Aciclovir

Cataflam Sport Ice

Indicação

Cataflam Sport Ice é indicado para contusões, traumas, dores musculares, câimbras, torcicolos e processos dolorosos e inflamatórios em geral.

Cataflam Sport Ice não é um medicamento.

Uso adulto – Uso tópico

Posologia

Vaporizar o jato do aerossol a uma distância mínima de 20 cm, em uma toalha ou pedaço de tecido, por 2 a 3 segundos.

Colocar a toalha na área afetada, comprimindo levemente.

Caso necessário, repetir esta operação em curtos intervalos.

Farmacocinética

A ação gelada em spray provoca resfriamento do local, aliviando a dor e reduzindo o inchaço e a vermelhidão.

Advertências e Precauções

Evitar o contato com os olhos, pele ferida e mucosas.

Evitar a inalação deste produto.

Precaução ao utilizar diretamente na pele, vaporize o produto a uma distância mínima de 20 cm.

O produto pode causar queimadura quando mal aplicado.

Composição

Apresentação: Cataflam Sport Ice Aerossol está disponível em tubos de 60g (106ml) e 120g (212ml).

Outras formas de apresentação deste medicamento:

  • Cataflam Comprimido Dispersíveis
  • Cataflam Spray
  • Cataflam Gotas
  • Cataflam Gel (Emulgel)

Armazenamento

Conservar o produto em local fresco.

Laboratório

Novartis Biociências S.A.

SAC: 0800 775 8181

Dizeres Legais

Registro MS: 80153480066
Farm.Resp.: Bárbara Santos de Sousa – CRF-SP 24.844

Diazen

Indicação

DIAZEN é indicado para o tratamento preventivo e curativo dos seguintes agentes etiológicos:
Bovinos – Anaplasma marginale, Babesia bovis e Babesia bigemina
Equinos – Babesia equi e Babesia caballi
Caninos – Babesia canis
Diazen também é usado para controlar reações excessivas desencadeadas por vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma.

Contraindicações

Animais tratados com inseticidas à base de organofosforados, não devem ser tratados simultaneamente com Diazen; Este produto não deverá ser usado por via intravenosa.

Posologia

Bovinos: Nas infecções mistas por Babesia e Anaplasma (Tristeza Parasitária), a dose recomendada de Diazen para bovinos é de 1 mL/40 kg de peso corporal, por via subcutânea em dose única.

1 mL/40 kg
2 mL/80 kg
3 mL/120 kg
4 mL/160 kg
5 mL/200 kg
6 mL/240 kg
7 mL/280 kg
8 mL/320 kg
9 mL/360 kg
10 mL/400 kg
11 mL/440 kg
12 mL/480 kg
13 mL/520 kg
14 mL/560 kg
15 mL/600 kg
Em casos de vacinas sanguíneas de Babesia e Anaplasma, devido ao curto período de incubação, os sintomas da babesiose aparecerão nos primeiros dias após o início da premunição e poderão ser controlados com administração de 1,0 mL de Diazen/100 kg de peso corporal em dose única. Esta aplicação retardará o período de incubação da anaplasmose, que poderá manifestar-se algumas semanas mais tarde. Se os sinais clínicos forem excessivos, a dose a ser administrada deverá ser 2,5 mL/100 kg de peso corporal. No caso de babesiose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/100 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação. No caso de anaplasmose confirmada em laboratório, a dose recomendada é de 1 mL/40 kg de peso corporal. Não repetir o tratamento antes de decorrido o prazo de 7 dias de aplicação.

Quimioprofilaxia: é recomendada quando animais susceptíveis são introduzidos em áreas com presença de carrapatos e de babesiose. Nestes casos, deve-se administrar Diazen na dosagem de 2,5 mL para cada 100 kg de peso corporal, imediatamente ou no período máximo de 7 dias após a entrada dos animais. Quando bovinos susceptíveis são introduzidos em áreas de incidência de anaplasmose deve-se administrar o produto tão logo apareçam os primeiros sinais da doença na dosagem de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. A aplicação do Diazen durante o período de incubação da anaplasmose inibe o desenvolvimento de resistência natural do hospedeiro. Para o desenvolvimento da resistência natural é necessário que os bovinos entrem em contato com os agentes causais dessas doenças que são transmitidas principalmente pelos carrapatos. Em casos de infecções mistas ou quando não se conhece o agente causador do quadro clínico, os bovinos devem receber o produto na dose de 2,5 mL/100 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por um período de 28 dias após a aplicação. A repetição do tratamento pode ser feita de acordo com o médico veterinário.

Equinos: A dose recomendada para equinos é de 1 mL/ 50 kg de peso corporal, por via intramuscular em dose única. Caso os sintomas da babesiose persistam, o tratamento pode ser repetido após 24 horas da última aplicação. Para fins profiláticos, pode-se utilizar a dose de 1 mL/50 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até um mês após a aplicação do produto. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Caninos: A dose recomendada para cães é de 0,5 mL/10 kg de peso corporal, por via subcutânea em uma única aplicação. Como tratamento preventivo, utilizar a dose única de 0,2 mL/10 kg de peso corporal. Neste caso, os animais estarão protegidos por até 15 dias após a aplicação do produto. O tratamento não deve ser repetido antes de decorridos 7 dias da primeira aplicação. A duração e a repetição do tratamento podem ser alterados a critério do Médico Veterinário.

Efeitos Colaterais

Bovinos, equinos e cães podem apresentar leves sintomas colinérgicos, como salivação, lacrimejamento e cólica passageira, após o tratamento com Diazen. Nestes casos, utilizar sulfato de atropina.

Após a aplicação do produto, observou-se uma pequena incidência de edemas teciduais no local da injeção. Tais reações não prejudicam a ação do produto, nem causam problemas aos animais desaparecendo sem nenhum tratamento.

Advertências e Precauções

ATENÇÃO – OBEDECER AOS SEGUINTES PERÍODOS DE CARÊNCIA
BOVINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
LEITE: ESTE PRODUTO NÃO DEVE SER APLICADO EM BOVINOS PRODUTORES DE LEITE PARA O CONSUMO HUMANO
EQUINOS:
ABATE: O ABATE DOS ANIMAIS TRATADOS SOMENTE DEVE SER REALIZADO 30 DIAS APÓS A ÚLTIMA APLICAÇÃO
A UTILIZAÇÃO DO PRODUTO EM CONDIÇÕES DIFERENTES DAS INDICADAS NESTA BULA PODE CAUSAR A PRESENÇA DE RESÍDUOS ACIMA DOS LIMITES APROVADOS, TORNANDO O ALIMENTO DE ORIGEM ANIMAL IMPRÓPRIO PARA O CONSUMO HUMANO.

Não exceder a dosagem recomendada; Bovinos tratados com Diazen não devem receber vacina sanguínea antes de decorridos 28 dias de aplicação; Não jogar embalagens vazias ou restos do produto em mananciais, lagos ou rios; Evitar contato do produto com a pele e mucosas. Caso isto ocorra, lavar o local afetado várias vezes com água e sabão; Não guardar ou aplicar junto de alimentos, bebidas, produtos de higiene e produtos domésticos.

Superdosagem

Não consta.

Composição

Cada 100 mL contém: Dipropionato de imidocarb 12,0 g
Veículo q. s. p. 100,0 mL

Armazenamento

CONSERVAR EM LOCAL SECO E FRESCO, AO ABRIGO DA LUZ, FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS.

Apresentação

Frascos de vidro contendo 15 mL.

USO VETERINÁRIO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO.

Interações Medicamentosas

Não consta.

Informações Legais

Licenciado no Ministério da Agricultura sob o nº 8.938 em 09/08/2004
Resp. Téc. Médica Veterinária: HELOIZA HELENA BALIZA PEREIRA CRMV – MG Nº 2211

Proprietário e Fabricante:
VALLÉE S/A PRODUTOS VETERINÁRIOS
Av. Comendador Antônio Loureiro Ramos, 1500
Distrito Industrial – Montes Claros-MG
CNPJ 20.557.161/0001-98
Indústria Brasileira

Aviral 400mg

Indicação

Antivirótico.

Tratamento de infecões agudas por herpes zoster. Aviral 400mg também pode ser indicado na prevenção de infecções recorrentes ou no tratamento de varicela.

Contraindicações

Aviral comprimidos é contraindicado para pacientes com conhecida hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Fertilidade: Não há comprovação dos efeitos do aciclovir sobre a fertilidade humana. O produto não demonstrou ter efeito definitivo sobre a contagem, morfologia ou motilidade dos espermatozóides em seres humanos.

Lactação: Dados limitados demonstraram que a droga passa para o leite materno, portanto o médico deve avaliar a necessidade real do uso do medicamento durante esse período.

Posologia

Tratamento Agudo do Herpes Zóster:
800mg, cinco vezes ao dia, com intervalo de, no mínimo, 4 horas entre as doses. Pacientes idosos e com disfunção renal devem ter sua posologia diminuída para 800mg, duas vezes ao dia (intervalo de 12 horas), no caso de disfunção grave, ou 800mg, três ou quatro vezes ao dia (intervalos de 6 a 8 horas), no caso de disfunção moderada.

O tratamento deve durar de 7 a 10 dias. Deve-se omitir doses noturnas.

Tratamento Crônico do Herpes Zóster:
400mg, duas vezes ao dia, durante 12 meses; posteriormente deve-se avaliar a continuidade do tratamento, avaliando a relação risco/benefício.

Tratamento da Varicela:
20mg/kg (máximo 800mg), quatro vezes ao dia, durante 5 dias.

O tratamento deve ser iniciado assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas.

Efeitos Colaterais

Efeitos que podem aparecer:
Cutâneos: relatou-se o aparecimento de erupções cutâneas em alguns pacientes que tomaram Aviral comprimidos. Com a suspensão da droga, houve o desaparecimento espontâneo das erupções.

Gatrintestinais: incluem náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. Em estudos duplo-cegos, controlados com placebo, a incidência de ocorrências gastrintestinais não diferiu entre os pacientes que receberam placebo e os que receberam aciclovir.

Outras ocorrências: embora raramente verificadas, foram relatados aumentos discretos e transitórios na bilirrubina e enzimas hepáticas, pequenos aumentos na uréia e creatinina sanguíneas, pequenos decréscimos nos índices hematológicos, cefaléia, discretas reações neurológicas reversíveis, fadiga, anorexia, parestesia, astenia, tontura e mal-estar.

Superdosagem

Como não existe antídoto específico, o tratamento da superdose por aciclovir deve ser sintomático e de manutenção. Deve-se hidratar adequadamente o paciente para tratar a disfunção ou insuficiência renal. A hemodiálise ajuda a eliminar o aciclovir do sangue.

Composição

Cada comprimido de Aviral 400 mg contém:
Aciclovir ……………….. 400,0 mg
Excipientes (lactose, celulose microcristalina, acdisol, amido de milho, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, corante amarelo crepúsculo n.º 6) ………………..q.s.p.1comprimido

Apresentação

Comprimido: cartucho com 70 unidades.

Interações Medicamentosas

Medicamentos que alteram a fisiologia renal poderiam potencialmente alterar a farmacocinética do aciclovir. A probenecida aumenta a meia-vida do aciclovir e a área sob a curva de concentração plasmática. Entretanto, interações do aciclovir com outras drogas ainda não foram comprovadas.

Laboratório

Medley S.A. Ind. Farm

SAC: 0800 7298000

Fenilefrina 10%

Indicação

Como midriático. Para dilatação da pupila em uveítes (sinéquias posteriores), cirurgias, refração (midríase sem cicloplegia), oftalmoscopia (direta ou indireta) e procedimentos diagnósticos.

Contraindicações

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Glaucoma de ângulo estreito. Hipertensão, diabetes mellitus e alterações arterioscleróticas avançadas. – Interações medicamentosas: o uso concomitante ou até 21 dias após administração de inibidores da MAO requer ajuste da dose e supervisão médica cuidadosa, uma vez que os efeitos adrenérgicos podem ser intensificados. O efeito dos agentes adrenérgicos sobre a pressão arterial pode ser potencializado pelos agentes antidepressivos tricíclicos. Em pacientes sob tratamento com guanitidina ou agentes bloqueadores adrenérgicos sistêmicos, pode ocorrer reversão rápida do efeito midriático.

Posologia

Instilar no saco conjuntival, de acordo com o critério médico.

Efeitos Colaterais

Batimentos cardíacos rápidos, irregulares e palpitações, aumento da pressão arterial, aumento da sudorese, cefaléia frontal, sensibilidade dos olhos à luz e lacrimejamento.

Advertências e Precauções

Deve ser utilizado com cautela em pacientes com arteriosclerose avançada ou hipertensão severa. Não se recomenda o uso em pacientes com glaucoma, exceto quando uma dilatação temporária da pupila deve ser utilizada para libertar aderências, ou quando se deve empregar a constrição dos vasos intrínsecos para baixar a tensão intra-ocular. Estas vantagens compensam temporariamente o risco da dilatação da pupila.

Composição

Cloridrato de fenilefrina 100 mg, veículoq.s.p. 1 ml. Veículo basicamente constituído de citrato de sódio diidratado, metabissulfito de sódio, edetato dissódico e cloreto de benzalcônio.

Apresentação

Frasco plástico conta-gotas, hermeticamente fechado e estéril, com 5 ml.

Laboratório

Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda.

SAC: 0800-144077

Trinalgen 5000

Indicação

Neurites, polineurites, nevralgias (do trigêmeo, intercostal, cervicobraquial e ciática). Herpes-zóster. Dores reumáticas, artrites e artroses.

Contraindicações

Dipirona não deve ser administrada a pacientes com tolerância conhecida aos derivados pirazolônicos ou portadores de determinadas doenças metabólicas, como porfiria ou deficiência congênita da glicose-6-fosfatodesidrogenase. Como os demais analgésicos, dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por longo tempo sem controle médico. É absolutamente contra-indicado nos primeiros 3 meses da gravidez e, após este período, dipirona só deve ser administrada em casos de absoluta necessidade e sob controle médico.

Posologia

1 ampola, 1 a 2 vezes ao dia, em aplicação intramuscular profunda ou conforme prescrição médica. Não injetar no músculo deltóide do braço, nem por via subcutânea. Superdosagem: em caso de superdosagem, os cuidados deverão ser os classicamente utilizados: lavagem gástrica, monitorização das funções vitais com terapêutica de suporte, quando necessário; eventualmente diurese forçada e diálise (dipirona é dialisável).

Efeitos Colaterais

Em pacientes sensíveis, independente da dose, dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade, com manifestações cutâneas do tipo alérgico. Sob uso prolongado, podem surgir também discrasias sangüíneas: a literatura a respeito relata casos de trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e metemoglobinemia, já tendo sido relatados casos de aplasia medular. Caso, durante o uso de dipirona, surjam manifestações cutâneas ou mucosas, principalmente na boca ou garganta, o tratamento deve ser suspenso e um médico imediatamente consultado. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas adequadas: colocar o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres; diluir 1 ml de epinefrina 1:1000 em 10 ml e aplicar 1 ml por via endovenosa e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide. Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma, albumina ou soluções eletrolíticas.

Advertências e Precauções

Tendo em vista a possibilidade de dipirona provocar agranulocitose, nos tratamentos prolongados, o controle hematológico é obrigatório. A dipirona pode agravar uma tendência ao sangramento decorrente da deficiência da protrombina. O surgimento ocasional de uma coloração avermelhada na urina deve ser atribuído à presença de um metabólito inativo da dipirona e não tem significado clínico. – Interações medicamentosas: pacientes que recebem levodopa devem ser observados cuidadosamente para variações não desejadas no controle da doença de Parkinson, uma vez que doses de cloridrato de piridoxina de cerca de 5 mg/dia ou mais podem reduzir os efeitos benéficos da levodopa. Dipirona não deve ser utilizada simultaneamente com álcool, pois pode ocorrer interação entre o álcool e o produto. Associada à clorpromazina, pode provocar hipotermia grave.

Composição

Cada ampola contém: hidroxocobalamina 5000 mcg;cloridrato de tiamina 100 mg; cloridrato de piridoxina 200 mg; cloridrato de lidocaína 15 mg. Cada ampola diluente contém: dipirona sódica 500 mg; água para injeção q.s.p. 3 ml.

Apresentação

Caixa contendo 1 ampola com liofilizado acompanhada de 1 ampola com 3 ml de diluente.

Laboratório

Eurofarma Laboratórios Ltda.

SAC: 0800-704-3876

Lidocaína 1%

Indicação

Anestésico local e antiarrítmico do miocárdio.

Contraindicações

Pacientes com história de hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida.

Posologia

A critério do médico.

Composição

Cloridrato de lidocaína 200 mg, veículo q.s.p.1 frasco-ampola de 20 ml.

Apresentação

Solução injetável. Frasco-ampola de 20 ml.

Laboratório

Geyer Medicamentos S.A.

Telefone: +55 (51) 3092-7200

Aviral 200mg

Contraindicações

O produto é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade ao aciclovir.

Posologia

Herpes simplex em adultos:
Um comprimido de Aviral cinco vezes ao dia, com intervalos de aproximadamente 4 horas, omitindo-se a dose noturna. O tratamento deve continuar por cinco dias, mas deve ser estendido em infeções iniciais sérias.

Em pacientes gravemente imunocomprometidos (por exemplo, após transplante de medula óssea) ou em pacientes com distúrbios de absorção intestinal, a dose pode ser duplicada (400mg).

A administração das doses deve ser iniciada tão cedo quanto possível, após o início da infecção; para os episódios recorrentes, isto deve ser feito, de preferência, durante o período prodrômico ou quando as lesões começam a aparecer.

Doses para supressão de Herpes simplex em adultos:
Um comprimido quatro vezes ao dia, em intervalos de aproximadamente seis horas.

Efeitos Colaterais

Relatou-se o aparecimento de erupções cutâneas em alguns pacientes que tomaram Aviral comprimidos. Com a suspensão da droga, houve desaparecimento espontâneo das erupções.

Efeitos gastrintestinais, os quais incluíam náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais, foram observados em alguns pacientes que tomaram Aviral comprimidos.

Em estudos duplo-cegos, controlados com placebo, a incidência de ocorrências gastrintestinais não diferiu entre os pacientes que receberam placebo e os que receberam aciclovir.

Outras ocorrências, embora raramente verificadas, foram: aumentos discretos e transitórios na bilirrubina e enzimas hepáticas, pequenos aumentos na uréia e creatinina sangüíneas, pequenos decréscimos nos índices hematológicos, cefaléia, discretas reações neurológicas reversíveis e fadiga.

Superdosagem

Sintomas:
O aciclovir é apenas parcialmente absorvido no trato gastrintestinal. é improvável que ocorressem efeitos tóxicos graves, se uma dose de até 5 g fosse tomada em uma única ocasião. não há dados disponíveis sobre as conseqüências da ingestão de doses mais altas.

Doses únicas intravenosas de até 80 mg/kg foram inadvertidamente administradas sem efeitos adversos.

Tratamento:
A ingestão de doses de aciclovir acima de 5 g exige uma observação rigorosa do paciente.

O aciclovir é dialisável.

Composição

Cada comprimido contém:
Aciclovir ………………..200 mg
Excipiente q.s.p. ………………..1 comprimido
(lactose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, polividona, estearato de magnésio, croscarmelose sódica)

Apresentação

Comprimidos: embalagem com 25 unidades.

Interações Medicamentosas

A probenicida aumenta a meia-vida do aciclovir e a área sob a curva de concentração plasmática. Outras drogas que afetam a fisiologia renal poderiam potencialmente influenciar a farmacocinética do aciclovir. Todavia, a pesquisa clínica não identificou outras interações de drogas com o aciclovir.

Laboratório

Medley S.A. Ind. Farm

SAC: 0800 7298000

Tamofen 10 mg

Indicação

Antineoplásico.

Composição

Tamoxifeno.

Apresentação

Caixa com 30 ou 250 comprimidos de 10 mg.

Laboratório

Rhodia Farma Ltda.

SAC: 0800-112300

Zargus

Indicação

Tratamento das psicoses esquizofrênicas agudas e crônicas e outros distúrbios psicóticos, nos quais os sintomas produtivos (como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, hostilidade, desconfiança) e/ou não-produtivos (tais como, embotamento afetivo, isolamento emocional e social, pobreza de discurso) são proeminentes. Zargus também alivia os sintomas afetivos, tais como, depressão, sentimento de culpa, ansiedade, relacionados com esquizofrenia.

Contraindicações

Zargus é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à risperidona ou a qualquer dos componentes da fórmula.

Posologia

Caso o paciente esteja recebendo outro antipsicótico, recomenda-se sua descontinuação gradual quando se inicia a terapia com risperidona. Se o médico considerar necessário administrar aos pacientes antipsicóticos depot, concomitantemente, iniciar a terapia com risperidona alguns poucos dias antes da próxima administração. A necessidade de continuar com medicações antiparkinsonianas deve ser avaliada periodicamente. Adultos: a dose deve ser aumentada gradualmente, durante 3 dias, até atingir a dose máxima de 6 mg; esta dose deve ser administrada em 2 tomadas diárias de 3 mg. Todos os pacientes, tanto agudos como crônicos, devem começar o tratamento com uma dose de 2 mg de Zargus repartida em 2 vezes ao dia (1 mg de 12/12 h). A dose deve ser aumentada para 4 mg (administrada em 2 vezes ao dia; 2 mg de 12/12 h) no segundo dia e 6 mg (administrada em 2 vezes ao dia; 3 mg de 12/12 h) no terceiro dia. A partir de então, se necessário, a dose deve permanecer inalterada ou posteriormente individualizada. A dose diária habitual ideal é de 4 mg a 8 mg repartida em duas vezes ao dia. Doses acima de 10 mg por dia (administrada em 2 vezes ao dia) não se mostraram superiores em eficácia, quando comparados com doses mais baixas, e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg por dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser utilizadas. Nos casos em que for necessária uma sedação adicional, pode-se associar um benzodiazepínico ao Zargus. Idosos e pacientes com doença renal ou hepática: a dose inicial recomendada é de 0,5 mg, 2 vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com aumentos de 0,5 mg, 2 vezes ao dia, até 1 a 2 mg, 2 vezes ao dia. O produto deve ser utilizado com precaução nestes pacientes até que sejam obtidos dados clínicos mais específicos para esse grupo. Crianças: ainda encontra-se em estudos o uso de Zargus em menores de 15 anos. – Superdosagem: os dados clínicos para superdose com Zargus ainda são limitados. Em geral, os sintomas e sinais informados têm sido aqueles resultantes de exacerbação dos efeitos farmacológicos conhecidos. Dentre eles pode-se citar sonolência e sedação, taquicardia, hipotensão e sintomas extrapiramidais. Em caso de superdose aguda, a possibilidade de envolvimento de várias drogas deve ser considerada. Tratamento: estabelecer e manter as vias aéreas livres e garantir uma boa ventilação com oxigenação adequada. Lavagem gástrica (após intubação, se o paciente estiver inconsciente) e deve-se considerar a administração de carvão ativado com laxantes. O controle cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitoramento eletrocardiográfico contínuo para detectar possíveis arritmias. Não há antídoto específico para o produto. Assim, medidas de suporte devem ser instituídas. A hipotensão e o colapso circulatório devem ser tratados com medidas apropriadas (infusão de fluidos intravenosos e/ou agentes simpatomiméticos). Em caso de sintomatologia extrapiramidal severa, deve-se administrar medicação anticolinérgica. A monitorização deve continuar até que o paciente se recupere.

Efeitos Colaterais

O produto é geralmente bem tolerado e, em muitos casos, tem sido difícil diferenciar as reações adversas dos sintomas da própria enfermidade. Reações adversas associadas com o uso da risperidona: mais comuns: insônia, agitação, ansiedade, cefaléia. Menos comuns: sonolência, fadiga, tonturas, distúrbios de concentração, constipação, náuseas, vômitos, dor abdominal, visão turva, distúrbios de ereção, de ejaculação e orgasmo, rinite e exantema. Efeitos extrapiramidais: Zargus tem menor propensão para induzir efeitos extrapiramidais do que os neurolépticos clássicos, porém, em alguns casos, podem ocorrer os seguintes efeitos extrapiramidais: tremor, rigidez, hipersalivação, bradicinesia, acatisia e distonia aguda, geralmente leves e reversíveis com a redução da dose e/ou se necessário a administração de medicação antiparkinsoniana. Hipotensão, tontura ortostática e taquicardia reflexa ocasionais: ocasionalmente, os sintomas citados foram observados após administração de altas doses iniciais de risperidona. (ver Advertências e Precauções). Hiperprolactinemia: a risperidona pode induzir um aumento dose-dependente na concentração de prolactina no plasma. Galactorréia, distúrbios do ciclo menstrual e amenorréia são algumas das possíveis reações adversas manifestadas. Ganho de peso: durante o tratamento com a risperidona foi observado aumento de peso. Intoxicação hídrica: semelhante aos neurolépticos clássicos, ocasionalmente foi relatada a seguinte reação adversa: intoxicação com água devido à polidpsia ou síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético. Outros: edema, aumento dos níveis das enzimas hepáticas, discinesia tardia, síndrome neuroléptica maligna e convulsões.

Advertências e Precauções

Hipotensão ortostática: devido à atividade bloqueadora alfa-adrenérgica da risperidona, podem ocorrer casos de hipotensão ortostática, especialmente durante o período de titulação inicial da dose. Zargus deve ser utilizado com precaução em pacientes portadores de enfermidade cardiovascular (por ex.: insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, distúrbios de condução, desidratação, hipovolemia ou doença vascular cerebral) e a dose deve ser gradualmente titulada na forma recomendada (ver Posologia e administração). Em caso de hipotensão, deve ser considerada a redução da dose. Discinesia tardia: as drogas com propriedades antagonistas dos receptores da dopamina têm sido associadas à indução de discinesia tardia, caracterizada por movimentos involuntários rítmicos, predominantemente da língua e/ou face. Há um risco de que isto também ocorra com a risperidona. Tem sido descrito que o aparecimento dos sintomas extrapiramidais representa um fator de risco para o desenvolvimento de discinesia tardia. Devido à risperidona ter um menor potencial para induzir sintomas extrapiramidais que os neurolépticos clássicos, deve-se esperar um menor risco de discinesia tardia. Caso apareçam sinais e sintomas de discinesia tardia, deve ser considerada a interrupção da administração de todas as drogas antipsicóticas. Síndrome neuroléptica maligna: com os neurolépticos clássicos, foram referidos casos de síndrome neuroléptica maligna, caracterizada por hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica, alteração da consciência e níveis elevados das concentrações de CPK no plasma. Conseqüentemente, a possibilidade de ocorrência de síndrome neuroléptica maligna com risperidona não pode ser descartada. Neste caso, todas as drogas antipsicóticas, incluindo risperidona, devem ser descontinuadas. Pacientes idosos e com insuficiência renal ou hepática: recomenda-se que as doses iniciais e subseqüentes aumentos sejam reduzidos pela metade nos pacientes idosos ou com insuficiência hepática ou renal. Doença de Parkinson: recomenda-se administrar com cautela em pacientes com doença de Parkinson, já que, teoricamente, pode produzir deteriorização do estado destes pacientes. Epilepsia: os neurolépticos clássicos podem baixar o limiar epileptogênico. Apesar dos estudos clínicos não indicarem tal risco com o uso de risperidona, recomenda-se administrar com precaução a pacientes com epilepsia. Ganho de peso: deve-se recomendar aos pacientes que evitem comer em demasia devido à possibilidade de aumento de peso. – Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquina: Zargus pode interferir com atividades que necessitem de uma boa vigilância. Portanto, os pacientes devem ser advertidos para não operarem ou dirigirem máquinas até que sua susceptibilidade individual ao medicamento seja conhecida. Uso geriátrico: Zargus pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade desde que observadas as precauções e a posologia para esta faixa etária. – Gravidez e lactação: a segurança de risperidona durante a gravidez em seres humanos não foi estabelecida. Portanto, o produto deve ser utilizado durante a gravidez somente se os benefícios para a mãe ultrapassarem os riscos para o feto. Não é conhecido se a risperidona é excretada no leite humano. Portanto, as mulheres que recebem risperidona não devem amamentar. – Interações medicamentosas: o risco de uso de Zargus com outras drogas não foi sistematicamente avaliado. Devido aos efeitos primários sobre o SNC, Zargus deve ser utilizado com cautela quando em combinação com outras drogas de ação central. A risperidona pode antagonizar o efeito da levodopa e outros agonistas da dopamina. As fenotiazidas, os antidepressivos tricíclicos e alguns betabloqueadores podem aumentar as concentrações da risperidona no plasma, porém não afetam a fração antipsicótica. A carbamazepina pode diminuir os níveis no plasma da fração antipsicótica da risperidona. Podem ser observados efeitos semelhantes com outros indutores das enzimas hepáticas. Ao interromper a terapia com carbamazepina e outros indutores das enzimas hepáticas, as doses do produto devem ser reavaliadas, e se necessário, diminuídas. Quando se administra concomitantemente Zargus com outras drogas de alto índice de ligação protéica não há deslocamento clinicamente relevante das proteínas plasmáticas. A alimentação não afeta a absorção de risperidona.

Composição

Cada comprimido revestido de 1 mg contém:risperidona 1,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor) q.s.p. 1 comprimido revestido. Cada comprimido revestido de 2 mg contém: risperidona 2,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor, dióxido de titânio, corante amarelo nº 6 laca de alumínio) q.s.p. 1 comprimido revestido. Cada comprimido revestido de 3 mg contém: risperidona 3,0 mg. Excipiente (dióxido de silício, lactose spray dried, celulose microcristalina, estearato de magnésio, polycoat incolor, dióxido de titânio, corante amarelo de quinoleína laca de alumínio) q.s.p. 1 comprimido revestido.

Apresentação

Embalagem contendo 20 comprimidos revestidos de 1 mg, 2 mg e 3 mg.

Laboratório

Biosintética Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800-7016900 

Mirapex

Indicação

Tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson idiopática, podendo ser usado como monoterapia ou associado à levodopa.

Contraindicações

Em pacientes que demonstraram hipersensibilidade ao pramipexol ou a qualquer componente da fórmula.

Posologia

Em todos os estudos clínicos, a posologia foi iniciada em um nível subterapêutico, para evitar efeitos adversos intoleráveis e hipotensão ortostática. A dose de Mirapex deve ser ajustada gradualmente em todos os pacientes. Administração em pacientes com função renal normal – tratamento inicial: a posologia deve ser aumentada gradualmente de uma dose inicial de 0,375 mg/dia, administrada em três doses divididas, e não deve ser aumentada mais freqüentemente que a cada 5 a 7 dias. Tratamento de manutenção: Mirapex foi eficaz e bem tolerado dentro de um intervalo posológico de 1,5 a 4,5 mg/dia, administrados em doses iguais divididas, três vezes por dia, com ou sem levodopa concomitante (aproximadamente 800 mg/dia). Quando o pramipexol é usado em combinação com a levodopa, deve-se considerar uma redução da dose de levodopa. Pacientes com insuficiência renal: estado renal: normal a uma insuficiência leve (creatinina Cl > 60 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, três vezes por dia, dose máxima: 1,5 mg, três vezes por dia. Insuficiência moderada (creatinina Cl = 35 a 59 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, duas vezes por dia; dose máxima: 1,5 mg, duas vezes por dia. Insuficiência grave (creatinina Cl = 15 a 34 ml/min): dose inicial: 0,125 mg, uma vez ao dia; dose máxima: 1,5 mg, uma vez ao dia. Insuficiência muito grave (creatinina Cl < 15 ml/min e pacientes em hemodiálise): o uso do Mirapex não foi estudado adequadamente nesse grupo de pacientes. Interrupção do tratamento: recomenda-se que a suspensão de uso de Mirapex ocorra no decorrer de uma semana. Em alguns estudos, entretanto, a suspensão abrupta não produziu intercorrências.

Efeitos Colaterais

Doença de Parkinson na fase inicial: os eventos adversos observados mais freqüentes foram náuseas, tontura, sonolência, insônia, obstipação, astenia e alucinações, infecção, lesão acidental, cefaléia, dor, tremor, dor lombar, síncope, hipotensão postural, hipertonia, depressão, dor abdominal, ansiedade, dispepsia, flatulência, diarréia, exantema, ataxia, boca seca, síndrome extrapiramidal, cãibras nas pernas, contração espasmódica, faringite, sinusite, sudorese, rinite, infecção do trato urinário, vasodilatação, síndrome da gripe, salivação aumentada, doença dentária, dispnéia, tosse aumentada, anormalidades da marcha, polaciúria, vômitos, reação alérgica, hipertensão, prurido, hipocinesia, creatinina-PK aumentada, nervosismo, anormalidades do sonho, dor torácica, dor no pescoço, parestesia, taquicardia, vertigem, alteração da voz, conjuntivite, paralisia, anormalidades da acomodação, zumbidos, diplopia e perversões do paladar. Doença de Parkinson avançada: os eventos adversos observados mais freqüentes foram hipotensão postural (ortostática), discinesia, síndrome extrapiramidal, insônia, tontura, alucinações, lesão acidental, anormalidades dos sonhos, confusão, obstipação, astenia, sonolência, distonia, anormalidade da marcha, hipertonia, boca seca, amnésia e polaciúria. Outros eventos relatados por pacientes com doença de Parkinson avançada e tratados com Mirapex, mas relatados igualmente ou mais freqüentemente no grupo que recebeu placebo, foram náuseas, dor, infecção, cefaléia, depressão, tremor, hipocinesia, anorexia, dor lombar, dispepsia, flatulência, ataxia, síndrome de gripe, sinusite, diarréia, mialgia, dor abdominal, ansiedade, exantema, parestesia, hipertensão, salivação aumentada, doenças dentárias, apatia, hipotensão, sudorese, vasodilatação, vômitos, tosse aumentada, nervosismo, prurido, hipoestesia, dor no pescoço, síncope, artralgia, disfagia, palpitações, faringite, vertigem, cãibras nas pernas, conjuntivite e distúrbios da lacrimação.

Advertências e Precauções

Como o pramipexol é eliminado através dos rins, deve-se ter cautela, quando da prescrição de Mirapex a pacientes com insuficiência renal. Pode potencializar os efeitos colaterais dopaminérgicos da levodopa e pode causar ou exacerbar uma discinesia preexistente. A redução da dose de levodopa pode melhorar esse efeito colateral. O pramipexol deve ser usado durante a gestação, apenas se o benefício potencial superar o risco potencial para o feto. Não se sabe se essa droga é excretada no leite humano. Deve-se tomar uma decisão sobre a interrupção do aleitamento ou a suspensão da droga, levando-se em consideração a importância da droga para a mãe. Hipotensão sintomática: os agonistas da dopamina, em estudos clínicos e na experiência clínica, parecem comprometer a regulação sistêmica da pressão arterial, com hipotensão ortostática resultante, especialmente durante o aumento da dose. Além disso, os pacientes com doença de Parkinson parecem ter um comprometimento da capacidade de responder a uma provocação ortostática. Por essas razões, os pacientes com doença de Parkinson que estão sendo tratados com agonistas dopaminérgicos necessitam comumente de uma monitorização cuidadosa para detecção dos sinais e sintomas de hipotensão ortostática, especialmente durante o aumento posológico, e devem ser informados desse risco. Alucinações: em estudos duplos-cego e controlados com placebo na doença de Parkinson na fase inicial em pacientes tratados com pramipexol e na doença de Parkinson avançada, em que os pacientes receberam pramipexol e levodopa concomitantemente, foram observadas alucinações em pacientes tratados com pramipexol. As alucinações foram suficientemente graves, para causar a interrupção do tratamento em alguns dos pacientes com doença de Parkinson em fase inicial e em fase avançada. A idade parece aumentar o risco de alucinações atribuíveis ao pramipexol. – Interações medicamentosas: com levodopa, cimetidina, ranitidina, diltiazem, triantereno, verapamil, quinidina e quinina; pequeno efeito na depuração oral do pramipexol com cefalosporinas, penicilinas, indometacina, hidroclorotiazida e clorpropamida. Interações com CYP: não se espera que os inibidores das enzimas do citocromo P450 afetem a eliminação do pramipexol, porque o pramipexol não é metabolizado apreciavelmente por essas enzimas in vivo ou in vitro. O pramipexol não inibe as enzimas CYP CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2E1 e CYP3A4. Foi observada uma inibição do CYP2D6 com uma Kdn4 I aparente de 30 M, o que indica que o pramipexol não inibirá as enzimas de CYP nas concentrações plasmáticas observadas após a administração da dose clínica mais elevada recomendada (1,5 mg, três vezes por dia). Antagonistas da dopamina: como o pramipexol é um agonista da dopamina, é possível que os antagonistas da dopamina, como os neurolépticos (fenotiazinas, butirofenonas, tioxantenos) ou metoclopramida, possam reduzir a eficácia do Mirapex.

Composição

Cada comprimido contém, respectivamente: 0,125mg, 0,25 mg e 1,0 mg de pramipexol (como dicloridrato monoidratado) e excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Apresentação

Embalagens contendo 30 comprimidos de 0,125 mg, 0,25 mg e 1,0 mg.

Laboratório

Pharmacia & Upjohn Ltda.