Antibióticos

Dalacin V

Indicação

Dalacin V, creme vaginal é indicado no tratamento da vaginose bacteriana (anteriormente conhecida como vaginite por Haemophylus, vaginite por Gardnerella, vaginite não-específica, vaginite por Corynebacterium, ou vaginose anaeróbia).

Contraindicações

Dalacin V (fosfato de clindamicina) creme vaginal é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade à clindamicina, à lincomicina ou a qualquer componente da
fórmula.

É também contraindicado a pacientes com história de enterites regionais, colites ulcerativas ou em história de colite associada a antibióticos.

Posologia

A dose recomendada é de um aplicador cheio de Dalacin V (fosfato de clindamicina) creme vaginal (5 gramas, correspondendo a cerca de 100 mg de fosfato de clindamicina) por via intravaginal, por três a sete dias consecutivos, de preferência ao deitar.

Efeitos Colaterais

Dalacin V (fosfato de clindamicina) creme vaginal foi bem tolerado nos estudos clínicos realizados, tanto em mulheres não-grávidas quanto em mulheres no segundo trimestre de gravidez.

As seguintes reações adversas foram relatadas, por menos de 10% das pacientes:
Sistema urogenital Monilíase vaginal, doença vulvovaginal, vulvovaginite, vaginite por Trichomonas, infecção vaginal/vaginite, distúrbio menstrual, dor vaginal, metrorragia, disúria, corrimento vaginal, infecção do trato urinário, trabalho de parto anormal, endometriose, glicosúria e proteinúria.

  • Geral

Monilíase (corpo), infecção fúngica, dor abdominal generalizada, dor abdominal localizada, infecção bacteriana, cólica abdominal, cefaléia, dor pélvica, halitose, edema inflamatório, infecção do trato respiratório superior, dor generalizada, dor nas costas, distensão abdominal, teste microbiológico alterado e reações alérgicas.

  • Sistema gastrintestinal

Diarréia, náuseas, vômitos, constipação, dispepsia, flatulência e disfunção gastrintestinal.

  • Sistema dermatológico

Prurido (não localizado no local da aplicação), rash, rash maculopapular, eritema, prurido (não localizado no local da aplicação), monilíase (pele) e urticária.

  • Sistema nervoso central: vertigem e tontura.
  • Sistema endócrino: hipertireoidismo.
  • Sistema respiratório: epistaxe.
  • Órgãos dos sentidos especiais: alteração do paladar.

Advertências e Precauções

O uso de Dalacin V (fosfato de clindamicina) creme vaginal pode levar ao superdesenvolvimento de microrganismos não-susceptíveis na vagina, principalmente leveduras.

Da mesma forma que praticamente todos os outros antibióticos, a clindamicina administrada por via oral ou parenteral tem sido associada ao aparecimento de diarréia e, em alguns casos, de colite associada à antibioticoterapia.

Após o uso de Dalacin V creme vaginal, a absorção da clindamicina é mínima; apesar disso, se ocorrer diarréia significativa ou prolongada, a medicação deve ser descontinuada e deve-se proceder ao diagnóstico e tratamento adequados, se necessário.

Interações Medicamentosas

A paciente deve ser orientada a não utilizar outros produtos por via intravaginal (inclusive absorventes internos ou duchas vaginais) e a não manter relações sexuais vaginais durante o período de tratamento com este produto.

A clindamicina, quando administrada concomitantemente com agentes bloqueadores neuromusculares, pode potencializar a ação desses agentes.

Apresentação

Dalacin V creme vaginal em embalagem contendo uma bisnaga com 20 g + 3 aplicadores.

Laboratório

Pfizer Ltda.

SAC: 0800-16-7575

Dizeres Legais

MS- 1.0216.0173
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim – CRF-SP nº 7009

Claxam

Indicação

O Claxam é indicado para tratamento de: infecções das vias respiratórias superiores, inclusive de ouvido, nariz e garganta; infecções das vias respiratórias inferiores, como bronquite crônica e broncopneumonia; infecções urinárias, principalmente cistite; infecções de pele e tecidos moles, sobretudo por celulite, mordidas de animais e abscesso dentário grave com celulite disseminada.

Uso adulto e pediátrico (a partir de 2 meses de idade) – Uso oral

Posologia

Agite a suspensão antes de usá-la.

Para reduzir desconfortos no estômago ou no intestino, tome este medicamento no início da refeição.

O tratamento não deve ser estendido por mais de 14 dias sem a revisão do médico.

O Claxam de potássio deve ser administrado somente sob prescrição médica.

A alimentação não interfere com a ação deste medicamento. Você pode tomá-lo o junto com alimentos, o que diminui a intolerância gastrintestinal e melhora a absorção.

A dose usual diária recomendada é:

25/3,6 mg/kg/dia para infecções leves a moderadas (infecções das vias respiratórias superiores, como amigdalite recorrente, infecções das vias respiratórias inferiores e infecções da pele e dos tecidos moles);

45/6,4 mg/kg/dia para tratamento de infecções mais sérias (infecções das vias respiratórias superiores, como otite média e sinusite, infecções das vias respiratórias inferiores, como broncopneumonia, e infecções urinárias).

As tabelas abaixo fornecem instruções de dosagem para crianças.

Crianças acima de 2 anos

25/3,6 mg/kg/dia 2-6 anos
(13-21 kg)
2,5 mL de Claxam suspensão 400 mg + 57 mg/5 mL 2x/dia
7-12 anos
(22-40 kg)
5 mL de Claxam suspensão 400 mg + 57 mg/5 mL 2x/dia
45/6,4 mg/kg/dia 2-6 anos
(13-21 kg)
5 mL de Claxam suspensão 400 mg + 57 mg/5 mL 2x/dia
7-12 anos
(22-40 kg)
10 mL de Claxam suspensão 400 mg + 57 mg/5 mL 2x/dia

Crianças de 2 meses a 2 anos

Crianças abaixo de 2 anos devem receber doses de acordo com o peso corporal.

Claxam suspensão 400 mg + 57 mg/5 mL
Peso (kg)

25/3,6 mg/kg/dia (mL/2x/dia)

45/6,4 mg/kg/dia (mL/2x/dia)
2 0,3 mL 0,6 mL
3 0,5 mL 0,8 mL
4 0,6 mL 1,1 mL
5 0,8 mL 1,4 mL
6 0,9 mL 1,7 mL
7 1,1 mL 2,0 mL
8 1,3 mL 2,3 mL
9 1,4 mL 2,5 mL
10 1,6 mL 2,8 mL
11 1,7 mL 3,1 mL
12 1,9 mL 3,4 mL
13 2,0 mL 3,7 mL

A experiência com Claxam é insuficiente para dar base a recomendações de dosagem para crianças abaixo de 2 meses de idade.

Não se recomenda o uso de Claxam em bebês com função dos rins ainda não plenamente desenvolvida.

Para pacientes com insuficiência renal leve a moderada (taxa de filtração glomerular (TFG) >30 mL/min), nenhum ajuste de dosagem é necessário. Para pacientes com insuficiência renal grave (TFG)

Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais estão listados abaixo de acordo com a frequência.

Efeito colateral muito comum: diarreia.

Efeitos colaterais comuns: candidíase mucocutânea (infecção causada por fungo), caracterizada pela presença de lesões esbranquiçadas em boca e mucosas e enjoo e vômito (essas reações podem ser reduzidas com o uso de Claxam no início de uma refeição).

Efeitos colaterais incomuns

  • tontura.
  • dor de cabeça.
  • desconforto abdominal.
  • aumento moderado de enzimas do fígado (como AST ou ALT) erupções na pele, coceira e vermelhidão.

Efeitos colaterais raros

  • diminuição reversível de glóbulos brancos (células de defesa) e de plaquetas (células responsáveis pela coagulação) do sangue.
  • lesões das mucosas e da pele.

Efeitos colaterais muito raros

  • falta de glóbulos brancos, que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflamação da garganta ou úlceras na boca.
  • baixa contagem de plaquetas, que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas que surgem com mais facilidade que o normal).
  • destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia, que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pele e/ou dos olhos.
  • sinais repentinos de alergia, tais como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, dos lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar; se esses sintomas ocorrerem, pare de usar o medicamento e procure socorro médico o mais rápido possível.
  • convulsões podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada ou que estejam recebendo doses altas do medicamento.
  • presença de movimentos exacerbados e incontroláveis, tontura.
  • efeitos relacionados ao sistema digestivo, como diarreia grave, que também pode conter sangue e ser acompanhada de cólicas abdominais.
  • sua língua pode mudar de cor, ficando amarela, marrom ou preta, e dar a impressão de ter pelos.
  • efeitos relacionados ao fígado; esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensação geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos e escurecimento da urina. As reações relacionadas ao fígado podem ocorrer até dois meses após o início do tratamento.

Outros efeitos colaterais

  • trombocitopenia púrpura.
  • ansiedade, insônia e confusão mental (relatos raros).
  • inflamação e inchaço da língua.

Contraindicações

O Claxam não é indicado para pacientes com alergia a betalactâmicos, como penicilinas e cefalosporinas.

O Claxam não é indicado para pacientes que já tiveram acúmulo de bilirrubina que causa coloração amarelada da pele ou problemas de funcionamento do fígado associados ao uso de Claxam ou de penicilina.

Farmacocinética

Claxam é um medicamento capaz de destruir e eliminar ampla variedade de microrganismos.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Claxam, seu médico deve fazer uma pesquisa cuidadosa de suas possíveis reações alérgicas a penicilinas, cefalosporinas ou outras substâncias que provocam alergia (alérgenos).

Houve relatos de reações alérgicas graves e potencialmente fatais em pacientes que receberam tratamento com penicilina.

O uso prolongado de Claxam pode, ocasionalmente, resultar em crescimento exagerado de microrganismos não sensíveis a este medicamento.

Foi relatada colite pseudomembranosa (inflamação no cólon) com o uso de antibióticos, que pode ter gravidade variada entre leve e risco à vida. Se você apresentar diarreia prolongada ou significativa, ou sentir cólicas abdominais, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e seu médico irá avaliar sua condição física.

Seu médico deve fazer o monitoramento apropriado de possíveis reações se você precisar usar anticoagulantes orais ao mesmo tempo que Claxam. Pode ser necessário realizar alguns ajustes de dose do anticoagulante oral. Converse com seu médico caso você use esses medicamentos.

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes que apresentam problemas de fígado.

Em pacientes com problemas nos rins a dosagem de Claxam deve ser ajustada de acordo com o grau de disfunção. Se for seu caso, consulte o médico para que ele defina o ajuste correto a fazer.

Durante a administração de altas doses de Claxam, é recomendável manter ingestão adequada de líquidos para evitar formação de cristais na urina, associada ao uso da amoxicilina.

Seu médico deve considerar a possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias durante o tratamento.

Se ocorrer superinfecção, ele poderá recomendar a descontinuação do tratamento com Claxam e prescrever a terapia apropriada.

Não se observaram efeitos colaterais sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas.

Claxam na gravidez e lactação: Caso você fique grávida durante ou logo após o tratamento com Claxam, suspenda a medicação e avise imediatamente seu médico. Como ocorre com todos os medicamentos, o uso de Claxam deve ser evitado na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, a menos que o médico o considere essencial.

Você pode tomar Claxam durante o período de amamentação. Não há efeitos nocivos conhecidos para o bebê lactente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas

Converse com seu médico antes de iniciar o tratamento com Claxam caso você esteja usando algum dos medicamentos a seguir:

O uso simultâneo de Claxam com probenecida (utilizada em associação com outros medicamentos no tratamento de infecções) não é recomendável.

O uso de alopurinol (utilizado no tratamento da gota) durante o tratamento com amoxicilina, um dos componentes de Claxam, pode aumentar a probabilidade de reações alérgicas da pele.

Como ocorre com outros antibióticos, Claxam pode afetar a flora intestinal, causando menor reabsorção de estrógenos, e assim reduzir a eficácia dos contraceptivos (anticoncepcionais) orais combinados (medicamentos utilizados para evitar a gravidez).

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com anticoagulantes orais, como acenocumarol e varfarina, devido ao maior risco de sangramento.

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com dissulfiram, utilizado no tratamento do alcoolismo e micofenolato de mofetila, utilizado para prevenção da rejeição em transplantes.

A ingestão de álcool deve ser evitada durante e vários dias após o tratamento com Claxam.

Superdosagem

É pouco provável que ocorram problemas em caso de superdosagem de Claxam. Se houver efeitos gastrintestinais evidentes, como enjoo, vômito e diarreia, procure seu médico para que os sintomas sejam tratados.

O Claxam pode ser removido da circulação por hemodiálise.

Observou-se a formação de cristais na urina após o uso da amoxicilina.

Composição

Cada 5 mL de suspensão oral de 400 mg + 57 mg contém:

amoxicilina triidratada ……………………………………………………………………….. 400 mg

clavulanato de potássio ………………………………………………………………………… 57 mg

excipientes q.s.p. …………………………………………………………………………………. 5 mL
(ácido cítrico, citrato de sódio, celulose microcristalina, carboximetilcelulose, goma xantana, dióxido de silício, manitol, sacarina sódica, flavorizante cereja e limão)

Apresentação: Claxam pó para suspensão oral 400 mg + 57 mg/5 mL. Embalagem contendo 1 frasco de 70 mL + dosador.

Armazenamento

Claxam deve ser mantido na embalagem original e conservado ao abrigo da luz e umidade, em temperatura ambiente, entre 15ºC e 30ºC.

Guarde-o em sua embalagem original.

A suspensão oral, após o preparo, ficará estável por sete dias. Para isso, você deve conservá-la no refrigerador (em temperatura de 2°C a 8°C). Após sete dias, a suspensão reconstituída deverá ser descartada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Aspecto físico: Pó para suspensão oral – pó branco a amarelado com odor de frutas. Suspensão reconstituída – suspensão branca a amarelada, com odor de frutas.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar, mas continue com o horário normal das demais. Só não tome duas doses com intervalo menor que 4 horas.

Laboratório

Sandoz do Brasil Indústrias Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800 4009192

Dizeres Legais

MS – 1.0047.0452
Farm. Resp.: Luciana A. Perez Bonilha CRF – PR nº. 16.006

Claxam 875 mg

Indicação

O Claxam 875 mg é indicado para tratamento de: infecções das vias respiratórias superiores, inclusive de ouvido, nariz e garganta; infecções das vias respiratórias inferiores, como bronquite crônica e broncopneumonia; infecções urinárias, principalmente cistite; infecções de pele e tecidos moles, sobretudo por celulite, mordidas de animais e abscesso dentário grave com celulite disseminada.

Uso adulto – Uso oral

Posologia

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, sem mastigar. Se necessário, podem ser partidos pela metade e engolidos, mas não mastigados.

Para reduzir o desconforto no estômago ou intestino tome os comprimidos no início da refeição.

Um comprimido de Claxam 875 mg duas vezes ao dia.

Pacientes com insuficiência dos rins

Para pacientes com comprometimento moderado do funcionamento do rim TFG ≥30 mL/min, nenhum ajuste de dosagem é necessário. Para pacientes com comprometimento grave do funcionamento do rim TFG.

Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais estão listados abaixo de acordo com a frequência.

Efeito colateral muito comum: diarreia.

Efeitos colaterais comuns: candidíase mucocutânea (infecção causada por fungo), caracterizada pela presença de lesões esbranquiçadas em boca e mucosas e enjoo e vômito (essas reações podem ser reduzidas com o uso de Claxam no início de uma refeição).

Efeitos colaterais incomuns

  • tontura.
  • dor de cabeça.
  • desconforto abdominal.
  • aumento moderado de enzimas do fígado (como AST ou ALT) erupções na pele, coceira e vermelhidão.

Efeitos colaterais raros

  • diminuição reversível de glóbulos brancos (células de defesa) e de plaquetas (células responsáveis pela coagulação) do sangue.
  • lesões das mucosas e da pele.

Efeitos colaterais muito raros

  • falta de glóbulos brancos, que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflamação da garganta ou úlceras na boca.
  • baixa contagem de plaquetas, que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas que surgem com mais facilidade que o normal).
  • destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia, que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pele e/ou dos olhos.
  • sinais repentinos de alergia, tais como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, dos lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar; se esses sintomas ocorrerem, pare de usar o medicamento e procure socorro médico o mais rápido possível.
  • convulsões podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada ou que estejam recebendo doses altas do medicamento.
  • presença de movimentos exacerbados e incontroláveis, tontura.
  • efeitos relacionados ao sistema digestivo, como diarreia grave, que também pode conter sangue e ser acompanhada de cólicas abdominais.
  • sua língua pode mudar de cor, ficando amarela, marrom ou preta, e dar a impressão de ter pelos.
  • efeitos relacionados ao fígado; esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensação geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos e escurecimento da urina. As reações relacionadas ao fígado podem ocorrer até dois meses após o início do tratamento.

Outros efeitos colaterais

  • trombocitopenia púrpura.
  • ansiedade, insônia e confusão mental (relatos raros).
  • inflamação e inchaço da língua.

Contraindicações

O Claxam não é indicado para pacientes com alergia a betalactâmicos, como penicilinas e cefalosporinas.

O Claxam não é indicado para pacientes que já tiveram acúmulo de bilirrubina que causa coloração amarelada da pele ou problemas de funcionamento do fígado associados ao uso de Claxam ou de penicilina.

Farmacocinética

Claxam é um medicamento capaz de destruir e eliminar ampla variedade de microrganismos.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Claxam, seu médico deve fazer uma pesquisa cuidadosa de suas possíveis reações alérgicas a penicilinas, cefalosporinas ou outras substâncias que provocam alergia (alérgenos).

Houve relatos de reações alérgicas graves e potencialmente fatais em pacientes que receberam tratamento com penicilina.

O uso prolongado de Claxam pode, ocasionalmente, resultar em crescimento exagerado de microrganismos não sensíveis a este medicamento.

Foi relatada colite pseudomembranosa (inflamação no cólon) com o uso de antibióticos, que pode ter gravidade variada entre leve e risco à vida. Se você apresentar diarreia prolongada ou significativa, ou sentir cólicas abdominais, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e seu médico irá avaliar sua condição física.

Seu médico deve fazer o monitoramento apropriado de possíveis reações se você precisar usar anticoagulantes orais ao mesmo tempo que Claxam. Pode ser necessário realizar alguns ajustes de dose do anticoagulante oral. Converse com seu médico caso você use esses medicamentos.

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes que apresentam problemas de fígado.

Em pacientes com problemas nos rins a dosagem de Claxam deve ser ajustada de acordo com o grau de disfunção. Se for seu caso, consulte o médico para que ele defina o ajuste correto a fazer.

Durante a administração de altas doses de Claxam, é recomendável manter ingestão adequada de líquidos para evitar formação de cristais na urina, associada ao uso da amoxicilina.

Seu médico deve considerar a possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias durante o tratamento.

Se ocorrer superinfecção, ele poderá recomendar a descontinuação do tratamento com Claxam e prescrever a terapia apropriada.

Não se observaram efeitos colaterais sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas.

Claxam na gravidez e lactação: Caso você fique grávida durante ou logo após o tratamento com Claxam, suspenda a medicação e avise imediatamente seu médico. Como ocorre com todos os medicamentos, o uso de Claxam deve ser evitado na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, a menos que o médico o considere essencial.

Você pode tomar Claxam durante o período de amamentação. Não há efeitos nocivos conhecidos para o bebê lactente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas

Converse com seu médico antes de iniciar o tratamento com Claxam caso você esteja usando algum dos medicamentos a seguir:

O uso simultâneo de Claxam com probenecida (utilizada em associação com outros medicamentos no tratamento de infecções) não é recomendável.

O uso de alopurinol (utilizado no tratamento da gota) durante o tratamento com amoxicilina, um dos componentes de Claxam, pode aumentar a probabilidade de reações alérgicas da pele.

Como ocorre com outros antibióticos, Claxam pode afetar a flora intestinal, causando menor reabsorção de estrógenos, e assim reduzir a eficácia dos contraceptivos (anticoncepcionais) orais combinados (medicamentos utilizados para evitar a gravidez).

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com anticoagulantes orais, como acenocumarol e varfarina, devido ao maior risco de sangramento.

O Claxam deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com dissulfiram, utilizado no tratamento do alcoolismo e micofenolato de mofetila, utilizado para prevenção da rejeição em transplantes.

A ingestão de álcool deve ser evitada durante e vários dias após o tratamento com Claxam.

Superdosagem

É pouco provável que ocorram problemas em caso de superdosagem de Claxam. Se houver efeitos gastrintestinais evidentes, como enjoo, vômito e diarreia, procure seu médico para que os sintomas sejam tratados.

O Claxam pode ser removido da circulação por hemodiálise.

Observou-se a formação de cristais na urina após o uso da amoxicilina.

Composição

Cada comprimido revestido de 875 mg + 125 mg contém:

amoxicilina triidratada ………………………………..…………………………..…………………1005 mg
(equivalente a 875 mg de amoxicilina)

clavulanato de potássio……..……………..……………..…………………………………………..149 mg
(equivalente a 125 mg de ácido clavulânico)

excipientes q.s.p. ………..………………………………………………….1 comprimido revestido
(dióxido de silício, estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, crospovidona, trietil citrato, etilcelulose, hipromelose, talco, dióxido de titânio).

Apresentação: Claxam 875 mg + 125 mg. Embalagem contendo 14 ou 20 comprimidos revestidos.

Armazenamento

O medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15º – 30º C). Proteger da luz e umidade.

Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Aspecto físico: Comprimido de coloração branca ligeiramente amarelada, oblongo, convexo, com vinco em ambas as faces e com a gravação “GGN7” em uma das faces.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar, mas continue com o horário normal das demais. Só não tome duas doses com intervalo menor que 4 horas.

Laboratório

Sandoz do Brasil Indústrias Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800 4009192

Dizeres Legais

MS – 1.0047.0452
Farm. Resp.: Luciana A. Perez Bonilha CRF – PR nº. 16.006

Amoxil 500 mg

Indicação

Amoxil 500 mg é indicado no tratamento de uma gama de infecções causadas por bactérias. Podem ser infecções nos pulmões, nas amígdalas, nos seios da face, no trato urinário e genital, na pele e nas mucosas.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Posologia

Siga as orientações de seu médico sobre a maneira e a hora correta de tomar o medicamento. Ele vai decidir a quantidade diária que você precisa e o tempo durante o qual você deve usar o medicamento.

Recomenda-se ingerir o medicamento nas refeições, embora ele continue eficaz mesmo que você o tome em outros horários. Continue tomando este medicamento até o fim do tratamento prescrito pelo médico. Não pare somente porque se sente melhor.

  • Dose para adultos (inclusive pacientes idosos)

Dose padrão para adultos: 250 mg (esta dose só pode ser obtida com a suspensão oral) três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) com aumento para 500 mg (uma cápsula) três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) nas infecções mais graves.

  • Tratamento com dosagem alta (máximo recomendável de 6 g ao dia em doses divididas)

Recomenda-se uma dose de 3 g (seis cápsulas) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) em casos que requerem tratamento de infecção respiratória purulenta (com a presença de pus) grave ou recorrente.

  • Tratamento de curta duração

Gonorreia: dose única de 3 g.

  • Erradicação de Helicobacter em úlcera péptica (no duodeno ou no estômago)

Para combater o Helicobacter (bactéria que ataca o estômago e o duodeno), recomenda-se o uso de Amoxil no esquema de duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas), em associação com um medicamento conhecido como inibidor da bomba de prótons (exemplo: omeprazol) e agentes antimicrobianos, conforme se detalha a seguir:

  1. omeprazol 40 mg diários, amoxicilina 1 g (duas cápsulas) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) e claritromicina 500 mg duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) durante sete dias; ou
  2. omeprazol 40 mg diários, amoxicilina 750 mg a 1 g duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) e metronidazol 400 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) durante sete dias.
  • Dose para crianças (até 10 anos de idade)

Dose padrão para crianças: 125 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) com aumento para 250 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) nas infecções mais graves. Estas doses só podem ser obtidas com a suspensão oral.

  • Pacientes com insuficiência renal (dos rins)

Na insuficiência renal, a eliminação do antibiótico é mais lenta. Conforme o grau dessa condição, seu médico pode indicar a redução da dose diária total de acordo com o esquema descrito a seguir.

  • Adultos e crianças acima de 40 kg
  1. insuficiência leve: nenhuma alteração de dose;
  2. insuficiência moderada: máximo de 500 mg (uma cápsula) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas); (no máximo de 500 mg duas vezes ao dia);
  3. insuficiência grave: máximo de 500 mg (uma cápsula) ao dia; (no máximo de 500 mg).
  • Crianças abaixo de 40 kg
  1. insuficiência leve: nenhuma alteração de dose;
  2. insuficiência moderada: 15 mg/kg duas vezes ao dia (de 12/12 horas);
  3. insuficiência grave: 15 mg/kg uma vez ao dia.
  • Pacientes que recebem diálise peritoneal

Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave.

  • Pacientes que recebem hemodiálise

Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Efeitos Colaterais

Avise seu médico o mais cedo possível se você não se sentir bem durante o tratamento com Amoxil. Assim como todo medicamento, Amoxil pode provocar efeitos colaterais, porém isso não ocorre com todas as pessoas.

Os efeitos colaterais deste medicamento geralmente são leves.

Efeitos colaterais comuns:

  • Diarreia e enjoo; quando isso acontece, os sintomas normalmente são leves e com frequência podem ser evitados tomando-se o medicamento no início das refeições. Se continuarem ou se tornarem graves, consulte o médico.
  • Erupções da pele.

Efeitos colaterais incomuns:

  • Vômito, urticária e coceira.

Efeitos colaterais muito raros:

  • Diminuição de glóbulos brancos (leucopenia reversível), que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflamação da garganta ou úlceras na boca.
  • Baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia reversível), que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas) que surgem com mais facilidade que o normal.
  • Destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia (anemia hemolítica), que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pele e/ou dos olhos.
  • Sinais repentinos de alergia, como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, dos lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar; se esses sintomas ocorrerem, pare de usar Amoxil e procure socorro médico o mais rápido possível.
  • Convulsões (ataques) podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada ou que estejam recebendo doses altas do medicamento.
  • Hipercinesia (presença de movimentos exacerbados e incontrolados), tontura.
  • Candidíase mucocutânea, infecção micótica (causada por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca; na área genital, pode provocar coceira e queimação (com a presença de uma fina camada de secreção branca), e na boca ou na língua podem surgir pintas brancas dolorosas.
  • Colite associada a antibióticos (inflamação no cólon (intestino grosso), causando, causando diarreia grave, que também pode conter sangue e ser acompanhada de cólicas abdominais.
  • Sua língua pode mudar de cor, ficando amarela, marrom ou preta, e dar a impressão de ter pelos (língua pilosa negra).
  • Efeitos relacionados ao fígado; esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensação geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos e escurecimento da urina. e aumento de algumas substâncias (enzimas) produzidas pelo fígado. – Reações cutâneas graves: erupção cutânea (eritema multiforme), que pode formar bolhas (com pequenas manchas escuras centrais rodeadas por uma área pálida, com um anel escuro ao redor da borda); erupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na maior parte da superfície corporal (necrólise epidérmica tóxica); erupções na pele com bolhas e descamação, especialmente ao redor da boca, nariz, olhos e genitais (síndrome de Stevens-Johnson); erupções na pele com bolhas contendo pus (dermatite esfoliativa bolhosa); erupções escamosas na pele, com bolhas e inchaços sob a pele (exantema pustuloso).
  • Doença renal (problemas para urinar, possivelmente com dor e presença de sangue ou cristais na urina).

Se qualquer desconforto incomum se manifestar enquanto você estiver tomando o medicamento, informe seu médico o mais breve possível.

Contraindicações

Amoxil não pode ser administrado nem ingerido por pessoas alérgicas à amoxicilina, a outros antibióticos penicilínicos ou antibióticos similares, chamados cefalosporinas.

Se você teve uma reação alérgica (como uma erupção cutânea) ao tomar um antibiótico, você deve conversar com o médico antes de tomar Amoxil.

Farmacocinética

Amoxil atua destruindo as bactérias que causam estas infecções.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Amoxil, informe seu médico:

  • se você já apresentou reação alérgica a algum antibiótico. Isso pode incluir reações na pele ou inchaço na face ou pescoço;
  • se você apresenta febre glandular;
  • se você toma medicamentos usados para prevenir coágulos sanguíneos (anticoagulantes), tais como varfarina,o seu médico fará um monitoramentoe, se necessário, poderá sugerir ajustes na dose dos anticoagulantes;
  • se você apresenta problema nos rins;
  • se você não estiver urinando regularmente;
  • se você já teve diarreia durante ou após o uso de antibióticos.

O uso prolongado também pode resultar, ocasionalmente, em super crescimento de microrganismos resistentes a Amoxil.

Não se observaram efeitos colaterais sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas.

Amoxil na gravidez e amamentação: informe seu médico se você estiver grávida ou suspeitar que está grávida. Você não deve tomar este medicamento se estiver grávida, exceto se seu médico recomendar. Você pode amamentar seu bebê enquanto estiver tomando Amoxil, mas há excreção de quantidades mínimas de amoxicilina no leite materno. Se você estiver amamentando, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com Amoxil.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Seu médico poderá indicar tratamento por via parenteral (feito com aplicação de injeções intravenosas, intramusculares ou subcutâneas) nos casos em que a via oral for considerada inadequada (particularmente nos tratamentos urgentes de infecções graves).

Conforme o grau de insuficiência renal, talvez seu médico ache necessário reduzir a dose diária total.

Interações Medicamentosas

A alimentação não interfere na ação de Amoxil, que pode ser ingerido nas refeições.

Alguns medicamentos podem causar efeitos indesejáveis se você os ingerir durante o tratamento com Amoxil. Não deixe de avisar seu médico caso você esteja tomando:

  • medicamentos usados no tratamento de gota (probenecida ou alopurinol);
  • outros antibióticos;
  • pílulas anticoncepcionais (como acontece com outros antibióticos, talvez sejam necessárias precauções adicionais para evitar a gravidez);
  • anticoagulantes.

Superdosagem

É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem de amoxicilina. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia.

Procure seu médico para que os sintomas sejam tratados.

Composição

Cada cápsula contém:

amoxicilina triidratada ………………………………………………………………… 574 mg
(equivalentes a 500 mg de amoxicilina)

excipiente* q.s.p. …………………………………………………………………….. 1 cápsula.
* Excipiente: estearato de magnésio.

Apresentação: Cápsulas de 500 mg em embalagem com 15, 21 ou 30 unidades.

Armazenamento

Conservar as cápsulas na embalagem original, protegido da umidade e em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Aspecto físico: Cápsulas de 500 mg de duas cores (corpo amarelo opaco e tampa vermelho opaco) impressa com GS JVL e contendo um pó branco a quase branco.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar, mas continue com o horário normal das demais doses. Só não tome duas doses com intervalo igual ou menor que 1 hora entre uma e outra.

Laboratório

GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

SAC: 0800 701 2233

Dizeres Legais

MS: 1.0107.0003
Farm. Resp.: Edinilson da Silva Oliveira CRF-RJ Nº: 18875

Bactrim Forte

Indicação

Bactrim Forte é indicado para o tratamento de infecções respiratórias, urinárias, gastrintestinais e outros tipos de infecções.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Contraindicações

Bactrim Forte não deve ser utilizado em:

  • Pacientes com doença grave no fígado e no rim quando não se puder determinar regularmente a concentração da droga no sangue. ​
  • Pacientes com alergia a sulfonamida ou a trimetoprima. ​
  • Pacientes prematuros e recém-nascidos durante as primeiras 6 semanas de vida.
  • Pacientes com sérias alterações no sangue.
  • Pacientes portadores de deficiência de G6PD (desidrogenase de glicose 6 fosfato), a não ser em casos de absoluta necessidade e em doses mínimas. ​
  • Bactrim não deve ser administrado em combinação com dofetilida.

Este medicamento é contra-indicado na faixa etária de 0 a 6 semanas.

Farmacocinética

O Bactrim Forte é capaz de matar a bactéria.

A ação medicamentosa de Bactrim Forte começa logo após a primeira tomada, no entanto, os germes não são eliminados de imediato. Por isso, mesmo que alguns sintomas como febre e dor, desapareçam, é necessário continuar a tomar o remédio pelo período que o médico estabeleceu.

Posologia

Adultos e crianças acima de 12 anos:

Dose habitual: 1 comprimido de Bactrim Forte ou 10 mL da suspensão Forte a cada 12 horas.

Dose mínima e dose para tratamento prolongado (mais de 14 dias): 1/2 comprimido de Bactrim F ou ou 5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

Dose máxima (casos especialmente graves): 1 e 1/2 comprimido de Bactrim F ou 15 mL da suspensão F a cada 12 horas.

Crianças abaixo de 12 anos

6 meses a 5 anos: 2,5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

6 a 12 anos: 5 mL da suspensão F a cada 12 horas.

A posologia acima indicada corresponde aproximadamente a dose diária média de 6 mg de trimetoprima e 30 mg de sulfametoxazol por kg de peso. Nas infecções graves a dosagem recomendada pode ser aumentada em 50%.

Duração do tratamento

Em infecções agudas, Bactrim Forte deve ser administrado por pelo menos 5 dias ou, até que o paciente esteja assintomático por pelo menos 2 dias. Se a melhora clínica não for evidente após 7 dias de tratamento, o paciente deve ser reavaliado.

Efeitos Colaterais

Nas doses recomendadas, Bactrim Forte é geralmente bem tolerado.

Os efeitos colaterais mais comuns são os rashes cutâneos e os distúrbios gastrintestinais.

Entretanto, efeitos colaterais adicionais já foram descritos em frequência variável nos pacientes expostos a medicação.

As categorias utilizadas como padrões de frequência (número de efeitos relatados /número de pacientes expostos a medicação) são as seguintes:

  • Infecções e infestações:

Muito raro: Infecções fúngicas, como candidíase, têm sido relatadas.

  • Desordens hematológicas e do sistema linfático

Raro: A maioria das alterações hematológicas observadas têm sido discretas, assintomáticas e reversíveis com a suspensão da medicação. As alterações mais comumente observadas foram leucopenia, neutropenia e trombocitopenia.

Muito raro: Agranulocitose, anemia (megaloblástica, hemolítica/autoimune, aplástica), meta hemoglobinemia, pancitopenia ou púrpura.

  • Desordens do sistema imune

Muito raro: Assim como qualquer outra droga, reações alérgicas podem ocorrer em pacientes que são hipersensíveis aos componentes da medicação: p. ex. febre, edema angioneurótico, reações anafilactoides, reações de hipersensibilidade, e doença do soro. Infiltrados pulmonares, tais como ocorrem em alveolite alérgica ou eosinofílica, têm sido relatados. Elas podem se manifestar através de sintomas tais como tosse ou respiração ofegante. Se tais sintomas aparecerem ou, inexplicavelmente, piorarem, o paciente deve ser reavaliado e a descontinuação da terapia com Bactrim Forte ser considerada. Casos de periarterite nodosa e miocardite alérgica têm sido relatados.

  • Desordens metabólicas e nutricionais

Muito raro: Altas doses de TMP, como as usadas em pacientes com pneumonia por Pneumocystis carinii, induzem um progressivo mas reversível aumento de concentração de potássio sérico em um número substancial de pacientes. Mesmo doses recomendadas de TMP podem causar hipercalemia quando administradas a pacientes com doenças subjacentes de metabolismo do potássio, insuficiência renal ou que estão recebendo drogas que induzem hipercalemia. Monitorização rigorosa do potássio sérico é requerida nestes pacientes. Casos de hiponatremia foram relatados. Casos de hipoglicemia em pacientes não diabéticos tratados com SMZ-TMP têm sido relatados, geralmente após poucos dias de tratamento. Pacientes com decréscimo da função renal, doença hepática, desnutrição ou recebendo altas doses de SMZ-TMP, estão sob risco particular.

  • Desordens psiquiátricas

Muito raro: Casos isolados de alucinações têm sido relatados.

  • Desordens do sistema nervoso

Muito raro: Neuropatia (incluindo neurite periférica e parestesia), uveíte. Meningite asséptica ou sintomas semelhantes à meningite, ataxia, convulsões, vertigem e tinido foram relatados.

  • Efeitos colaterais gastrintestinais

Comum: Náusea (com ou sem vômito).

Raro: Estomatite, glossite e diarreia.

Muito raro: Enterocolite pseudomembranosa. Casos de pancreatite aguda têm sido relatados, sendo que vários destes pacientes tinham doenças graves, incluindo pacientes portadores de AIDS (Síndrome da imunodeficiência adquirida).

  • Desordens hepato-biliares

Muito raro: Necrose hepática, hepatite, colestase, elevação de bilirrubinas e transaminases, e casos isolados de síndrome de desaparecimento do ducto biliar têm sido relatados.

  • Desordens cutâneas e subcutâneas

Comum: Múltiplas reações na pele têm sido relatadas, as quais são geralmente leves e rapidamente reversíveis após suspensão da medicação.

Muito raro: Como ocorre com muitas outras drogas contendo sulfonamidas, o uso de Bactrim Forte tem, em raros casos, sido relacionado a fotossensibilidade, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (síndrome de Lyell) e púrpura de Henoch-Schöenlein.

  • Desordens do sistema músculo-esquelético, do tecido conjuntivo e dos ossos

Muito raro: Raros casos de artralgia e mialgia e casos isolados de rabdomiólise foram relatados.

  • Desordens do sistema renal e urinário

Muito raro: Casos de comprometimento da função renal, nefrite intersticial, elevação do nitrogênio ureico sanguíneo, elevação da creatinina sérica e cristalúria foram reportados. Sulfonamidas, incluindo Bactrim Forte pode induzir a aumento da diurese, particularmente em pacientes com edema de origem cardíaca.

Segurança de sulfametoxazol + trimetoprima em pacientes infectados pelo HIV. Os pacientes portadores de HIV têm o espectro de possíveis efeitos colaterais similar ao espectro dos pacientes não infectados. Entretanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer com frequência maior e com quadros clínicos diferenciados.

Essas diferenças relacionam-se aos seguintes sistemas:

  • Desordens hematológicas e do sistema linfático

Muito comum: Leucopenia, granulocitopenia e trombocitopenia.

  • Desordens metabólicas e nutricionais

Muito comum: Hiperpotassemia.

Incomum: Hiponatremia, hipoglicemia.

  • Desordens gastrintestinais

Muito comum: Anorexia, náusea com ou sem vômito, diarreia.

  • Desordens hepato-biliares

Elevação de transaminases.

  • Desordens cutâneas e subcutâneas

Muito comum: Rash maculopapular, geralmente com prurido.

  • Desordens em geral e condições do local de administração

Muito comum: Febre, geralmente associada com erupção maculopapular.

Interferência em exames de laboratório

O Bactrim Forte especificamente o componente TMP, pode interferir com a dosagem do metotrexato. A presença de TMP e SMZ pode também interferir com a dosagem de creatinina.

Informe seu médico o aparecimento de efeitos colaterais. Em ordem de frequência encontramos efeitos gastrintestinais (náuseas, lesões na boca, diarreia), reações de pele e zumbidos nos ouvidos que desaparecem com a suspensão do tratamento.

Bactrim Forte pode aumentar a produção de urina em pacientes com edema de origem cardíaca.

Alterações no exame de sangue também podem surgir de forma leve e sem sintomas, desaparecendo com a suspensão do tratamento.

Advertências e Precauções

As doses de Bactrim Forte deve ser administradas pela manhã e à noite, de preferência após uma refeição e com suficiente quantidade de líquido. O frasco de suspensão deve ser agitado antes da administração.

A posologia deve ser orientada pelo seu médico de acordo com a sua doença.

O tratamento deve ser descontinuado imediatamente ao primeiro sinal de aparecimento de erupção cutânea ou qualquer outro efeito colateral grave.

Bactrim Forte deve ser administrado com cautela a pacientes com história de alergia e asma brônquica.

Nos pacientes idosos ou em pacientes com história de deficiência de ácido fólico ou insuficiência renal, podem ocorrer alterações hematológicas indicativas de deficiência de ácido fólico. Estas alterações são reversíveis administrando-se ácido folínico.

Como com todas as drogas contendo sulfonamidas, cuidado é desejável em pacientes com porfiria ou disfunção da tireoide.

Bactrim Forte na gravidez e lactação: Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se ocorrer gravidez ou se iniciar a amamentação durante o uso deste medicamento.

No caso de haver necessidade de uso, toda gestante deve receber concomitantemente 5 a 10 mg de ácido fólico diariamente. Deve-se evitar o uso no último trimestre de gestação, tanto quanto possível, devido ao risco do recém-nascido apresentar problemas neurológicos devido ao acúmulo de bilirrubina no cérebro (kernicterus).

Informar ao médico se está amamentando. Os dois compostos de Bactrim Forte são excretados pelo leite, devendo-se levar em consideração os riscos já citados acima.

Interações Medicamentosas

Informe o seu médico se estiver utilizando algum dos medicamentos ou substâncias mencionados a seguir, pois podem ocorrer interações entre eles e as substâncias que fazem parte da fórmula do Bactrim Forte:

  • Medicamentos para a pressão ou coração: diuréticos, digoxina.
  • Medicamentos para doenças do sistema nervoso: depressores do sistema nervoso central, como, por exemplo, os antidepressivos, fenitoína.
  • Medicamentos que contêm em sua fórmula: amantadina, antidiabéticos orais, ciclosporina, indometacina, metotrexato, pirimetamina, varfarina.

Superdosagem

Em caso de ingestão aguda de doses excessivas, intencionalmente ou acidentalmente, podem ocorrer os seguintes sintomas: náuseas, vômito, diarreia, cefaleia, vertigens, tontura e distúrbios mentais e visuais.

Em superdosagem crônica, podem ocorrer alterações no sangue. Nesses casos, o médico deve ser procurado o mais rapidamente possível para que o tratamento adequado seja instituído. Na ingestão aguda de grandes quantidades deve-se provocar o vômito o mais rapidamente possível para eliminar a quantidade máxima possível do medicamento ingerido.

Composição

Cada comprimido contém:

trimetoprima……………………………………………………………….160 mg

sulfametoxazol……………………………………………………………..800 mg
Excipientes: dioctilssulfosuccinato de sódio, estearato de magnésio, povidona, amido carboximetilsódico.

Apresentação: Bactrim Comprimido F – caixas com 4 ou 10 comprimidos.

Armazenamento

Bactrim Forte deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C).

Aspecto físico: Bactrim F comprimidos apresentam formato oblongo, biconvexa cor branco a quase branco.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso você se esqueça de tomar uma das doses, tome-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.

Nunca tome duas doses de uma só vez.

Laboratório

Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.

SAC: 0800 7720 289

Dizeres Legais

MS-1.0100.0008
Farm. Resp.: Guilherme N. Ferreira – CRF-RJ nº 4288

Tygacil

Indicação

Tygacil é indicado para o tratamento de:

Infecções complicadas da pele e tecidos moles (tecidos próximos ou abaixo da pele) causadas por Escherichia coli, Enterococcus faecalis (apenas isolados sensíveis à vancomicina, um outro antibiótico), Staphylococcus aureus (isolados resistentes e sensíveis à meticilina, um outro antibiótico), incluindo casos de bacteremia (presença da bactéria no sangue) concomitante, Streptococcus agalactiae, Streptococcus anginosus (inclui S. anginosus, S. intermedius e S. constellatus), Streptococcus pyogenes, Enterobacter cloacae, Bacteroides fragilis e Klebisiella pneumoniae.

Infecções intra-abdominais complicadas causadas por Citrobacter freundii, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae, Enterococcus faecalis, Staphylococcus aureus incluindo casos de bacteremia concomitante, Streptococcus anginosus, Bacteroides fragilis, Bacteroides thetaiotaomicron, Bacteroides uniformis, Bacteroides vulgatus, Clostridium perfringens e Peptostreptococcus micros.

Pneumonia adquirida na comunidade causada por Chlamydia pneumoniae, Haemophilus influenzae, Legionella pneumophila, Mycoplasma pneumoniae, e Streptococcus pneumoniae (isolados sensíveis à penicilina, um outro antibiótico), incluindo casos de bacteremia concomitante.

Uso adulto – Uso injetável

Farmacocinética

Tygacil age inibindo o crescimento das bactérias. Seu inicio de ação é rápido, ocorrendo em minutos, após ser administrado endovenosamente.

Posologia

Tygacil deve ser usado por infusão intravenosa (IV). Deve ser utilizado em ambiente apropriado, manipulado por pessoal da área de saúde e sob recomendação do médico prescritor.

O esquema posológico recomendado é de 100 mg (dose inicial), seguida de 50 mg a cada 12 horas.

As infusões intravenosas do Tygacil devem ser administradas por um período de aproximadamente 30 a 60 minutos a cada 12 horas.

A duração recomendada do tratamento com Tygacil para infecções complicadas da pele e tecidos moles (tecidos próximos abaixo da pele) ou infecções intra-abdominais complicadas é de 5 a 14 dias.

A duração recomendada do tratamento com Tygacil para pneumonia adquirida na comunidade é de 7 a 14 dias.

A duração da terapia deve ser definida com base na gravidade e no local da infecção e de acordo com o progresso clínico e bacteriológico do paciente, a critério de seu médico.

Não há necessidade de ajuste de doses para pacientes idosos, pacientes com insuficiência renal (prejuízo na função dos rins) e hepática (prejuízo da função do fígado) considerada leve a moderada.

Em pacientes com insuficiência hepática grave (prejuízo grave da função do fígado) o médico deverá ser consultado.

Efeitos Colaterais

Nos pacientes que receberam Tygacil, os seguintes efeitos colaterais foram relatados:

Muito comum: náuseas (enjoo), vômitos, diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente).

Comum: alterações dos exames para avaliar a coagulação sanguínea, alterações dos exames para avaliar a função do fígado (aspartato aminotransferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT) sérica elevadas, aumento da bilirrubina no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), alterações dos exames para avaliar os rins (ureia sanguínea aumentada), hipoproteinemia (diminuição das proteínas no sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), amilase sérica aumentada, tontura, inflamação das veias (flebite), pneumonia (infecção no pulmão), falta de apetite, dor abdominal, má digestão, coceira, erupções na pele, dor de cabeça, reações no local da administração do medicamento e cicatrização anormal (defeito na cicatrização de feridas).

Incomum: alteração importante do exame para avaliar a coagulação sanguínea, tromboflebite (inflamação das veias com formação de coágulos), reações de inflamação, dor e inchaço no local da administração do medicamento, flebite (inflamação da veia) no local da administração, pancreatite aguda (inflamação do pâncreas), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares).

Frequência indeterminada: reação alérgica grave, hepatite colestática (inflamação do fígado com parada ou dificuldade de eliminação da bile) e reação alérgica de pele severa, incluindo uma conhecida como Síndrome de Stevens-Johnson.

A descontinuação do Tygacil foi mais frequentemente associada à náusea e vômito.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Contraindicações

Tygacil não deve ser usado em pacientes com alergia conhecida a tigeciclina.

Advertências e Precauções

A tigeciclina, substância presente no Tygacil, tem estrutura semelhante à das tetraciclinas, uma classe de antibiótico. Assim, Tygacil deve ser administrado com cuidado a pacientes com alergia conhecida aos antibióticos da classe das tetraciclinas.

Foram relatadas reação alérgica grave, que podem ser potencialmente fatais, com praticamente todos os agentes antibacterianos, incluindo o Tygacil.

Como ocorre com outros antibióticos, o uso desse medicamento pode resultar no crescimento exagerado de microrganismos resistentes, inclusive de fungos. Os pacientes devem ser atentamente acompanhados durante o tratamento. Se ocorrer superinfecção (crescimento exagerado de microrganismos resistentes), as medidas adequadas devem ser adotadas.

Foi relatada inflamação do intestino grosso (colite pseudomembranosa) em pessoas que usaram antibióticos e sua gravidade pode variar de leve a potencialmente fatal. Portanto, é importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia (aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente) após a administração de qualquer agente antibacteriano.

Converse com seu médico a respeito dessa doença.

Tygacil pode causar tontura, o que pode prejudicar a capacidade de dirigir e/ou operar máquinas.

Tygacil na gravidez e lactação: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

A segurança e a eficácia em pacientes com menos de 18 anos ainda não foram estabelecidas.

Portanto, não se recomenda o uso em pacientes com menos de 18 anos.

Interações Medicamentosas

Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.

Não é necessário ajustar a dose quando a Tygacil for administrado com digoxina ou medicamentos que contenham qualquer uma das 6 isoenzimas do citocromo CYP450 mencionadas a seguir: 1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A4. Caso Tygacil seja administrado com a varfarina, o tempo de protrombina ou outro teste de anti coagulação adequado deve ser monitorado.

O uso concomitante de antibióticos e contraceptivos orais pode fazer com que os contraceptivos orais sejam menos eficazes.

Não há relato de interação do medicamento com exames laboratoriais.

Superdosagem

Não há informações disponíveis sobre o tratamento em caso de superdosagem.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Composição

Princípio ativo: cada frasco-ampola contém 50 mg de tigeciclina pó liófilo estéril para infusão.

Excipientes: lactose, ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio, água para injeção e nitrogênio. Não contém conservante.

Apresentação: Cartucho contendo 10 frascos-ampolas de Tygacil dose única.

Armazenamento

Tygacil deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) antes da reconstituição.

Tygacil, após a reconstituição, pode ser armazenado em temperatura não superior a 25°C por até 24 horas (até 6 horas no frasco-ampola e o tempo restante na bolsa IV). Se a temperatura de armazenagem após reconstituição exceder 25ºC, Tygacil deverá ser utilizado imediatamente. Alternativamente, a solução reconstituída pode ser armazenada sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) por até 45 horas após transferência imediata da solução reconstituída para a bolsa IV. A solução reconstituída deve ser transferida e, depois, diluída para a infusão IV.

Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico: Tygacil se apresenta como um pó, compacto, liofilizado, alaranjado que deve ser reconstituído antes de sua aplicação. A solução reconstituída deve ter a coloração amarela a alaranjada.

Laboratório

Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.

SAC: 08000 175934

Dizeres Legais

Registro MS – 1.2110.0263
Farmacêutico Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF- SP nº 9258

Keflex 500

Indicação

Keflex 500 mg é indicado para o tratamento das seguintes infecções causadas por bactérias sensíveis à cefalexina: sinusites (inflamação dos seios da face), infecções do trato respiratório, otite média (inflamação do ouvido médio), infecções da pele e tecidos moles, infecções ósseas, infecções do trato geniturinário e infecções dentárias.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Farmacocinética

Keflex 500 mg apresenta ação bactericida, destruindo as bactérias causadoras do processo infeccioso.

Posologia

As doses para adultos variam de 1 a 4 g diários, em doses divididas.

A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas.

Para tratar faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites (inflamação da mucosa da bexiga) não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade, uma dose de 500 mg ou 1 g pode ser administrada a cada 12 horas.

O tratamento de cistites deve ser de 7 a 14 dias.

Para infecções do trato respiratório, causadas por S. pneumoniae e S. pyogenes, é necessário usar uma dose de 500 mg a cada 6 horas.

Infecções mais graves ou causadas por microrganismos menos sensíveis requerem doses mais elevadas.

Se houver necessidade de doses diárias de cefalexina acima de 4 g, o médico deve considerar o uso de uma cefalosporina injetável, em doses adequadas.

A dose diária recomendada para crianças é de 25 a 50 mg/kg em doses divididas.

Para faringites (inflamações da mucosa da faringe) estreptocócicas em pacientes com mais de um ano de idade, infecções leves e não complicadas do trato urinário e infecções da pele e estruturas da pele, a dose diária total poderá ser dividida e usada a cada 12 horas.

Nas infecções graves a dose pode ser dobrada.

No tratamento da otite média, os estudos clínicos demonstraram que são necessárias doses de 75 a 100 mg/kg/dia fracionadas em 4 doses.

No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica deve ser administrada por 10 dias, no mínimo.

Agitar bem o frasco de Keflex líquido todas as vezes que for utilizar o produto.

Keflex deve ser usado via oral e independente das refeições.

Efeitos Colaterais

Sintomas de colite (inflamação do intestino grosso) pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibiótico.

Enjoos e vômitos foram relatados raramente.

A reação adversa mais frequente tem sido a diarreia, sendo raramente grave o bastante para determinar a interrupção do tratamento.

Houve também relatos de dispepsia (indigestão), dor abdominal e gastrite.

Como acontece com algumas penicilinas ou cefalosporinas, há relatos raros de hepatite (inflamação do fígado) transitória e icterícia (coloração amarela dos tecidos e secreções por presença anormal de pigmentos biliares) colestática.

Foram observadas reações alérgicas na forma de erupções cutâneas, erupções cutâneas com urticária (coceira), angioedema e raramente eritema (vermelhidão da pele) multiforme, síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise tóxica epidérmica (morte das células da pele).

Essas reações geralmente desaparecem com a suspensão da droga.

Pode ser preciso terapia de suporte em alguns casos.

Houve também relatos de anafilaxia (reação violenta à segunda dose de algum antígeno).

Também ocorreram outras reações como prurido (coceira) anal e genital, monilíase (candidíase) genital, vaginite (inflamação da vagina), corrimento vaginal, tonturas, fadiga (cansaço), dor de cabeça, agitação, confusão, alucinações, artralgia (dor nas articulações), artrite (inflamação nas articulações) e doenças articulares.

Houve relatos raros de nefrite intersticial reversível (inflamação dos rins).

Eosinofilia, neutropenia, trombocitopenia, anemia hemolítica e elevações moderadas da transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) e transaminase glutâmico-pirúvica no soro (TGP) têm sido referidas.

Contraindicações

Keflex 500 mg é contra-indicado em pacientes alérgicos às cefalosporinas.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Keflex 500 mg, verifique cuidadosamente se você já apresentou reações anteriores de hipersensibilidade (alergia) às cefalosporinas e às penicilinas.

Pacientes alérgicos à penicilina devem usar Keflex com cuidado. Informe ao seu médico se você já teve alguma reação alérgica a antibióticos do tipo das penicilinas ou cefalosporinas.

Há evidencias clínicas e laboratoriais que apontam que os pacientes que já são alérgicos às penicilinas e a outras drogas apresentem grande possibilidade de desencadear reação alérgica também as cefalosporinas como a cefalexina.

Houve relatos de pacientes que apresentaram reações graves, incluindo anafilaxia (reação violenta a uma segunda dose de algum antígeno) a ambas as drogas.

Houve relatos sobre graves danos ao tecido do cólon intestinal (colite pseudomembranosa) com pacientes em tratamento com antibióticos de amplo espectro (ampla ação) incluindo as cefalosporinas como a cefalexina e outros antibióticos como os macrolídios, penicilinas semi-sintéticas.

É importante considerar este diagnóstico para pacientes que apresentem diarreia associada ao uso de antibióticos.

Essas colites (inflamações do intestino grosso) podem variar de leve a intensa (com risco de vida). Informe ao seu médico sobre a ocorrência de diarreia durante o uso do medicamento.

O uso prolongado ou inadequado da cefalexina, assim como os antibióticos em geral, poderá resultar na proliferação de bactérias resistentes.

A observação cuidadosa do paciente é essencial.

Se uma superinfecção ocorrer durante a terapia, seu médico deverá tomar as medidas apropriadas.

Para reduzir o desenvolvimento de bactérias resistentes e manter a eficácia da cefalexina, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por micro-organismos sensíveis à cefalexina.

Pacientes com insuficiência renal grave devem usar a cefalexina com cuidado.

Essa condição requer observação clínica e exames laboratoriais frequentes, pois a dose segura poderá ser menor do que a usualmente recomendada. Não há recomendações e advertências quanto ao uso de Keflex por idosos.

Keflex na gravidez e lactação: informe seu médico ou cirurgião-dentista a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

Atenção: Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

Interações Medicamentosas

Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose na urina com as soluções de Benedict ou Fehling ou com os comprimidos de sulfato de cobre para teste.

A eliminação da cefalexina pelos rins é inibida pela probenecida. Keflex e metformina, em doses únicas de 500 mg, apresentaram interação medicamentosa em indivíduos saudáveis.

Superdosagem

Os sintomas de uma dose oral muito elevada podem incluir enjoos, vômito, dor epigástrica (na região superior e mediana do abdome), diarreia e hematúria (presença de sangue na urina).

Se o paciente apresentar esses sintomas ou se houver certeza de que ele tenha usado uma dose muito elevada, certifique-se de que o paciente pode respirar bem, não provoque vômito, e procure imediatamente atendimento médico.

Informe o médico sobre o medicamento usado e a quantidade ingerida para que ele tome as medidas necessárias.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.

Não use mais que a quantidade total de recomendada pelo médico em um período de 24 horas.

Composição

  • Keflex drágea 500 mg

Cada drágea 500 mg contém:

cefalexina monoidratada 530,2 mg, equivalente a 500 mg de cefalexina base.

Excipientes: estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, dióxido de titânio, amarelo FD&C nº 6 com laca de alumínio (amarelo crepúsculo), D&C Amarelo N°10 Laca de Alumínio, álcool polivinílico, polietilenoglicol e talco.

  • Keflex líquido 500 mg

Keflex líquido 500 mg / 5 ml -Cada 1 ml da suspensão contém:

cefalexina monoidratada 108,17 mg, equivalente a 100 mg de cefalexina base.

Excipientes: estearato de alumínio, butilparabeno, óleo de mamona hidrogenado, lecitina, cloreto de sódio, sacarose 500 mg, amarelo FD&C nº 6 com laca de alumínio (amarelo crepúsculo), amarelo FD&C nº 5 com laca de alumínio (tartrazina), sabor artificial de guaraná 51880/A, óleo de coco fracionado.

Apresentação:

  • Keflex drágea 500 mg – Embalagens com 8 e 40 drágeas.
  • Keflex líquido 500 mg / 5 ml – frasco de vidro com 100 ml de suspensão oral preparada.

Armazenamento

O medicamento, mesmo após aberto, deve ser armazenado em temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC) e ao abrigo da luz.

Conservar os frascos bem tampados.

O prazo de validade do produto é de 2 anos e a data de validade está no rótulo e no cartucho.

Apresentação:

  • Keflex 500 mg drágea é apresentado em drágeas de cor alaranjada.
  • Keflex líquido 500 mg / 5 ml é uma suspensão pronta para uso, aromatizada, de cor alaranjada e sabor adocicado.

Laboratório

Laboratórios Bagó S.A.

Dizeres Legais

MS. 1.5626.0017.

Farmacêutico Responsável: Patrícia Machado de Campos – CRF-RJ nº 9817.

Keflex 1 g

Indicação

Keflex 1 g é indicado para o tratamento das seguintes infecções causadas por bactérias sensíveis à cefalexina: sinusites (inflamação dos seios da face), infecções do trato respiratório, otite média (inflamação do ouvido médio), infecções da pele e tecidos moles, infecções ósseas, infecções do trato geniturinário e infecções dentárias.

Uso adulto – Uso oral

Farmacocinética

Keflex 1 g apresenta ação bactericida, destruindo as bactérias causadoras do processo infeccioso.

Posologia

As doses para adultos variam de 1 a 4 g diários, em doses divididas.

A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas.

Para tratar faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites (inflamação da mucosa da bexiga) não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade, uma dose de 500 mg ou 1 g pode ser administrada a cada 12 horas.

O tratamento de cistites deve ser de 7 a 14 dias.

Para infecções do trato respiratório, causadas por S. pneumoniae e S. pyogenes, é necessário usar uma dose de 500 mg a cada 6 horas. Infecções mais graves ou causadas por microrganismos menos sensíveis requerem doses mais elevadas.

Se houver necessidade de doses diárias de cefalexina acima de 4 g, o médico deve considerar o uso de uma cefalosporina injetável, em doses adequadas.

A dose diária recomendada para crianças é de 25 a 50 mg/kg em doses divididas.

Para faringites (inflamações da mucosa da faringe) estreptocócicas em pacientes com mais de um ano de idade, infecções leves e não complicadas do trato urinário e infecções da pele e estruturas da pele, a dose diária total poderá ser dividida e usada a cada 12 horas.

Nas infecções graves a dose pode ser dobrada.

No tratamento da otite média, os estudos clínicos demonstraram que são necessárias doses de 75 a 100 mg/kg/dia fracionadas em 4 doses.

No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica deve ser administrada por 10 dias, no mínimo.

Keflex deve ser usado via oral e independente das refeições.

Efeitos Colaterais

Sintomas de colite (inflamação do intestino grosso) pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibiótico.

Enjoos e vômitos foram relatados raramente.

A reação adversa mais frequente tem sido a diarreia, sendo raramente grave o bastante para determinar a interrupção do tratamento.

Houve também relatos de dispepsia (indigestão), dor abdominal e gastrite.

Como acontece com algumas penicilinas ou cefalosporinas, há relatos raros de hepatite (inflamação do fígado) transitória e icterícia (coloração amarela dos tecidos e secreções por presença anormal de pigmentos biliares) colestática.

Foram observadas reações alérgicas na forma de erupções cutâneas, erupções cutâneas com urticária (coceira), angioedema e raramente eritema (vermelhidão da pele) multiforme, síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise tóxica epidérmica (morte das células da pele).

Essas reações geralmente desaparecem com a suspensão da droga.

Pode ser preciso terapia de suporte em alguns casos.

Houve também relatos de anafilaxia (reação violenta à segunda dose de algum antígeno).

Também ocorreram outras reações como prurido (coceira) anal e genital, monilíase (candidíase) genital, vaginite (inflamação da vagina), corrimento vaginal, tonturas, fadiga (cansaço), dor de cabeça, agitação, confusão, alucinações, artralgia (dor nas articulações), artrite (inflamação nas articulações) e doenças articulares. Houve relatos raros de nefrite intersticial reversível (inflamação dos rins).

Eosinofilia, neutropenia, trombocitopenia, anemia hemolítica e elevações moderadas da transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) e transaminase glutâmico-pirúvica no soro (TGP) têm sido referidas.

Contraindicações

Keflex 1 g é contra-indicado em pacientes alérgicos às cefalosporinas.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Keflex 1 g, verifique cuidadosamente se você já apresentou reações anteriores de hipersensibilidade (alergia) às cefalosporinas e às penicilinas.

Pacientes alérgicos à penicilina devem usar Keflex com cuidado. Informe ao seu médico se você já teve alguma reação alérgica a antibióticos do tipo das penicilinas ou cefalosporinas.

Há evidencias clínicas e laboratoriais que apontam que os pacientes que já são alérgicos às penicilinas e a outras drogas apresentem grande possibilidade de desencadear reação alérgica também as cefalosporinas como a cefalexina.

Houve relatos de pacientes que apresentaram reações graves, incluindo anafilaxia (reação violenta a uma segunda dose de algum antígeno) a ambas as drogas.

Houve relatos sobre graves danos ao tecido do cólon intestinal (colite pseudomembranosa) com pacientes em tratamento com antibióticos de amplo espectro (ampla ação) incluindo as cefalosporinas como a cefalexina e outros antibióticos como os macrolídios, penicilinas semi-sintéticas.

É importante considerar este diagnóstico para pacientes que apresentem diarreia associada ao uso de antibióticos.

Essas colites (inflamações do intestino grosso) podem variar de leve a intensa (com risco de vida). Informe ao seu médico sobre a ocorrência de diarreia durante o uso do medicamento.

O uso prolongado ou inadequado da cefalexina, assim como os antibióticos em geral, poderá resultar na proliferação de bactérias resistentes.

A observação cuidadosa do paciente é essencial.

Se uma superinfecção ocorrer durante a terapia, seu médico deverá tomar as medidas apropriadas.

Para reduzir o desenvolvimento de bactérias resistentes e manter a eficácia da cefalexina, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por micro-organismos sensíveis à cefalexina.

Pacientes com insuficiência renal grave devem usar a cefalexina com cuidado.

Essa condição requer observação clínica e exames laboratoriais frequentes, pois a dose segura poderá ser menor do que a usualmente recomendada. Não há recomendações e advertências quanto ao uso de Keflex por idosos.

Keflex na gravidez e lactação: informe seu médico ou cirurgião-dentista a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.

Atenção: Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

Interações Medicamentosas

Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose na urina com as soluções de Benedict ou Fehling ou com os comprimidos de sulfato de cobre para teste.

A eliminação da cefalexina pelos rins é inibida pela probenecida. Keflex e metformina, em doses únicas de 500 mg, apresentaram interação medicamentosa em indivíduos saudáveis.

Superdosagem

Os sintomas de uma dose oral muito elevada podem incluir enjoos, vômito, dor epigástrica (na região superior e mediana do abdome), diarreia e hematúria (presença de sangue na urina).

Se o paciente apresentar esses sintomas ou se houver certeza de que ele tenha usado uma dose muito elevada, certifique-se de que o paciente pode respirar bem, não provoque vômito, e procure imediatamente atendimento médico.

Informe o médico sobre o medicamento usado e a quantidade ingerida para que ele tome as medidas necessárias.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.

Não use mais que a quantidade total de recomendada pelo médico em um período de 24 horas.

Composição

Keflex drágea 1 g – Cada drágea 1 g contém:

cefalexina monoidratada 1062,6 mg, equivalente a 1 g de cefalexina base.

Excipientes: estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, celulose microcristalina, dióxido de titânio, amarelo FD&C nº 6 com laca de alumínio (amarelo crepúsculo), D&C Amarelo N°10 Laca de Alumínio, álcool polivinílico, polietilenoglicol e talco.

Apresentação:

Keflex drágea 1 g – Embalagens com 8 e 40 drágeas.

Armazenamento

O medicamento, mesmo após aberto, deve ser armazenado em temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC) e ao abrigo da luz. Conservar os frascos bem tampados.

O prazo de validade do produto é de 2 anos e a data de validade está no rótulo e no cartucho.

Apresentação:

Keflex 1 g drágea é apresentado em drágeas de cor alaranjada.

Laboratório

Laboratórios Bagó S.A.

Dizeres Legais

MS. 1.5626.0017.

Farmacêutico Responsável: Patrícia Machado de Campos – CRF-RJ nº 9817.

Keflex 250

Indicação

Keflex 250 mg é indicado para o tratamento das seguintes infecções: inflamação dos seios da face, infecções do trato respiratório, inflamação do ouvido médio, infecções da pele e tecidos moles, infecções ósseas, infecções do trato geniturinário e infecções dentárias.

Uso adulto e pediátrico – Uso oral

Farmacocinética

Keflex 250 mg apresenta ação bactericida, destruindo as bactérias causadoras do processo infeccioso.

Posologia

As doses para adultos variam de 1 a 4 g diários, em doses divididas.

A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas.

Para tratar faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites (inflamação da mucosa da bexiga) não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade, uma dose de 500 mg ou 1 g pode ser administrada a cada 12 horas.

O tratamento de cistites deve ser de 7 a 14 dias.

Para infecções do trato respiratório, causadas por S. pneumoniae e S. pyogenes, é necessário usar uma dose de 500 mg a cada 6 horas.

Infecções mais graves ou causadas por microrganismos menos sensíveis requerem doses mais elevadas.

Se houver necessidade de doses diárias de cefalexina acima de 4 g, o médico deve considerar o uso de uma cefalosporina injetável, em doses adequadas.

A dose diária recomendada para crianças é de 25 a 50 mg/kg em doses divididas.

Para faringites (inflamações da mucosa da faringe) estreptocócicas em pacientes com mais de um ano de idade, infecções leves e não complicadas do trato urinário e infecções da pele e estruturas da pele, a dose diária total poderá ser dividida e usada a cada 12 horas.

Exemplos de doses de Keflex líquido 250 mg/5 ml (1 colher-medida) conforme o peso da criança:

Dose (Kg)

Dose de 25 mg/Kg

Quatro vezes ao dia

Dose de 25 mg/Kg

Duas vezes ao dia

Dose de 50 mg/Kg

Quatro vezes ao dia

Dose de 50 mg/Kg

Duas vezes ao dia

10 ¼ colher-medida ½ colher-medida ½ colher-medida 1 colher-medida
20 ½ colher-medida 1 colher-medida 1 colher-medida 2 colher-medida
40 1 colher-medida 2 colher-medida 2 colher-medida 4 colher-medida

Nas infecções graves a dose pode ser dobrada.

No tratamento da otite média, os estudos clínicos demonstraram que são necessárias doses de 75 a 100 mg/kg/dia fracionadas em 4 doses.

No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica deve ser administrada por 10 dias, no mínimo.

Keflex líquido deve ser usado via oral e independente das refeições.

Agitar bem o frasco de Keflex líquido todas as vezes que for utilizar o produto.

Efeitos Colaterais

Sintomas de colite (inflamação do intestino grosso) pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibiótico.

Enjoos e vômitos foram relatados raramente.

O efeito colateral mais frequente tem sido a diarreia, sendo raramente grave o bastante para determinar a interrupção do tratamento.

Houve também relatos de dispepsia (indigestão), dor abdominal e gastrite.

Como acontece com algumas penicilinas ou cefalosporinas, há relatos raros de hepatite (inflamação do fígado) transitória e icterícia (coloração amarela dos tecidos e secreções por presença anormal de pigmentos biliares) colestática.

Foram observadas reações alérgicas na forma de erupções cutâneas, erupções cutâneas com urticária (coceira), angioedema e raramente eritema (vermelhidão da pele) multiforme, síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise tóxica epidérmica (morte das células da pele).

Essas reações geralmente desaparecem com a suspensão da droga.

Pode ser preciso terapia de suporte em alguns casos.

Houve também relatos de anafilaxia (reação violenta à segunda dose de algum antígeno).

Também ocorreram outras reações como prurido (coceira) anal e genital, monilíase (candidíase) genital, vaginite (inflamação da vagina), corrimento vaginal, tonturas, fadiga (cansaço), dor de cabeça, agitação, confusão, alucinações, artralgia (dor nas articulações), artrite (inflamação nas articulações) e doenças articulares.

Houve relatos raros de nefrite intersticial reversível (inflamação dos rins).

Eosinofilia, neutropenia, trombocitopenia, anemia hemolítica e elevações moderadas da transaminase glutâmico-oxalacética (TGO) e transaminase glutâmico-pirúvica no soro (TGP) têm sido referidas.

Contraindicações

Keflex 250 mg é contra-indicado em pacientes alérgicos às cefalosporinas.

Advertências e Precauções

Antes de iniciar o tratamento com Keflex 250 mg, verifique cuidadosamente se você já apresentou reações anteriores de alergia às cefalosporinas e às penicilinas.

Pacientes alérgicos à penicilina devem usar Keflex com cuidado. Informe ao seu médico se você já teve alguma reação alérgica a antibióticos do tipo das penicilinas ou cefalosporinas.

Há evidencias clínicas e laboratoriais que apontam que os pacientes que já são alérgicos às penicilinas e a outras drogas apresentem grande possibilidade de desencadear reação alérgica também as cefalosporinas como a cefalexina.

Houve relatos de pacientes que apresentaram reações graves, incluindo anafilaxia (reação violenta a uma segunda dose de algum antígeno) a ambas as drogas.

Houve relatos sobre graves danos ao tecido do cólon intestinal (colite pseudomembranosa) com pacientes em tratamento com antibióticos de amplo espectro (ampla ação) incluindo as cefalosporinas como a cefalexina e outros antibióticos como os macrolídios, penicilinas semi-sintéticas.

É importante considerar este diagnóstico para pacientes que apresentem diarreia associada ao uso de antibióticos.

Essas colites (inflamações do intestino grosso) podem variar de leve a intensa (com risco de vida). Informe ao seu médico sobre a ocorrência de diarreia durante o uso do medicamento.

O uso prolongado ou inadequado da cefalexina, assim como os antibióticos em geral, poderá resultar na proliferação de bactérias resistentes.

A observação cuidadosa do paciente é essencial.

Se uma superinfecção ocorrer durante a terapia, seu médico deverá tomar as medidas apropriadas.

Para reduzir o desenvolvimento de bactérias resistentes e manter a eficácia da cefalexina, este medicamento deverá ser usado somente para o tratamento ou prevenção de infecções causadas ou fortemente suspeitas de serem causadas por micro-organismos sensíveis à cefalexina.

Pacientes com insuficiência renal grave devem usar a cefalexina com cuidado.

Essa condição requer observação clínica e exames laboratoriais frequentes, pois a dose segura poderá ser menor do que a usualmente recomendada.

Não há recomendações e advertências quanto ao uso de Keflex por idosos.

Keflex na gravidez e lactação: informe seu médico ou cirurgião-dentista a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Atenção: Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto deve ser usado com cautela em portadores de diabetes.

Interações medicamentosas:

Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose na urina.

A eliminação da cefalexina pelos rins é inibida pela probenecida. Keflex e metformina, em doses únicas de 500 mg, apresentaram interação medicamentosa em indivíduos saudáveis.

Superdosagem

Os sintomas de uma dose oral muito elevada podem incluir enjoos, vômito, dor na região superior e mediana do abdome), diarreia e presença de sangue na urina.

Se o paciente apresentar esses sintomas ou se houver certeza de que ele tenha usado uma dose muito elevada, certifique-se de que o paciente pode respirar bem, não provoque vômito, e procure imediatamente atendimento médico. Informe o médico sobre o medicamento usado e a quantidade ingerida para que ele tome as medidas necessárias.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.

Não use mais que a quantidade total de Keflex 250 mg recomendada pelo médico em um período de 24 horas.

Composição

Keflex líquido 250 mg / 5 ml – Cada 1 ml da suspensão contém:

cefalexina monoidratada 53,02 mg, equivalente a 50 mg de cefalexina base.

Excipientes: estearato de alumínio, butilparabeno, óleo de mamona hidrogenado, lecitina, cloreto de sódio, sacarose 300 mg, amarelo FD&C nº 6 com laca de alumínio (amarelo crepúsculo), amarelo FD&C nº 5 com laca de alumínio (tartrazina), óleo de coco fracionado, sabor artificial de guaraná 51880/A.

Apresentação: Keflex líquido 250 mg / 5 ml – frasco de vidro com 100 ml de suspensão oral preparada.

Armazenamento

O medicamento, mesmo após aberto, deve ser armazenado em temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC) e ao abrigo da luz.

Conservar os frascos bem tampados.

O prazo de validade do produto é de 2 anos e a data de validade está no rótulo e no cartucho.

Aspecto físico: Keflex líquido 250 mg / 5 ml é uma suspensão de cor alaranjada, aromatizada e adocicada.

Laboratório

Laboratórios Bagó S.A.

Dizeres Legais

MS. 1.5626.0017.
Farmacêutico Responsável: Patrícia Machado de Campos – CRF-RJ nº 9817.

Trok-N

Indicação

Trok- N está indicado nas afecções de pele, onde se exige ações anti-inflamatória, antibacteriana e antimicótica, causadas por microrganismos sensíveis, como dermatites de contato, dermatite atópica, dermatite seborreica, intertrigo, disidrose e neurodermatite.

Uso adulto e pediátrico – Uso tópico

Farmacocinética

Trok- N (cetoconazol + dipropionato de betametasona + sulfato de neomicina) é um medicamento de uso tópico que possui poderosa atividade anti-inflamatória, antimicótica e antibacteriana utilizado no tratamento de uma ampla variedade de dermatoses.

Posologia

Aplique uma fina camada sobre a área afetada, uma vez ao dia.

Em alguns casos pode ser necessária a aplicação duas vezes ao dia.

Efeitos Colaterais

Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como, ardência, prurido, irritação e ressecamento.

Contraindicações

Trok- N é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao cetoconazol, dipropionato de betametasona, sulfato de neomicina ou a qualquer componente da formulação.

Advertências e Precauções

Trok- N na gravidez e lactação: a segurança do uso deste medicamento em gestantes ainda não foi estabelecida, portanto, Trok- N não é recomendado a estas pacientes.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe ao seu médico se está amamentando.

Trok- N não deve ser usado em grandes quantidades, em áreas muito extensas da pele e por períodos prolongados.

O tratamento deve ser interrompido em caso de irritação ou sensibilização decorrente do uso de Trok- N.

Qualquer reação adversa relatada com o uso sistêmico de corticosteroides, incluindo supressão supra-renal, também pode ocorrer com o uso tópico dos corticosteroides, especialmente em lactentes e crianças.

A absorção sistêmica dos corticosteroides tópicos eleva-se quando extensas áreas são tratadas ou quando se emprega a técnica oclusiva.

Recomenda-se precaução nesses casos ou quando há previsão de tratamentos prolongados,particularmente em lactentes e crianças.

Tratamento local prolongado com sulfato de neomicina deve ser evitado pois pode causar sensibilização da pele.

O uso excessivo e prolongado de corticosteroides pode suprimir a função hipófise-supra-renal, resultando em insuficiência supra-renal secundária.

Em relação aos pacientes idosos devem-se seguir as orientações descritas nesta bula.

Interações Medicamentosas

Não existe uma evidência suficiente que confirme a ocorrência de interações clinicamente relevantes.

Superdosagem

O uso prolongado de corticosteroides tópicos pode suprimir a função hipófise-supra-renal, resultando em insuficiência supra-renal secundária, neste caso, está indicado tratamento sintomático adequado.

Os sintomas de hipercorticismo agudo são reversíveis.

Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.

Em caso de toxicidade crônica, recomenda-se a retirada gradativa de corticosteroides.

Composição

Trok-N Creme

Cada g de creme dermatológico contém:

cetoconazol ……………………………………………………………………… 20,0 mg

betametasona (na forma dipropionato)*…………………………………….. 0,5 mg

neomicina (na forma de sulfato)**……………………………………………. 2,5 mg

Excipiente q.s.p. ………………………………………………………………….. 1,0 g

Excipientes: sulfito de sódio, butil hidroxitolueno, cera autoemulsionante, álcool de lanolina, óleo mineral, álcool de lanolina acetilado, propilenoglicol, fenoxietanol, butilparabeno, etilparabeno, propilparabeno, metilparabeno, ácido clorídrico e água destilada.

Trok-N Pomada

Cada g de pomada dermatológica contém:

cetoconazol ………………………………………………………………………. 20,0 mg

betametasona (na forma dipropionato)*…………………………………….. 0,5 mg

neomicina (na forma de sulfato)**……………………………………………. 2,5 mg

Excipiente q.s.p. …………………………………………………………………….1,0 g

Excipientes: sulfito de sódio, butilhidroxitolueno, fenoxietanol, butilparabeno, etilparabeno, propilparabeno, metilparabeno, vaselina 95%, polietilenoglicol 5% e ácido clorídrico.

Apresentação:

  • Trok -N creme dermatológico. Embalagens contendo 1 bisnaga com 10 g e 30 g
  • Trok -N pomada dermatológica. Embalagens contendo 1 bisnaga com 10 g e 30 g

Armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Proteger da luz e umidade.

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de Trok- N creme e pomada é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressas em suas embalagens externas.

Laboratório

Eurofarma Laboratórios Ltda.

SAC: 0800-704-3876

Dizeres Legais

MS – 1.0043.0824

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró – CRF-SP 19.258