Amoxicilina

Cataflam Sport Ice

Indicação

Cataflam Sport Ice é indicado para contusões, traumas, dores musculares, câimbras, torcicolos e processos dolorosos e inflamatórios em geral.

Cataflam Sport Ice não é um medicamento.

Uso adulto – Uso tópico

Posologia

Vaporizar o jato do aerossol a uma distância mínima de 20 cm, em uma toalha ou pedaço de tecido, por 2 a 3 segundos.

Colocar a toalha na área afetada, comprimindo levemente.

Caso necessário, repetir esta operação em curtos intervalos.

Farmacocinética

A ação gelada em spray provoca resfriamento do local, aliviando a dor e reduzindo o inchaço e a vermelhidão.

Advertências e Precauções

Evitar o contato com os olhos, pele ferida e mucosas.

Evitar a inalação deste produto.

Precaução ao utilizar diretamente na pele, vaporize o produto a uma distância mínima de 20 cm.

O produto pode causar queimadura quando mal aplicado.

Composição

Apresentação: Cataflam Sport Ice Aerossol está disponível em tubos de 60g (106ml) e 120g (212ml).

Outras formas de apresentação deste medicamento:

  • Cataflam Comprimido Dispersíveis
  • Cataflam Spray
  • Cataflam Gotas
  • Cataflam Gel (Emulgel)

Armazenamento

Conservar o produto em local fresco.

Laboratório

Novartis Biociências S.A.

SAC: 0800 775 8181

Dizeres Legais

Registro MS: 80153480066
Farm.Resp.: Bárbara Santos de Sousa – CRF-SP 24.844

Pyloritrat IBP

Embalagens contendo 7 blísteres com 2 cápsulas de lansoprazol 30mg, 2 comprimidos revestidos de claritromicina 500mg e 4 cápsulas de amoxicilina 500mg + 2 ou 4 blísteres com 7 cápsulas de lansoprazol 30mg.

USO ADULTO – USO ORAL

Indicação

Alívio prévio dos sintomas dispépticos relacionados à infecção pela bactéria Helicobacter pylori, erradicação da mesma e tratamento de pacientes com úlceras pépticas (ativas ou com história de úlcera há um ano).

O uso combinado de um esquema inicial com lansoprazol, seguido pela administração de um esquema tríplice consagrado para erradicar o Helicobacter pylori (lansoprazol, claritromicina e amoxicilina) tem o objetivo de aliviar inicialmente os sintomas dispépticos, antes mesmo de se iniciar o esquema de erradicação, além de tratar e reduzir os riscos de recorrência de úlceras pépticas (gástrica ou duodenal). O lansoprazol pode também ser utilizado após o esquema de erradicação do Helicobacter pylori, como forma de complementação do tratamento.

Está demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada pelo Helicobacter pylori e que sua erradicação reduz o índice de recorrência dessas úlceras, diminuindo assim a necessidade de terapêutica anti-secretora de manutenção.

Farmacocinética

Pyloritrat IBP é constituído pela associação de três medicamentos utilizados para o tratamento da úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em presença da bactéria Helicobacter pylori, o lansoprazol, a claritromicina e a amoxicilina. O uso inicial e isolado do lansoprazol tem o objetivo de aliviar os sintomas de desconforto gastrintestinal, antes mesmo de se iniciar o tratamento específico para a eliminação do Helicobacter pylori, proporcionando maior conforto e preparando melhor o restante do tratamento. Muitas vezes, o lansoprazol pode ser utilizado após este tratamento específico, como forma complementar de tratamento da úlcera. Está demonstrado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada pelo Helicobacter pylori e que sua erradicação reduz o índice de recorrência dessas úlceras, diminuindo assim a necessidade de futuros tratamentos.

Contraindicações

PYLORITRAT IBP é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol, claritromicina, eritromicina e outros antibióticos macrolídeos, penicilinas, ou a qualquer outro componente da fórmula.

Devido à presença de claritromicina, PYLORITRAT IBP também é contra-indicado a pacientes com problemas cardíacos, distúrbios eletrolíticos ou em tratamento com terfenadina.

Este medicamento é contra-indicado na faixa etária pediátrica.

Posologia

O esquema terapêutico recomendado, para as indicações a que o produto se propõe, é de 1 cápsula de lansoprazol 30mg, uma vez ao dia, administrada durante 1 a 2 semanas, conforme orientação médica. A seguir, iniciar o esquema tríplice específico com 1 cápsula de lansoprazol 30mg, 1 comprimido revestido de claritromicina 500mg e 2 cápsulas de amoxicilina 500mg, todos ingeridos a cada 12 horas, ou seja, pela manhã e à noite, em jejum, durante 7 dias ou conforme orientação médica.

Pode-se também utilizar 1 cápsula de lansoprazol 30mg, por 1 ou 2 semanas e após o esquema de erradicação do Helicobacter pylori, para complementação do tratamento e cicatrização da úlcera péptica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

Efeitos Colaterais

Lansoprazol: estudos a curto prazo (até 8 semanas de duração) consideraram a possibilidade de estarem relacionados com o uso de lansoprazol os seguintes efeitos: diarréia, cefaléia, tontura, náusea e constipação. Estudos clínicos de fase ii e iii, que abrangeram mais de 6.100 pacientes, utilizando várias dosagens e tempos variáveis demonstraram que o lansoprazol é bem tolerado nos tratamentos a curto e a longo prazo. As seguintes reações adversas foram relatadas como possíveis ou prováveis de acontecerem com cifras superiores a 1%: náusea (1,4%), epigastralgia (1,8%), diarréia (3,6%) e cefaléia (1%).

Outras reações adversas relatadas nos estudos clínicos, cuja incidência porém não ultrapassou 1% foram: anorexia, constipação, boca seca, dispepsia, eructação, flatulência, agitação, sonolência, insônia, ansiedade e mal-estar.

Claritromicina: os efeitos colaterais observados em triagem clínica foram brandos e de natureza transitória em sua maioria. As reações adversas mais freqüentemente relatadas foram: algumas perturbações gastrintestinais como náusea, dispepsia (indigestão ou indisposição estomacal), dor abdominal, vômito e diarréia. Outras reações adversas relatadas foram: cefaléia, paladar alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas. Como acontece com outros macrolídeos, tem sido freqüentemente relatadas algumas disfunções hepáticas, incluindo aumento de enzimas hepáticas, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia. Esta disfunção hepática pode ser severa, sendo usualmente reversível. Em situações muito raras, insuficiência hepática com óbito foi relatada e geralmente estava associada com doenças subjacentes severas e/ou associação de medicamentos. Glossite, estomatite e monilíase oral foram relatadas na terapêutica com claritromicina. Reações alérgicas, desde urticária e erupções cutâneas leves, até anafilaxia e síndrome de stevens-johnson foram relatadas. No sistema nervoso central houve relatos de efeitos transitórios, variando de tontura, ansiedade, insônia e pesadelos a confusão, alucinação e psicose, porém não foi estabelecida uma relação de causa/efeito. Colite pseudomembranosa foi descrita para quase todos os agentes antibacterianos, incluindo macrolídeos, podendo sua severidade variar de casos leves a severos com risco de vida. Raramente pode ocorrer trombocitopenia.

Amoxicilina: como ocorre com outras penicilinas, espera-se que as reações desagradáveis estejam essencialmente limitadas a fenômenos de hipersensibilidade, tais como: rash eritematoso e urticária, que podem ser controlados com anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides sistêmicos. Estes fenômenos são mais prováveis de ocorrer em indivíduos que já tenham demonstrado hipersensibilidade às penicilinas e naqueles que tenham histórico de alergia, asma, febre do feno ou urticária. Nesses casos, o tratamento com amoxicilina deve ser descontinuado, a não ser que o médico seja contrário à interrupção do tratamento.

Outros fenômenos relacionados ao uso de amoxicilina, são: náusea, vômito, diarréia, anemia, trombocitopenia, púrpura trombocitopênica, eosinofilia, leucopenia e agranulocitose, no entanto, estas reações são geralmente reversíveis com a descontinuação da terapia e são consideradas fenômenos de hipersensibilidade. Hiperatividade reversível, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, mudanças no comportamento e/ou vertigem foram raramente relatadas. foi relatado aumento moderado no sgot, mas a significância deste achado é desconhecida.

Advertências e Precauções

Por ser eliminado predominantemente por via biliar, o perfil farmacocinético do lansoprazol pode ser modificado por insuficiência hepática moderada a severa, bem como em pacientes idosos. Deve-se ter cautela especial na prescrição de Pyloritrat IBP a pacientes idosos com disfunção hepática.

A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado e rim, devendo ser administrada com cautela a pacientes com função hepática alterada. Ajustes de dose a pacientes com função hepática alterada e insuficiência renal moderada a severa podem ser necessários.

Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e outros antibióticos macrolídeos como a lincomicina e a clindamicina.

Tem sido relatadas reações de hipersensibilidade sérias e ocasionalmente fatais em pacientes recebendo tratamento com derivados penicilânicos como a amoxicilina.

Embora a anafilaxia seja mais freqüente após tratamento parenteral, pode também ocorrer em pacientes recebendo tratamento oral. Estas reações são mais passíveis de ocorrer em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina e/ou reações de hipersensibilidade a múltiplos alérgenos.

Têm sido relatados casos de pacientes com história de hipersensibilidade à penicilina que tiveram graves reações quando tratados com cefalosporinas. Assim, antes de iniciar um tratamento com um derivado penicilânico, deve ser realizada uma criteriosa e minuciosa pesquisa do passado alérgico do paciente quanto a reações às penicilinas, cefalosporinas ou outros alérgenos.

Reações anafilactóides graves requerem tratamento de emergência com epinefrina, oxigênio, esteróides intravenosos e assistência respiratória, inclusive intubação, se necessário.

A exemplo do que ocorre com outros medicamentos potentes, o acompanhamento das funções renal, hepática e hematopoiética deve ser feito quando utilizados tratamentos por longos períodos.

Os antibióticos da classe da ampicilina não devem ser administrados a pacientes com mononucleose devido ao risco de desenvolvimento de rash cutâneo.

A possibilidade de superinfecções por fungos ou bactérias deve ser considerada durante o tratamento. Se a superinfecção ocorrer, a amoxicilina deve ser descontinuada e terapia apropriada instituída.

Uso durante a Gravidez e Amamentação:
Lansoprazol: Estudos em animais não mostraram potencial teratogênico para lansoprazol. Entretanto, não existem estudos adequados ou bem controlados na gestação humana. Não é conhecido se lansoprazol é excretado no leite materno. Como vários fármacos são excretados no leite materno, deve-se ter cautela na administração de lansoprazol à mulheres no período de amamentação.

Claritromicina: A segurança do uso de claritromicina durante a gravidez ainda não foi estabelecida. Estudos de teratogênese em animais, com doses 70 vezes superiores às terapêuticas para o uso humano, mostraram aumento da incidência de anormalidades fetais.

Amoxicilina: As penicilinas, assim como a amoxicilina, atravessam a placenta. Estudos adequados quanto a teratogenicidade em humanos ainda não foram realizados. Entretanto, várias penicilinas são amplamente utilizadas em mulheres grávidas e nenhum problema foi documentado.

Estudos com amoxicilina em ratos e camundongos fêmeas com doses até 10 vezes maiores que a dose recomendada para humanos não revelou nenhum efeito nocivo ao feto. A amoxicilina é excretada no leite materno. Embora nenhum problema significante tenha sido documentado, o uso de amoxicilina em mulheres que estão amamentando pode levar a sensibilização, diarréia, candidíase e erupção ao bebê.

Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica.

Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Atenção diabéticos: contém açúcar. (cápsula lansoprazol)

NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

Interações Medicamentosas

Teofilina: Quando administrado concomitantemente ao lansoprazol, um pequeno aumento (10%) na depuração de teofilina foi observado. Devido a pequena magnitude e à direção desse efeito sobre a depuração da teofilina, dificilmente esta interação representará preocupação do ponto de vista clínico. Mesmo assim, alguns casos individuais podem necessitar titulação adicional da dose de teofilina quando lansoprazol for iniciado ou interrompido, para assegurar níveis sangüíneos clinicamente efetivos.

Sucralfato: Pode retardar a absorção de lansoprazol e reduzir sua biodisponibilidade em aproximadamente 30%. Portanto, lansoprazol deve ser tomado pelo menos 30 minutos antes do sucralfato.

Antiácidos contendo alumínio e magnésio: Não há diferença estatisticamente significante na concentração máxima quando lansoprazol é administrado uma hora após esses medicamentos.

Cetoconazol, ésteres de ampicilina, sais de ferro e digoxina: Como lansoprazol causa inibição profunda e duradoura da secreção ácida gástrica, é teoricamente possível que possa interferir na absorção de fármacos em que o pH gástrico seja um importante determinante da biodisponibilidade.

Teofilina e carbamazepina: Resultados de estudos clínicos revelaram que existe um aumento ligeiro, mas estatisticamente significativo (p<0,05), nos níveis circulantes de teofilina ou de carbamazepina, quando alguma destas drogas é administrada concomitantemente à claritromicina.
Varfarina, alcalóides derivados do ergot, triazolam, midazolam e ciclosporina: Como ocorre com outros macrolídeos, o uso de claritromicina pode elevar os níveis séricos de medicamentos administrados concomitantemente, metabolizados pelo sistema do citocromo P . 450 Digoxina: Elevação nas concentrações séricas de digoxina foram relatadas em pacientes que receberam administração concomitante de claritromicina. A monitorização dos níveis séricos da digoxina deve ser considerada. A absorção da digoxina pode ser aumentada quando usada com amoxicilina.

Cisaprida e terfenadina: Foi descrito que os macrolídeos podem alterar o metabolismo da cisaprida e do terfenadina, resultando em aumento dos níveis séricos destes, o que ocasionalmente pode estar associado com arritmias cardíacas e, portanto, o uso simultâneo deve ser evitado.

Zidovudina: A administração simultânea de claritromicina e zidovudina a pacientes adultos pode resultar em decréscimo do estado de equilíbrio das concentrações de zidovudina. A claritromicina interfere com a absorção da zidovudina, podendo este efeito ser evitado intercalando-se as doses dos medicamentos com um mínimo de 4 horas de diferença.

Probenecida: Inibe a excreção renal da amoxicilina, podendo resultar em um aumento de seu nível no sangue.

Antibacterianos bacteriostáticos como tetraciclinas, eritromicina, sulfonamidas e cloranfenicol: Pode ocorrer um efeito antagônico quando administrados com amoxicilina.
Amicacina, gentamicina, canamicina, tobramicina, ácido clavulânico e sulbactam: Pode haver sinergismo de ação bactericida com a amoxicilina.

Aminoglicosídeos: São fisicamente e/ou quimicamente incompatíveis com penicilinas como a amoxicilina e pode haver inativação mútua. Penicilinas podem inativar aminoglicosídeos nas amostras de soros in vitro dos pacientes recebendo ambas as drogas as quais podem produzir erroneamente uma diminuição nos resultados dos ensaios séricos de aminoglicosídeos nas amostras de soro.

Alopurinol: Administrado juntamente com amoxicilina pode aumentar a probabilidade de ocorrência de reações alérgicas da pele.

Contraceptivos orais: Podem ter sua eficácia reduzida pelo uso com amoxicilina. Nestes casos recomenda-se o uso de métodos contraceptivos alternativos ou adicionais.

Estudos clínicos mostraram que lansoprazol, em indivíduos sãos, não tem interações clínicas com varfarina, antipirina, indometacina, aspirina, ibuprofeno, fenitoína, prednisona, antiácidos a base de hidróxido de alumínio ou magnésio ou diazepam.

Superdosagem

Estudos realizados em ratos e camundongos com a administração oral de doses de até 5000mg/kg de lansoprazol (aproximadamente 250 vezes a dose em humanos) não resultaram em morte de animais. Não há estudos até o momento, com informações disponíveis sobre superdose em humanos.

A ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrintestinais, segundo alguns relatos. Estes devem ser tratados com a imediata eliminação do produto ainda não absorvido através de lavagem gástrica e medidas de suporte.

A amoxicilina, como os demais antibióticos penicilínicos, tem potencial para efeitos adversos fundamentalmente relacionados às reações de hipersensibilidade, as quais independem de dose. Reações tóxicas, dependentes de doses elevadas, são praticamente desprezíveis. No entanto, a ocorrência de distúrbios gastrintestinais, principalmente diarréia, merece consideração.

A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise, com níveis de depuração da ordem de 35%; porém não deve ser removida por diálise peritoneal.

Pacientes com disfunção renal são mais susceptíveis a alcançar níveis sangüíneos tóxicos.

O lansoprazol não é removido da circulação por hemodiálise, nem há evidências que a claritromicina o seja. Já a amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise, com níveis de depuração da ordem de 35%, porém não deve ser removida por diálise peritoneal.

Composição

Cada cápsula gelatinosa dura com microgrânulos de liberação retardada de lansoprazol contém:
lansoprazol pellets (equivalente a 30mg de lansoprazol)……………………….365,85mg
Excipiente q.s.p………………………………………………………….1 cápsula
Excipientes: manitol, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, fosfato de sódio dibásico, sacarose, hidroxipropilcelulose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico, dióxido de titânio, acetona e álcool isopropílico.

Cada comprimido revestido de claritromicina contém:
claritromicina……………………………………………………………500mg
Excipiente q.s.p………………………………………………………….1 comprimido
Excipientes: celulose microcristalina, amido, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, talco, água de osmose reversa, hipromelose / macrogol, etilcelulose, dióxido de titânio e álcool etílico.

Cada cápsula de amoxicilina contém:
amoxicilina triidratada (equivalente a 500mg de amoxicilina)…………………..573,94mg
Excipiente q.s.p………………………………………………………….1 cápsula
Excipientes: estearato de magnésio e croscarmelose sódica.

Armazenamento

Prazo de Validade: 24 meses a partir da data de fabricação (VIDE CARTUCHO).

Não use o medicamento com prazo de validade vencido.

Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Cápsula lansoprazol: Cápsula gelatinosa de cor branca e azul.

Comprimido claritromicina: Comprimido revestido oblongo de cor branca.

Cápsula amoxicilina: Cápsula gelatinosa de cor rosa e azul.

As cápsulas de lansoprazol e amoxicilina, e os comprimidos de claritromicina não apresentam características organolépticas marcantes que permitam sua diferenciação em relação a outras cápsulas e comprimidos.

O produto deve ser mantido em sua embalagem original, conservado em temperatura ambiente (15 a 30°C). Proteger da luz e umidade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Laboratório

Teuto Brasileiro S.A.

SAC: 0800 621 800

Dizeres Legais

Nº do lote e data de fabricação: VIDE CARTUCHO

Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva – CRF-GO nº 2.659

M.S. no 1.0370.0365

SAC: 0800 621800

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Diazen

Indicação

DIAZEN é indicado para o tratamento preventivo e curativo dos seguintes agentes etiológicos:
Bovinos – Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina
Equinos – Babesia equi e Babesia caballi
Caninos – Babesia canis
Diazen também é usado para controlar reações excessivas desencadeadas por vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma.

Contraindicações

Animais tratados com inseticidas à base de organofosforados, não devem ser tratados simultaneamente com Diazen; Este produto não deverá ser usado por via intravenosa.

Posologia

Bovinos: Nas infecções mistas por Babesia e Anaplasma (Tristeza Parasitária), a dose recomendada de Diazen para bovinos é de 1 mL/40 kg de peso corporal, por via subcutânea em dose única.

1 mL/40 kg
2 mL/80 kg
3 mL/120 kg
4 mL/160 kg
5 mL/200 kg
6 mL/240 kg
7 mL/280 kg
8 mL/320 kg
9 mL/360 kg
10 mL/400 kg
11 mL/440 kg
12 mL/480 kg
13 mL/520 kg
14 mL/560 kg
15 mL/600 kg
Em casos de vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma, devido ao curto período de incubação, os sintomas da babesiose aparecerão nos primeiros dias após o início da premunição e poderão ser controlados com administração de 1,0 mL de Diazen/100 kg de peso corporal em dose única. Esta aplicação retardará o período de incubação da anaplasmose, que poderá manifestar-se algumas semanas mais tarde. Se os sinais clínicos forem excessivos, a dose a ser administrada deverá ser 2,5 mL/100 kg de peso corporal. No caso de babesiose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/100 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação. No caso de anaplasmose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/40 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação.

Quimioprofilaxia: é recomendada quando animais susceptíveis são introduzidos em áreas com presença de carrapatos e de babesiose. Nestes casos, deve-se administrar Diazen na dosagem de 2,5 mL para cada 100 kg de peso corporal, imediatamente ou no período máximo de 7 dias após a entrada dos animais. Quando bovinos susceptíveis são introduzidos em áreas de incidência de anaplasmose deve-se administrar o produto tão logo apareçam os primeiros sinais da doença na dosagem de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. A aplicação do Diazen durante o período de incubação da anaplasmose inibe o desenvolvimento de resistência natural do hospedeiro. Para o desenvolvimento da resistência natural é necessário que os bovinos entrem em contato com os agentes causais dessas doenças que são transmitidas principalmente pelos carrapatos. Em casos de infecções mistas ou quando não se conhece o agente causador do quadro clínico, os bovinos devem receber o produto na dose de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por um período de 28 dias após a aplicação. A repetição do tratamento pode ser feita de acordo com o médico veterinário.

Equinos: A dose recomendada para equinos é de 1 mL/ 50 kg de peso corporal, por via intramuscular em dose única. Caso os sintomas da babesiose persistam, o tratamento pode ser repetido após 24 horas da última aplicação. Para fins profiláticos, pode-se utilizar a dose de 1 mL/50 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até um mês após a aplicação do produto. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Caninos: A dose recomendada para cães é de 0,5 mL/10 kg de peso corporal, por via subcutânea em uma única aplicação. Como tratamento preventivo, utilizar a dose única de 0,2 mL/10 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até 15 dias após a aplicação do produto. O tratamento não deve ser repetido antes de decorridos 7 dias da primeira aplicação. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Efeitos Colaterais

Bovinos, equinos e cães podem apresentar leves sintomas colinérgicos, como salivação, lacrimejamento e cólica passageira, após o tratamento com Diazen. Nestes casos, utilizar sulfato de atropina.

Após a aplicação do produto, observou-se uma pequena incidência de edemas teciduais no local da injeção. Tais reações não prejudicam a ação do produto, nem causam problemas aos animais desaparecendo sem nenhum tratamento.

Advertências e Precauções

ATENÇÃO – OBEDECER AOS SEGUINTES PERÍODOS DE CARÊNCIA
BOVINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
LEITE: ESTE PRODUTO NÃO DEVE SER APLICADO EM BOVINOS PRODUTORES DE LEITE PARA O CONSUMO HUMANO
EQUINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
A UTILIZAÇÃO DO PRODUTO EM CONDIÇÕES DIFERENTES DAS INDICADAS NESTA BULA PODE CAUSAR A PRESENÇA DE RESÍDUOS ACIMA DOS LIMITES APROVADOS, TORNANDO O ALIMENTO DE ORIGEM ANIMAL IMPRÓPRIO PARA O CONSUMO HUMANO.

Não exceder a dosagem recomendada; Bovinos tratados com Diazen não devem receber vacina sanguínea antes de decorridos 28 dias de aplicação; Não jogar embalagens vazias ou restos do produto em mananciais, lagos ou rios; Evitar contato do produto com a pele e mucosas. Caso isto ocorra, lavar o local afetado várias vezes com água e sabão; Não guardar ou aplicar junto de alimentos, bebidas, produtos de higiene e produtos domésticos.

Superdosagem

Não consta.

Composição

Cada 100 mL contém: Dipropionato de imidocarb 12,0 g
Veículo q. s. p. 100,0 mL

Armazenamento

CONSERVAR EM LOCAL SECO E FRESCO, AO ABRIGO DA LUZ, FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS.

Apresentação

Frascos de vidro contendo 15 mL.

USO VETERINÁRIO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO.

Interações Medicamentosas

Não consta.

Informações Legais

Licenciado no Ministério da Agricultura sob o nº 8.938 em 09/08/2004
Resp. Téc. Médica Veterinária: HELOIZA HELENA BALIZA PEREIRA CRMV – MG Nº 2211

Proprietário e Fabricante:
VALLÉE S/A PRODUTOS VETERINÁRIOS
Av. Comendador Antônio Loureiro Ramos, 1500
Distrito Industrial – Montes Claros-MG
CNPJ 20.557.161/0001-98
Indústria Brasileira

Cromolerg 2% e 4%

Indicação

Por sua ação antialérgica, Cromolerg é indicado no tratamento das afecções alérgicas conjuntivais.

Contraindicações

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia

A concentração e a posologia diária serão estabelecidas a critério médico.

Efeitos Colaterais

A aplicação do produto pode provocar uma sensação de ardência transitória em alguns pacientes, que é considerada normal.

Advertências e Precauções

Como todo novo medicamento, aconselha-se evitar o uso de Cromolerg nos três primeiros meses de gravidez. Devido à presença do cloreto de benzalcônio, é desaconselhável o uso de lentes de contato durante a utilização de Cromolerg.

Composição

Cromolerg 2% e 4% contém respectivamente:cromoglicato dissódico 20 mg e 40 mg. Veículo q.s.p 1 ml. Veículo basicamente constituído de edetato dissódico e cloreto de benzalcônio.

Apresentação

Solução oftálmica a 2% e 4%, apresentada em frasco plástico conta-gotas hermeticamente fechado e estéril, com 5 ml.

Laboratório

Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.

SAC: 0800-144077

Lidocaína 2%

Indicação

Anestésico local e antiarrítmico do miocárdio.

Contraindicações

Pacientes com história de hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida.

Posologia

A critério do médico.

Composição

Cloridrato de lidocaína 400 mg, veículo q.s.p.1 frasco-ampola de 20 ml. Cloridrato de lidocaína 100 mg, veículo q.s.p. 1 ampola de 5 ml.

Apresentação

Solução injetável. Frasco-ampola de 20 ml. Caixa com 100 ampolas de 5 ml.

Laboratório

Geyer Medicamentos S.A.

Telefone: +55 (51) 3092-7200

Postinor-2

Indicação

Postinor-2 é um contraceptivo de emergência que pode ser usado para prevenir a gravidez se tomado dentro de 72 horas (três dias) após coito desprotegido ou um acidente contraceptivo. Como um contraceptivo de emergência, Postinor-2 é indicado após qualquer ato de coito desprotegido, incluindo: quando nenhum contraceptivo foi usado; quando um método contraceptivo possa ter falhado, incluindo: ruptura, deslizamento ou emprego incorreto da camisinha; desalojamento, rompimento ou remoção antecipada do diafragma ou do tampão; falha da interrupção do coito (por ex.: ejaculação na vagina ou na genitália externa); cálculo incorreto do método periódico de abstinência; expulsão do DIU e pílulas contraceptivas orais regulares omitidas por três ou mais dias em um ciclo; em casos de estupro.

Contraindicações

Com exceção de uma gravidez existente, não há nenhuma contra-indicação médica conhecida para o uso de Postinor-2 para a contracepção de emergência. Não é recomendado o seu uso em uma mulher que tenha uma gravidez confirmada, primariamente porque não será eficaz. Se a gravidez não puder ser excluída, Postinor-2 pode ser administrado, mas a paciente deve estar ciente de que o tratamento não será eficaz se ela já estiver grávida. Em caso de sangramento vaginal anormal não diagnosticado, doenças hepáticas e da vesícula biliar, icterícia gravídica, carcinoma das mamas, carcinoma do ovário, ou do útero (na história), Postinor-2 deve ser administrado após consideração cautelosa da relação risco/benefício. Advertências: o índice de falha de Postinor-2 está baseado no uso de uma vez. Se o Postinor-2 for usado em mais que uma ocasião, o índice de falha acumulativo será mais elevado. O Postinor-2 é recomendado somente para as situações de emergência listadas acima; não é para o uso rotineiro como um contraceptivo.

Posologia

Um comprimido deve ser tomado assim que conveniente, mas não mais que 72 horas após o coito desprotegido. O segundo comprimido deve ser tomado 12 horas após a primeira dose. O tratamento não deve ser desnecessariamente tardio já que a eficácia pode declinar com o tempo. Postinor-2 pode ser usado a qualquer período durante o ciclo menstrual. Se ocorrer vômito dentro de 2 horas da dose, repetir a dose. – Superdosagem: efeitos adversos sérios, não têm sido relatados após a ingestão aguda de doses grandes de contraceptivos orais por crianças. A superdosagem pode causar náusea, e hemorragia por descontinuação pode ocorrer nas mulheres.

Efeitos Colaterais

Náusea, vômito. Se ocorrer vômito dentro de duas horas da administração das pílulas contraceptivas de emergência, a dose deve ser repetida. Sangramento uterino irregular: algumas mulheres podem experimentar pequenos sangramentos de escape após tomar Postinor-2. A maioria das mulheres terão seu período menstrual seguinte no tempo esperado ou mais cedo; se houver um atraso no início das menstruações de mais que uma semana, a possibilidade de gravidez deve ser excluída. Outras: sensibilidade das mamas, cefaléia, tonturas e fadiga, estas reações adversas geralmente não duram mais que 24 horas.

Advertências e Precauções

Após um único ato de coito desprotegido, o tratamento falha em cerca de 2% das mulheres que usam o Postinor-2 dentro de 72 horas após o coito. O tratamento não deve ser tardio já que a eficácia pode declinar se o mesmo for iniciado após as primeiras 48 horas. Antes de iniciar o tratamento, a gravidez deve ser excluída. O momento do primeiro coito desprotegido desde o último período menstrual deve ser estabelecido para assegurar que a mulher esteja dentro do tempo de tratamento de 72 horas. Outra avaliação de saúde (por ex.: testes laboratoriais, exame pélvico, etc.) não é requerida a menos que o estado de gravidez seja duvidoso. As seguintes condições requerem observação cautelosa: asma, doenças cardiovasculares severas, hipertensão, enxaqueca, epilepsia, doenças renais, diabetes mellitus, hiperlipidemias (hipertrigliceridemia, hipercolesterolemia), história de estados depressivos severos, tromboflebite, doenças tromboembólicas, acidente vascular cerebral. Gravidez e lactação: as pílulas contraceptivas de emergência não devem ser administradas a uma mulher que tenha uma gravidez confirmada, primariamente porque não haverá nenhum efeito. Se, após a avaliação, a mulher necessitar das pílulas contraceptivas de emergência e a gravidez não puder ser excluída com absoluta certeza, é permissível administrá-las. Não há nenhuma evidência sugerindo que as pílulas contraceptivas de emergência sejam prejudiciais à mulher ou a uma gravidez existente. Os contraceptivos orais podem diminuir a quantidade de leite materno. – Interações medicamentosas: algumas drogas aceleram o metabolismo de contraceptivos orais tomados concomitantemente. As drogas suspeitas de terem a capacidade de reduzir a eficácia dos contraceptivos orais incluem barbitúricos, fenitoína, fenilbutazona, rifampicina, ampicilina, griseofulvina e outros antibióticos.

Composição

Cada comprimido contém: levonorgestrel 0,75 mg.

Apresentação

Comprimidos em blister de 2.

Laboratório

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

SAC: 0800 701 6900

Farmicetina P 7

Indicação

Antibiótico.

Composição

Cada 100 g de pomada contém: cloranfenicol 0,50mg, dicloridrato monoidratado de lauroguadina, excipiente q.s.p.

Apresentação

Pomada em bisnaga com 30 g.

Laboratório

Darrows S.A.

Levocarnin 1 G

Indicação

Carência de carnitina; deficit de carnitina induzido por esforço; aumento do rendimento muscular.

Contraindicações

Casos de hipersensibilidade à L-carnitina ou a algum componente da fórmula. Essa contra-indicação é mencionada apenas a título de precaução, pois os laudos farmacológicos e clínicos não registraram nenhum caso de intolerância à L-carnitina.

Posologia

Adultos: de maneira geral, 1 a 3 g ao dia em até 3 tomadas, ou critério médico. Crianças: nas respectivas indicações, a metade da dose para adultos conforme idade e peso corporal, segundo critério médico. – Superdosagem: não são conhecidos casos de superdosagem pelo uso de L-carnitina; no entanto deve-se proceder ao tratamento sintomático de eventuais efeitos desagradáveis advindos da administração de L-carmitina.

Efeitos Colaterais

A tolerabilidade é boa, pois nos estudos clínicos não foram evidenciados efeitos indesejáveis ao tratamento com carnitina, mesmo durante períodos prolongados. A literatura clínica registra apenas raros casos de efeitos colaterais causados pela administração de L-carnitina, de incidência esporádica e de pouca gravidade. Observaram-se alguns casos de distúrbios gastrintestinais após a administração de Levocarnin oral. Em pacientes urêmicos foram registrados leves sintomas miastênicos. No caso de aparecimento de qualquer efeito adverso não descrito, deve ser procurada orientação médica.

Advertências e Precauções

Com a administração de L-carnitina, pacientes diabéticos, em tratamento com insulina ou hipoglicemiantes orais terão uma melhor utilização da glicose, podendo apresentar fenômenos do hipoglicemia. Portanto, nesses casos, a glicemia deve ser controlada freqüentemente para melhor ajuste da terapia hipoglicemiante. A carnitina não provoca nenhum efeito negativo na capacidades do dirigir ou operar máquinas.

Composição

Cada ml contém: L-carnitina 100 mg. Excipientesq.s.p. 1 ml.

Apresentação

Solução oral em cartuchos contendo 10 flaconetes de 10 ml.

Laboratório

Sintofarma S.A.

One-a-day 50+

Indicação

Suplemento multivitamínico para homens e mulheres com mais de 50 anos.

Posologia

1 comprimido ao dia.

Advertências e Precauções

Portadores da doença de Parkinson e que estejam usando levodopa, não devem tomar este medicamento, pois a vit. B6 nele contida, interfere no tratamento.

Composição

Ácido fólico, vit. A, vit. B12, vit. B6, vit.B1, vit. D, vit. B2, vit. E, vit. K, niacina, vit. C, biotina, ácido pantotênico, iodo, zinco, selênio, magnésio, cálcio, cromo, molibdênio, manganês, cobre, potássio e cloro.

Apresentação

Caixas com 30 comprimidos.

Laboratório

Biosintética Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800-7016900 

6-copena

Indicação

Antiemético, antiespasmódico e sedativo; vômitos rebeldes dos espasmódicos, gastrintestinais, biliares e renais; vômitos alérgicos; vômitos dos períodos pós-anestésicos; vômitos roentgenoterapia; hiperêmese gravídica; soluço incoercível dos operados; vômitos e estados espásticos das organoneuroses; síndromes labirínticas; vertigem de MéniÞre; cinetose; medicação preventiva e de ataque do mal de mar e mal de avião.

Contraindicações

Não deve ser administrado em casos de depressão central ou coma produzido por agentes depressivos do sistema nervoso central; deve ser usado com cuidado nos casos de insuficiência hepática.

Posologia

Injetável: 1 a 3 ampolas diárias, por via intramuscular ou segundo a indicação médica. Supositórios adulto: 1 a 4 supositórios diários ou segundo a prescrição médica.

Efeitos Colaterais

São raras nas doses preconizadas e quando ocorrem são devido a sensibilidade individual (idiossincrasias). Efeitos como secura na boca e da garganta, disfagia, midríase, fotofobia, taquicardia, erupções cutâneas, inquietudes, excitação, depressão nervosa central, sono e confusão mental são possíveis.

Composição

Injetável: clorofenotiazinilscopina 0,0012 g;vit. B6 (piridoxina) 0,005 g; veículo q.s.p. 2 ml. Supositórios adulto: clorofenotiazinilscopina 0,0012 g; vit. B6 (piridoxina) 0,0050 g; excipiente q.s.p. 2 g.

Apresentação

Injetável: caixas contendo 5 e 100 ampolas de 2 ml; supositórios adultos: caixas contendo 5 supositórios.

Laboratório

Ariston Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda.

TEL.: (11) 3783-8000