vit. B12) 25 mcg; cloridrato de tiamina (vit. B1) 4 mg; riboflavina-5-fosfato (vit. B2) 1 mg; nicotinamida 10 mg; dexpantenol 1 mg; excipientes: metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, álcool etílico, sorbitol, essências de laranja e tangerina, corante caramelo e água purificada.

Apresentação

Caixa com 3 blisters de 10 drágeas. Caixa contendo frasco de vidro âmbar com 100, 250 e 500 ml de solução oral.

Laboratório

Neo Química

SAC: 0800 97 99 900

Levocarnin 1 G

Indicação

Carência de carnitina; deficit de carnitina induzido por esforço; aumento do rendimento muscular.

Contraindicações

Casos de hipersensibilidade à L-carnitina ou a algum componente da fórmula. Essa contra-indicação é mencionada apenas a título de precaução, pois os laudos farmacológicos e clínicos não registraram nenhum caso de intolerância à L-carnitina.

Posologia

Adultos: de maneira geral, 1 a 3 g ao dia em até 3 tomadas, ou critério médico. Crianças: nas respectivas indicações, a metade da dose para adultos conforme idade e peso corporal, segundo critério médico. – Superdosagem: não são conhecidos casos de superdosagem pelo uso de L-carnitina; no entanto deve-se proceder ao tratamento sintomático de eventuais efeitos desagradáveis advindos da administração de L-carmitina.

Efeitos Colaterais

A tolerabilidade é boa, pois nos estudos clínicos não foram evidenciados efeitos indesejáveis ao tratamento com carnitina, mesmo durante períodos prolongados. A literatura clínica registra apenas raros casos de efeitos colaterais causados pela administração de L-carnitina, de incidência esporádica e de pouca gravidade. Observaram-se alguns casos de distúrbios gastrintestinais após a administração de Levocarnin oral. Em pacientes urêmicos foram registrados leves sintomas miastênicos. No caso de aparecimento de qualquer efeito adverso não descrito, deve ser procurada orientação médica.

Advertências e Precauções

Com a administração de L-carnitina, pacientes diabéticos, em tratamento com insulina ou hipoglicemiantes orais terão uma melhor utilização da glicose, podendo apresentar fenômenos do hipoglicemia. Portanto, nesses casos, a glicemia deve ser controlada freqüentemente para melhor ajuste da terapia hipoglicemiante. A carnitina não provoca nenhum efeito negativo na capacidades do dirigir ou operar máquinas.

Composição

Cada ml contém: L-carnitina 100 mg. Excipientesq.s.p. 1 ml.

Apresentação

Solução oral em cartuchos contendo 10 flaconetes de 10 ml.

Laboratório

Sintofarma S.A.

Equilid 50 mg

Indicação

Esquizofrenia, estados neuróticos depressivos, síndromes vertiginosas.

Contraindicações

Pacientes com diagnóstico ou suspeita de feocromocitoma.

Posologia

Estados neurolépticos depressivos: 100 a 200 mg (2 a 4 cápsulas de 50 mg) ao dia, administrados em 2 tomadas diárias manhã e noite). Síndromes vertiginosas: 150 a 300 mg ao dia, em 2 tomadas. Esquizofrenia: 400 a 800 mg ao dia, em 2 tomadas. A posologia pode ser aumentada, se necessário, até o máximo de 1200 mg ao dia. Sintomas predominantemente excitatórios (delírios, alucinações) respondem melhor a doses maiores, iniciando-se o tratamento com 400 mg 2 vezes ao dia e aumentando-se até 1200 mg ao dia, se necessário. Sintomas predominantemente depressivos respondem melhor a doses iguais ou inferiores a 800 mg ao dia. Pacientes com sintomatologia mista respondem geralmente a uma posologia de 400-600 mg 2 vezes ao dia.

Efeitos Colaterais

Neurológicas: sedação ou sonolência, discinesia precoce (torcicolo espasmódico, crises oculogíricas, trismo e síndrome extrapiramidal), que diminuem com a administração de um antiparkinsoniano anticolinérgico; discinesia tardia, que pode ocorrer em todo tratamento prolongado com neurolépticos; não é controlável com anticolinérgicos, que podem exacerbar os sintomas. Endócrinas e metabólicas: hiperprolactinemia, que pode causar amenorréia, galactorréia, ginecomastia, impotência ou frigidez. Autonômicas: crises hipertensivas (em hipertensos ou portadores de feocromocitomas), hipotensão ortostática. – Superdosagem: as manifestações clínicas de superdosagem variam de acordo com a quantidade de droga ingerida. Abrangem desde agitação e obnubilação mental, sintomas extrapiramidais de variados graus, até hipotensão e coma. O tratamento inclui monitoração apropriada, diurese osmótica alcalina e, se necessário, drogas antiparkinsonianas. Tentativas de indução de êmese são ineficazes devido à ação antiemética central da sulpirida. Há registros de superdosagem com até 16 g, e sem morte do paciente.

Advertências e Precauções

Gravidez: deve-se evitar a administração de Equilid nas primeiras 16 semanas de gravidez. Síndrome neuroléptica maligna: como todo neuroléptico, a presença de hipertermia inexplicada pode indicar a ocorrência da síndrome neuroléptica maligna. Neste caso, deve-se suspender a medicação até que a origem da febre seja identificada. Deve-se administrar com precaução a pacientes com: epilepsia (a sulpirida reduz o limiar convulsivante e produz leve alteração do EEG); doença de Parkinson: (a sulpirida agrava os sintomas da doença e interfere na ação do levodopa); hipertensão arterial (a sulpirida pode produzir crises hipertensivas devido a potencial efeito dopaminérgico); distúrbios endócrinos (especialmente distúrbios hipofisários); insuficiência renal (devido à sua eliminação renal); em idosos (a sensibilidade ao produto está aumentada); em neoplasias mamárias (devido a potencial estimulação do tecido mamário por um aumento da prolactina). – Interações medicamentosas: Equilid pode potencializar os efeitos sedativos de álcool, hipnóticos, tranqüilizantes, anestésicos, anti-histamínicos e apresentar efeito aditivo ao dos anti-hipertensivos (produzindo ocasionalmente hipotensão ortostática). É desaconselhável sua associação à levodopa, por ser antagonista da mesma.

Composição

50 mg de sulpirida.

Apresentação

Caixa com 20 cápsulas.

Laboratório

Hoechst Marion Roussel

Tel: 55 (011) 5683-7847

Deprilan 5 mg

Indicação

Tratamento da doença de Parkinson em associação com a levodopa, nos pacientes que não respondem satisfatoriamente à terapêutica inicial. Pode também o Deprilan ser associado a inibidores da levodopa-decarboxilase.

Contraindicações

Hipersensibilidade à selegilina. Gravidez e aleitamento. Relativamente contra-indicada a selegilina em casos de síndromes extrapiramidais do tipo coréico.

Posologia

Deve-se iniciar a administração de Deprilan na base de meio comprimido no café da manhã ou 2,5 mg de selegilina, durante 2 dias; posteriormente, mais meio comprimido no jantar, por mais 2 dias. Pode-se chegar até um comprimido a cada 12 horas, buscando-se a dose ótima. No caso de associação com a levodopa, deve-se baixar gradativamente a dose deste fármaco em cerca de 30%, procurando-se atingir 10% de redução de levodopa a cada 3 a 4 dias. Superdosagem: não se consegue atingir uma dose tóxica de selegilina nas condições usuais de emprego da droga. Não existem casos conhecidos de superdosagem. Caracteristicamente, os sinais e sintomas de uma superdosagem com inibidores não seletivos da monoaminoxidase não aparecem de imediato. Podem ocorrer intervalos de até 12 horas, entre a ingestão da droga e o aparecimento das reações de superdosagem. Deve-se notar que a maior intensidade da sintomatologia não é atingida no mesmo dia da ingestão. Já foram reportados óbitos devidos à superdosagem. Recomenda-se fortemente a internação do paciente em UTI e sua monitorização contínua por 48 horas nesta eventualidade. O quadro clínico de uma superdosagem de um inibidor não seletivo da MAO varia consideravelmente, sendo que sua gravidade é em função da quantidade de droga consumida. Estão envolvidos em primeiro plano o Sistema Nervoso Central e o Cardiovascular. São os seguintes os sinais e sintomas derivados de uma superdosagem por agentes inibidores inespecíficos da MAO: sonolência, vertigem, desmaios, irritabilidade, hiperatividade, agitação, cefaléia severa, alucinações, trismos, opistótono, convulsões e coma; pulso rápido e irregular, hipertensão, hipotensão, colapso vascular, dor precordial, depressão respiratória, insuficiência respiratória, hiperpirexia, diaforese, frio, pele viscosa.

Efeitos Colaterais

Observação: esta seção foi escrita para ilustração de efeitos observados com drogas associadas, não refletindo reações descritas com o uso de Deprilan. O número de pacientes que receberam a selegilina em estudos prospectivos monitorizados, em fase III, é ainda pequeno. Enquanto outras fontes de dados sobre a selegilina estão disponíveis (bibliografia, reportes de fase IV), os mesmos não fornecem o tipo de informação necessária para estimar-se o índice de reações adversas, sendo que inclusive muitos dos efeitos reportados foram típicos do uso da levodopa. Mais do que isto, não puderam ser estabelecidas a importância e a gravidade de várias reações observadas. No entanto, algo resultou de todos esses experimentos, ou seja, se uma reação causou ou não a descontinuação do estudo. Em estudos prospectivos de fase III, em ordem decrescente, foram estas as reações que levaram os pacientes a descontinuar o tratamento com a selegilina: náuseas, alucinações, confusão mental, depressão, perda de equilíbrio, insônia, hipotensão ortostática, aumento dos movimentos involuntários, agitação psicomotora, arritmias, bradicinesia, coréia, hipertensão, angina pectoris nova ou aumentada e síncope. Foram mencionados apenas uma vez como causa de abandono de tratamento: edema de tornozelos, ansiedade, queimação da boca/dos lábios, obstipação, sonolência/letargia, distonia, excesso de transpiração, sensação de frio intenso, sangramento gastrintestinal, queda de cabelo, aumento do tremor, nervosismo, fraqueza e perda de peso. Considerando-se todos os ensaios prospectivos monitorizados, envolvendo 920 pacientes, foram observados os seguintes efeitos adversos da selegilina: sistema nervoso central: motor/coordenação/extrapiramidal: tremor acentuado, coréia, perda de equilíbrio, agitação, blefarospasmo, bradicinesia acentuada, esgares faciais, quedas, pernas pesadas, tiques musculares, contrações mioclônicas, torcicolo, discinesia tardia, sintomas distônicos, movimentos involuntários, câimbras musculares, apraxias, festinação, sensação de frio intenso. Estado mental/comportamento/psiquismo: alucinações, vertigem, confusão mental, ansiedade, depressão, sonolência, alterações do humor e comportamento, pesadelos, cansaço, desorientação, distúrbios de memória, energia anormal, euforia transitória, sensação de vazio, letargia/mal-estar, apatia, hiperestimulação, mudança de personalidade, distúrbios do sono, agitação, fraqueza, irritabilidade. Dor/alterações de sensibilidade: cefaléia, lombalgia, dor nas pernas, tinnitus, migrânea, dor supra-orbital, queimação na garganta, dor generalizada, calafrios, entorpecimento de artelhos ou dedos, distúrbios do paladar. Sistema nervoso autônomo: boca seca, vista embaçada, disfunções sexuais.

Advertências e Precauções

Na associação com a levodopa, observar um possível aparecimento de efeitos secundários próprios da dopaterapia e procurar ajustar a posologia. – Uso na gravidez: não se foi determinado se a selegilina apresenta efeitos teratogênicos, não se altera a capacidade reprodutora da mulher, não devendo ser administrada durante a gravidez. – Uso na lactação: não se tem conhecimento se a selegilina é excretada no leite materno, portanto, Deprilan não deve ser utilizado durante o período de lactação. – Interações medicamentosas: do ponto de vista da selegilina, não há interações medicamentosas conhecidas. Procurar ficar atento às interações da levodopa com: inibidores da monoaminoxidase (MAO) não seletivos, resultando hipertensão paroxística. Esta interação parece menos provável quando se associa a levodopa com dopa-decarboxilase. Reserpina e similares, resultando inibição dos efeitos da levodopa. Pridoxina (vitamina B6), resultando também inibição dos efeitos da levodopa. Neurolépticos, por antagonismo recíproco (se necessário, utilizar-se aquele que tiver menor efeito extrapiramidal). Papaverina, também antagonista. Antiácidos, por diminuírem a absorção da levodopa.

Composição

Cada comprimido contém: cloridrato deselegilina 5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Apresentação

Embalagem com 20 comprimidos.

Laboratório

Biosintética Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800-7016900